Autor: Laura Lany

Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.

Para quem tem diabetes, comer hambúrguer não exige necessariamente retirar o alimento da rotina. A escolha dos ingredientes e o cálculo dos carboidratos da refeição ajudam a entender como a glicemia pode responder ao consumo. As receitas fornecidas pela nutricionista Débora Lopes Souto, especialista em Nutrição Clínica pela Associação Brasileira de Nutrição (ASBRAN) e membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), incluem versões com carne bovina, ricota e frango. Hambúrguer e diabetes O hambúrguer pode fazer parte da alimentação de pessoas com diabetes. O cuidado está na composição da refeição e na quantidade consumida. Segundo a…

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A maçã contém carboidrato e pode provocar alterações na glicemia, mas isso não significa que a fruta seja inadequada para quem tem diabetes. Segundo a nutricionista e educadora em diabetes Maristela Struffaldi, outros fatores também podem interferir nessa resposta. A fruta contém frutose, um açúcar natural, além de fibras. Uma maçã média apresenta cerca de 15 gramas de carboidrato e tem baixo índice glicêmico, característica associada a uma absorção mais gradual dos carboidratos. O que pode fazer a glicemia subir Quando a glicemia aumenta depois do consumo de uma maçã, é necessário considerar como estava a glicose antes da fruta.…

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Durante a cobertura do EASD 2026, o jornalista Tom Bueno mostrou o Capteur Protect, um adesivo fabricado na França para proteção de sensores de glicose, bombas de insulina e cateteres. O produto já é comercializado em diferentes países da Europa. Apresentado como dispositivo médico, o adesivo pode ser aplicado sobre o sensor ou a bomba de insulina e também ao redor do dispositivo. A proposta é oferecer proteção e sustentação durante o uso. Entre as características apresentadas estão a resistência à água e o material hipoalergênico. O produto tem textura semelhante à pele e está disponível em diferentes cores e…

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Uma ferida no pé pode iniciar uma sequência de complicações para quem convive com diabetes. Segundo o ortopedista Eduardo Araújo, 85% das amputações relacionadas ao pé diabético decorrem da complicação de uma ferida. A informação foi apresentada durante o DiabetesCast, em uma conversa sobre prevenção e cuidados com os pés de pessoas com diabetes. De acordo com o especialista, a perda de sensibilidade causada pela neuropatia pode fazer com que a pessoa não perceba que machucou o pé. Como uma ferida pode evoluir A neuropatia pode reduzir a capacidade de perceber dor e outros estímulos nos pés. Eduardo explica que…

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O chá pode fazer parte da rotina de quem tem diabetes, mas seu consumo exige atenção quando a bebida passa a ser vista como tratamento. A nutricionista e educadora em diabetes Tarcila Campos explica três cuidados para incluir chás no dia a dia sem substituir medicamentos. Tarcila Campos é membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e abordou o tema durante o DiabetesCast. Segundo ela, o chá pode contribuir para a hidratação, mas não deve ocupar o lugar de medicamentos ou de outras estratégias indicadas pela equipe de saúde. 1. Chá pode fazer parte da hidratação…

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A glicose alta pode aumentar a eliminação de glicose pela urina e exigir mais atenção à hidratação. Segundo Tarcila Campos, nutricionista e educadora em diabetes, esse processo ocorre durante a hiperglicemia e explica por que a ingestão de água ganha espaço nos cuidados com a glicemia elevada. Tarcila Campos, membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), explicou a relação entre glicose, água e hidratação durante o DiabetesCast. Segundo ela, manter o corpo hidratado ajuda o organismo no processo de eliminação da glicose pela urina. Como a glicose alta afeta a hidratação A hiperglicemia ocorre quando a…

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Um aparelho apresentado durante o EASD 2026, em Milão, avalia em cerca de três minutos sinais relacionados à neuropatia. O jornalista Tom Bueno, que vive com diabetes tipo 1 há cerca de 20 anos, testou a tecnologia durante a cobertura do congresso. O procedimento é feito com as mãos e os pés apoiados sobre placas do equipamento. Após a realização do teste, o aparelho apresenta o resultado da função avaliada. No caso de Bueno, o exame não identificou sinais de alteração nos parâmetros analisados. O resultado, porém, não permite afirmar sozinho que não exista neuropatia. Como o aparelho avalia a…

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o Kyinsu (IcoSema), medicamento que reúne insulina basal icodeca e semaglutida em uma única aplicação semanal para adultos com diabetes tipo 2. A informação foi divulgada pela Novo Nordisk, fabricante do medicamento. A indicação contempla adultos que não apresentam controle adequado da glicemia com insulina basal ou com agonistas do receptor de GLP-1. O tratamento deve ser associado à alimentação, à prática de atividade física e a medicamentos antidiabéticos orais. A aprovação tem como base o programa clínico COMBINE, formado por três estudos de fase 3a que avaliaram o IcoSema em diferentes…

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Pessoas com diabetes tipo 2 devem incluir a avaliação dos pés na rotina de acompanhamento. O exame ajuda a identificar alterações de sensibilidade e outros sinais que podem aumentar o risco de feridas. A recomendação foi reforçada pela enfermeira especializada em diabetes Gabriela Cavicchioli durante o DiabetesCast. Segundo ela, a avaliação deve ocorrer uma vez por ano para pessoas com diabetes tipo 2. O objetivo é verificar se existe alteração na sensibilidade protetora dos pés. Essa sensibilidade permite perceber estímulos que podem indicar uma lesão ou outro problema. Por que o diabetes exige atenção aos pés? O diabetes pode estar…

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O rastreamento do diabetes tipo 1 antes do aparecimento dos sintomas foi um dos assuntos discutidos no primeiro dia do EASD 2026, em Milão, na Itália. A proposta apresentada envolve um teste feito com uma gota de sangue da ponta do dedo para identificar autoanticorpos associados à doença. Durante a cobertura do congresso pelo Um Diabético, a endocrinologista Denise Franco conversou com o médico Márcio Krakauer sobre a possibilidade de ampliar o acesso a esse tipo de rastreamento. Segundo Krakauer, um dos testes já recebeu aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Brasil. No entanto, ainda não há…

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