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Autor: Laura Lany
Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.
Pessoas com diabetes precisam manter a vacinação em dia para reduzir o risco de infecções e complicações. No DiabetesCast, o infectologista Igor Marinho explicou que a vacina contra a hepatite B merece atenção porque protege o fígado contra uma doença que pode evoluir sem sintomas. A hepatite B está no calendário de vacinação desde a infância. A vacina costuma ser aplicada ao nascer. Mesmo assim, muitas pessoas não sabem se receberam todas as doses. Para quem vive com diabetes, essa dúvida deve ser investigada com a carteira de vacinação ou com exame de sangue. Vacina contra hepatite B no diabetes…
O diabetes e cárie aparecem com frequência na mesma conversa, mas a relação não ocorre de forma direta, segundo explicação da dentista Bruna Ricci durante o DiabetesCast. A dúvida sobre diabetes e cárie costuma partir da associação entre açúcar no sangue e problemas bucais. No entanto, a dentista afirma que a glicose alta não aumenta, por si só, a chance de cárie. O processo envolve outros fatores. Segundo Bruna Ricci, a cárie é uma desmineralização do dente. Esse processo ocorre quando bactérias produzem um ambiente ácido na boca. Esse pH mais baixo favorece a perda de mineral do dente e…
O consumo de comida japonesa por pessoas com diabetes exige atenção à composição dos pratos e ao impacto na glicose após a refeição. Itens como sushi, sashimi e molhos apresentam diferenças importantes na quantidade de carboidratos, gordura e açúcar, o que influencia diretamente o controle glicêmico.A culinária japonesa faz parte do cardápio de muitos brasileiros. Para quem tem diabetes, o desafio está nas escolhas e nas combinações. O Portal Um Diabético conversou com a nutricionista Martha Amodio, que atua com alimentação voltada para pessoas com diabetes. “A comida japonesa pode, sim, fazer parte de uma alimentação equilibrada para quem tem…
O diabetes em dias atípicos como feriados, exigem atenção com a glicemia, a alimentação e o uso de insulina. A mudança de rotina altera horários e pode aumentar o risco de hipoglicemia. Mudança de rotina impacta o controle da glicemia O feriado altera horários de alimentação e de sono. Pessoas com diabetes podem comer em intervalos irregulares. Elas também podem ficar mais tempo sem acesso a alimentos. Essa mudança interfere no controle da glicemia. O corpo responde de forma diferente fora da rotina habitual. A endocrinologista Denise Franco explica que a imprevisibilidade exige atenção. “É uma rotina diferente. Você não…
Medir a glicose, aplicar insulina e realizar refeições nos horários corretos fazem parte do dia a dia de quem vive com diabetes. No entanto, o ambiente profissional nem sempre oferece estrutura adequada para esse cuidado. A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) informa que grande parte das pessoas com diabetes está em idade ativa. Muitos relatam impacto na saúde mental e na produtividade por causa da necessidade constante de autocuidado. A rotina inclui medir a glicemia em horários específicos, aplicar insulina quando necessário e realizar lanches para evitar hipoglicemia. Pausas nem sempre são respeitadas, o que pode comprometer o controle. Alterações…
O estresse integra a resposta do corpo diante de situações que exigem reação, como doenças, lesões ou conflitos pessoais e profissionais. No diabetes, esse processo interfere diretamente no controle da glicemia e pode comprometer o tratamento. Como o estresse altera a glicemia no diabetes O corpo reage ao estresse com o mecanismo conhecido como “atacar ou correr”. Nesse processo, há liberação de hormônios que aumentam a oferta de energia, elevando níveis de açúcar e gordura no sangue. Em pessoas sem diabetes, a insulina regula essa resposta e leva a glicose para dentro das células. No diabetes, esse mecanismo não ocorre…
Um estudo internacional publicado no periódico Hormone Research in Paediatrics e apresentado no congresso ATTD 2026, em Barcelona, trouxe dados inéditos sobre um problema que muitos usuários de dispositivos para diabetes já conhecem na prática: as complicações na pele. A pesquisa, que contou com a participação do Hospital de Clínicas da Unicamp, acompanhou mais de 1.700 crianças e adolescentes em 22 centros pediátricos ao redor do mundo e constatou que problemas cutâneos estiveram presentes em 52% dos usuários de bomba de insulina e em 30% dos usuários de sensor de glicose. Cicatrizes, feridas e lipodistrofias foram mais frequentes nos locais…
O consumo de melão no diabetes gera dúvida entre pessoas que precisam controlar a glicemia no dia a dia. Presente em cafés da manhã e lanches, a fruta aparece com frequência na alimentação, principalmente em dias mais quentes. A questão central envolve o impacto do melão na glicose. A resposta depende da quantidade consumida e da forma como a fruta entra na rotina alimentar. Melão no diabetes depende da quantidade consumida O melão tem índice glicêmico considerado moderado a alto. Esse fator se relaciona à composição da fruta, que possui alto teor de água e concentra açúcares naturais em menor…
O que comer quando a glicose estiver alta é uma dúvida comum entre pessoas com diabetes e pré-diabetes, especialmente diante de sintomas como sede intensa, cansaço ou visão turva. No entanto, a resposta não está apenas em “comer menos açúcar”. O tipo de alimento escolhido nesse momento pode acelerar ou ajudar a estabilizar a glicemia. Na prática, muitos ainda cometem um erro frequente: cortar totalmente a comida ou, por outro lado, consumir itens considerados “leves”, mas que elevam rapidamente a glicose. Nesse contexto, entender como o corpo reage aos alimentos é essencial para tomar decisões seguras. O que acontece no…
O medo de hipoglicemia durante a madrugada influencia escolhas alimentares e o tratamento de quem tem diabetes. Pessoas que já tiveram episódios noturnos relatam mudança no comportamento, com aumento da ingestão de alimentos antes de dormir. Esse padrão pode levar ao consumo de quantidades maiores de carboidratos no período noturno. Em alguns casos, a ceia supera o volume do jantar, mesmo sem ajuste de insulina. Essa prática pode resultar em hiperglicemia ao longo da madrugada. A nutricionista Tarcila Campos explica que o medo é comum e deve ser considerado no plano alimentar. Segundo ela, a decisão sobre comer antes de…