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Autor: Laura Lany
Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.
Montar prato de almoço para diabetes tipo 1 e tipo 2 ainda gera dúvidas, principalmente quando envolve arroz ou macarrão. No entanto, o controle da quantidade de carboidrato pode ser mais determinante que a retirada desses alimentos. A nutricionista Maria Caroline Netto, especialista em diabetes, explica que dois modelos de almoço podem atender tanto pessoas com diabetes tipo 1 quanto com diabetes tipo 2. A diferença está na estratégia de controle glicêmico adotada. Como montar prato de almoço para diabetes tipo 1 e tipo 2 Modelo 1 – Almoço com arroz e feijão Modelo 2 – Almoço com macarrão Segundo…
O Ministério da Saúde decidiu manter a finerenona fora do Sistema Único de Saúde (SUS). A pasta rejeitou o recurso apresentado pela fabricante do medicamento e confirmou a decisão em despacho publicado no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (19). Com isso, pessoas com diabetes tipo 2 que desenvolveram doença renal crônica continuarão sem acesso ao medicamento pela rede pública. Agora, o processo segue para análise do ministro da Saúde, Alexandre Rocha Santos Padilha, que poderá manter ou revisar o entendimento técnico. Por que o Ministério da Saúde negou a incorporação A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS…
Para quem vive com diabetes tipo 1, a produção de insulina pelo próprio corpo parece algo distante. No entanto, nos últimos anos, pacientes voltaram a produzir insulina após transplante de células das ilhotas pancreáticas. Embora não seja uma cura definitiva, o avanço muda o cenário científico e levanta uma pergunta real: estamos mais perto de uma cura funcional do diabetes tipo 1? O caso de Ed Augustin ajuda a entender o impacto prático dessa nova fase. Hipoglicemia grave levou à indicação do transplante Ed convivia com hipoglicemias severas e perda da percepção dos sintomas. Em um episódio, ficou desorientado e…
Depois de dias de alimentação irregular e consumo de álcool, muitas pessoas relatam glicose alta após o Carnaval e dúvidas sobre como retomar o controle do diabetes. A oscilação da glicose nesse período é frequente. Mudanças na rotina, sono reduzido, maior ingestão de carboidratos simples e bebidas alcoólicas interferem na resposta do organismo. No entanto, segundo especialistas ouvidas pelo Portal Um Diabético, a conduta deve ser objetiva e baseada em monitoramento. O que fazer diante da glicose alta após o Carnaval A endocrinologista Denise Franco explica que o primeiro passo é avaliar a gravidade do quadro. Se não houve hipoglicemia…
Um vídeo publicado nas redes sociais mostra o relato de uma mulher com diabetes tipo 1 sobre a dificuldade de reduzir a glicose, mesmo após seguir o tratamento disponível. No registro, Jaqueline Santiago, de 27 anos, moradora de Feira de Santana, na Bahia, descreve episódios de mal-estar associados à glicose elevada. Ela afirma ter seguido a alimentação orientada e não ter feito novas ingestões, no entanto, os níveis glicêmicos permaneceram altos. Além disso, Jaqueline relata a dependência diária da insulina e o impacto da variação glicêmica na rotina. No vídeo, ela afirma que o controle não ocorre de forma contínua,…
Alimentos ricos em gordura, como pizzas, frituras e lanches industrializados, podem aumentar a glicemia lentamente. Carol Netto, nutricionista e educadora em diabetes, explica: “A gordura demora mais para interferir nos níveis de glicose e pode gerar picos na madrugada”. Além disso, Tarcila Campos alerta: “Experimentar alimentos à noite, especialmente com excesso de proteína, dificulta o controle glicêmico e exige correções de insulina”. Lanches estratégicos para a noite Para consumir algo à noite, escolha alimentos com menor impacto de carboidratos.Carol Netto sugere: “Uma fatia de queijo, iogurte ou porção pequena de fruta ajuda a evitar picos noturnos de glicose”. Além disso,…
Mirinha Santos foi diagnosticada com diabetes tipo 1 aos 17 anos. Hoje, aos 40, soma duas décadas dirigindo caminhão na região de Belo Horizonte e cidades do interior de Minas Gerais. Durante o trabalho, ela mantém o controle glicêmico aplicando insulina e organizando a alimentação sempre que faz paradas. Além disso, Mirinha mostra que é possível conciliar trabalho e saúde mesmo em condições adversas, quando não há opções de alimentos saudáveis. Ela calcula a quantidade de carboidratos e ajusta o lanche para manter a glicose estável. Alimentação e insulina durante a viagem Durante as paradas, Mirinha registra o preparo do…
O pudim é uma sobremesa feita com açúcar, leite condensado e gordura. Além disso, Carol Netto, nutricionista especializada em diabetes, explica que seu consumo pode causar picos de glicose. “O pudim tem índice glicêmico elevado, e a calda de caramelo faz a glicose subir rapidamente”, afirma. Para pessoas com diabetes tipo 1, portanto, é recomendada a contagem de carboidratos e a aplicação da insulina antes de comer. Por outro lado, quem tem diabetes tipo 2 deve substituir parte dos carboidratos da refeição principal para incluir a sobremesa sem prejudicar o controle da glicemia. Importância da quantidade e do contexto alimentar…
A discussão sobre se dançar ajuda a baixar a glicose ganhou espaço após a divulgação de um relato nas redes sociais. No vídeo, Tom Bueno, jornalista que convive com diabetes tipo 1, mostra glicemia de 241 mg/dl antes de dormir. Após cerca de 20 minutos de dança, o valor caiu para 155 mg/dl. O episódio chama atenção porque a hiperglicemia noturna é situação frequente. Nesse contexto, muitas pessoas buscam alternativas para reduzir a glicose antes de se deitar. O que explica a queda da glicose após exercício De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a atividade física integra…
O Carnaval também é período de viagem. Para quem utiliza bomba de insulina, o deslocamento exige planejamento adicional. Segundo a endocrinologista Denise Franco, falhas técnicas podem ocorrer longe de centros urbanos. Ela relata o caso de uma paciente que viajou para uma ilha e levou apenas a insulina presente na bomba. Durante o trajeto, o equipamento parou de funcionar. “Ela não tinha insulina reserva. Precisou procurar um posto de saúde para adaptar o tratamento”, afirma. Bomba de insulina não dispensa material extra Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, usuários de bomba devem sempre portar insulina de ação rápida em caneta…