Autor: Laura Lany

Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.

Qual será o melhor tipo de leite para quem convive com diabetes? O que considerar na hora de escolher entre o integral ou o desnatado? O ‘Um Diabético’ foi atrás dessa resposta. A bebida contém carboidratos, proteínas e gorduras. Esses componentes influenciam a glicose no sangue. Em uma porção de 200 ml de leite integral, há cerca de 9,1 gramas de carboidratos. Esse valor também aparece em versões desnatadas e zero lactose, com pequenas variações. O carboidrato presente no leite pode elevar a glicose. A proteína também interfere nesse processo. A gordura altera a velocidade de absorção. Por isso, o…

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Medir a glicose antes do exercício físico faz parte da rotina de quem convive com diabetes e usa insulina. A faixa considerada mais segura pode mudar conforme o tipo de treino, a intensidade da atividade, a alimentação e a presença de insulina ativa no organismo. Durante participação no DiabetesCast, o fisiologista e professor de educação física William Komatsu explicou que pessoas sem diabetes costumam ter melhor desempenho com glicemia entre 100 e 110 mg/dL. Para quem tem diabetes, a faixa sobe um pouco. Segundo Komatsu, para pessoas com diabetes, a glicose antes do exercício pode ficar entre 110 e 130…

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Joaquim tem 9 anos e, por 200 vezes por mês, precisava furar o dedo para medir a glicemia para o tratamento do diabetes. No início de abril, ele foi um dos 25 pacientes que mudaram essa rotina de vez: um sensor de glicose no braço passou a fazer esse trabalho de forma contínua e sem dor. A mudança na vida do menino resume o que Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina, colocou em prática nas últimas semanas a distribuição gratuita do sensor de glicose pela rede municipal de saúde. O evento de lançamento reuniu gestores, profissionais de saúde e…

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A vacinação em crianças com diabetes faz parte do cuidado com a saúde e pode reduzir o risco de infecções, segundo o infectologista Igor Marinho. Ele explica que o diabetes pode afetar a resposta do organismo a agentes infecciosos. Isso ocorre porque níveis elevados de glicose no sangue podem interferir na atuação de células de defesa. Diabetes pode aumentar risco de infecções De acordo com Igor Marinho, pessoas com diabetes podem ter maior risco de infecções e também evolução para quadros mais graves. Ele afirma que o estado hiperglicêmico pode reduzir a atividade de células como neutrófilos e leucócitos. Essas…

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O pão com ovo e glicose é uma relação que gera dúvidas em pessoas com diabetes, principalmente no café da manhã. A nutricionista e educadora em diabetes Tarcila Campos explicou, em entrevista ao DiabetesCast, que o pão francês tem absorção rápida porque é fonte de carboidrato. Quando consumido sozinho, ele pode elevar a glicose com mais velocidade. Quando combinado com ovo, a proteína pode deixar essa absorção mais lenta. Pão francês pode elevar a glicose com mais velocidade Segundo Tarcila Campos, o pão francês é formado, em grande parte, por farinha e água. Por isso, entra no grupo dos alimentos…

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A hipoglicemia em uma estudante com diabetes tipo 1 é retratada em uma cena da série italiana RIV4LIDADES, disponível na Netflix, durante uma aula. Na cena, a personagem Terry interrompe a aula após o toque de um alerta no celular. Ela explica ao professor que utiliza um aplicativo para medir a glicemia e informa que o valor está baixo. A estudante mantém o controle da situação e diz que em pouco tempo vai se sentir melhor. Ela também comenta com os colegas que precisa ficar atenta ao diabetes para evitar complicações. Durante o diálogo, Terry menciona o risco de coma,…

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A glicose costuma subir depois das refeições. Isso acontece porque os alimentos, principalmente os carboidratos, são transformados em açúcar no sangue. A dúvida é quando esse aumento deixa de ser esperado e passa a merecer atenção. Durante o DiabetesCast, os endocrinologistas Denise Franco e Fernando Valente explicaram que um pico isolado não significa, sozinho, uma complicação futura. O que preocupa é manter a glicose alta por muito tempo, com frequência e sem ajuste no tratamento. Quando a glicose alta indica diabetes Segundo Denise Franco, a glicemia de jejum considerada normal vai até 99 mg/dL. Quando o exame de laboratório mostra…

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Pessoas com diabetes têm direito ao tratamento, mas o acesso a medicamentos, insumos e tecnologias nem sempre acontece de forma simples no Brasil. Em entrevista ao DiabetesCast, Maria Eloisa Malieri, advogada especializada em direito à saúde e também pessoa com diabetes tipo 1, explicou que conhecer os direitos é só uma parte do caminho. Segundo ela, a pessoa também precisa saber documentar a negativa, procurar os canais corretos e entender quando a Justiça deve ser acionada. 1. Direito ao tratamento para diabetes Maria Eloisa lembra que existe uma lei de 2006 que funciona como um “guarda-chuva” para garantir tratamento às…

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O consumo de pão por pessoas com diabetes levanta dúvidas sobre horário e impacto na glicemia. A forma de comer e a combinação dos alimentos influenciam a resposta do organismo. A nutricionista e educadora em diabetes Juliana Baptista, que convive com diabetes tipo 1, explica que não há necessidade de excluir alimentos. O ajuste na combinação entre carboidrato, proteína e fibra orienta o controle. Pão no diabetes: o que impacta a glicemia O pão é fonte de carboidrato. Esse nutriente se transforma em glicose no sangue após o consumo. Quando ingerido isoladamente, o alimento tende a elevar a glicemia com…

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O diabetes pode provocar alterações nos vasos de sangue da retina, uma estrutura do olho que permite a formação das imagens. Em muitos casos, essas mudanças aparecem antes de sintomas percebidos pelo paciente. Por isso, o exame de fundo de olho entra na rotina de acompanhamento de quem vive com diabetes. A oftalmologista Letícia Rubman explica que a retina está entre as estruturas mais vulneráveis ao diabetes. Segundo ela, as alterações relacionadas à doença são microvasculares. Isso significa que envolvem vasos pequenos, como os que existem nos olhos. O que a glicose alta pode causar na retina A retinopatia diabética…

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