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    Início - Burnout no diabetes: médico explica quando o cuidado vira esgotamento e como lidar com isso nos dias atuais
    Saúde Pública

    Burnout no diabetes: médico explica quando o cuidado vira esgotamento e como lidar com isso nos dias atuais

    Alarmes, sensores e excesso de dados podem gerar esgotamento em pessoas com diabetes, alerta endocrinologista
    Laura Lany22 de maio de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
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    burnout e diabetes
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    O avanço da tecnologia mudou a forma de tratar o diabetes. Sensores de glicose, alarmes e sistemas automatizados ampliaram o acesso às informações sobre a glicemia ao longo do dia. No entanto, junto com esse avanço, surgiu outro desafio: o cansaço causado pelo excesso de alertas, decisões e informações.

    Durante o CITED, o endocrinologista Edson Perrotti falou sobre o burnout no diabetes e os impactos do excesso de tecnologia na rotina de quem convive com a condição. O médico vive com diabetes tipo 1 e integra os departamentos de Atividade Física e de Tecnologia e Inteligência Artificial da Sociedade Brasileira de Diabetes.

    Segundo ele, a tecnologia trouxe avanços importantes para o tratamento. No entanto, em alguns casos, ela também pode aumentar o desgaste emocional.

    O que é burnout no diabetes

    De acordo com Edson Perrotti, o burnout no diabetes está relacionado ao esgotamento provocado pela pressão constante do tratamento e pela necessidade contínua de tomar decisões.

    “O burnout é o esgotamento. Quando nós temos muita tecnologia, eventualmente ela, em vez de nos ajudar, acaba atrapalhando”, explicou durante a entrevista.

    Nesse contexto, sensores de glicose, aplicativos, alarmes e notificações podem deixar algumas pessoas em estado constante de alerta. Além disso, o excesso de informações pode gerar saturação mental.

    Uma das frases destacadas pelo endocrinologista durante a aula resume esse cenário: “Quando tudo é urgente, nada é urgente”.

    Segundo ele, a repetição constante de alertas pode fazer com que a pessoa deixe de reagir da forma necessária. Portanto, aquilo que deveria ajudar no controle acaba entrando na rotina como mais uma cobrança diária.

    O aumento das informações mudou a rotina do diabetes

    Durante a conversa no CITED, Edson Perrotti lembrou como o tratamento do diabetes mudou nas últimas décadas.

    Segundo ele, no passado, as pessoas tinham poucas formas de acompanhar a glicose. A monitorização era limitada e existiam menos informações disponíveis ao longo do dia.

    Depois vieram as medições na ponta do dedo. Em seguida, surgiram os sensores de monitorização contínua da glicose, conhecidos como CGM. Com isso, a quantidade de dados aumentou de forma significativa.

    O médico citou o pesquisador Edward Damiano, envolvido no desenvolvimento do sistema automatizado de aplicação de insulina iLet. Segundo Perrotti, Damiano já comentava há cerca de 20 anos sobre o impacto do excesso de dados.

    Antes, as pessoas tinham uma ou duas informações sobre a glicemia durante o dia. Agora, os sensores conseguem entregar centenas de dados diariamente.

    “Em vez de uma, duas ou três informações, nós tínhamos 256 informações durante o dia”, afirmou.

    Tecnologia no diabetes exige adaptação

    Segundo o endocrinologista, o cenário atual representa um período de adaptação. Enquanto a tecnologia avança rapidamente, as pessoas ainda tentam entender como usar esses recursos sem aumentar o desgaste emocional.

    Além disso, o crescimento da inteligência artificial e dos sistemas automatizados ampliou ainda mais o volume de informações no dia a dia.

    “Nós estamos num momento de tempestade, de confusão com muita tecnologia”, explicou.

    Por outro lado, ele reforçou que a solução não é abandonar os dispositivos. O desafio está em encontrar equilíbrio no uso da tecnologia.

    Nem toda tecnologia funciona para todo paciente

    Durante a entrevista, Edson Perrotti chamou atenção para um ponto considerado central no tratamento do diabetes: a melhor tecnologia não é necessariamente a mais avançada.

    Segundo ele, o mais importante é que a pessoa consiga usar aquele recurso na prática e deseje mantê-lo na rotina.

    “Nós temos que usar a tecnologia, claro. Ela está aí para nos ajudar, mas nós temos que dosar isso”, afirmou.

    Além disso, ele destacou que a escolha da tecnologia precisa considerar a capacidade de adaptação de cada paciente.

    “A tecnologia melhor não é a melhor tecnologia. É a tecnologia que o paciente consegue absorver, consegue usar e deseja usar.”

    Nesse contexto, o médico reforçou que nem toda ferramenta precisa ser utilizada ao mesmo tempo. Portanto, o acompanhamento individualizado continua sendo parte importante do tratamento.

    Excesso de alertas pode aumentar o desgaste emocional

    O burnout no diabetes já aparece com frequência em discussões sobre saúde mental e tratamento da condição. Embora a tecnologia tenha ampliado o acesso às informações, ela também aumentou o número de decisões tomadas diariamente.

    Alarmes de glicose, notificações e análises constantes dos dados passaram a fazer parte da rotina de muitas pessoas com diabetes.

    Enquanto isso, especialistas discutem como equilibrar o uso dessas ferramentas sem transformar o cuidado em uma fonte contínua de exaustão.

    No CITED, Edson Perrotti reforçou que o objetivo da tecnologia deve ser facilitar o tratamento e não aumentar a pressão sobre o paciente.

    Saúde mental e diabetes: como agir após o diagnóstico? | DiabetesCast #18
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    Laura Lany

    Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.

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