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Autor: Laura Lany
Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.
O pão com ovo e glicose é uma relação que gera dúvidas em pessoas com diabetes, principalmente no café da manhã. A nutricionista e educadora em diabetes Tarcila Campos explicou, em entrevista ao DiabetesCast, que o pão francês tem absorção rápida porque é fonte de carboidrato. Quando consumido sozinho, ele pode elevar a glicose com mais velocidade. Quando combinado com ovo, a proteína pode deixar essa absorção mais lenta. Pão francês pode elevar a glicose com mais velocidade Segundo Tarcila Campos, o pão francês é formado, em grande parte, por farinha e água. Por isso, entra no grupo dos alimentos…
A hipoglicemia em uma estudante com diabetes tipo 1 é retratada em uma cena da série italiana RIV4LIDADES, disponível na Netflix, durante uma aula. Na cena, a personagem Terry interrompe a aula após o toque de um alerta no celular. Ela explica ao professor que utiliza um aplicativo para medir a glicemia e informa que o valor está baixo. A estudante mantém o controle da situação e diz que em pouco tempo vai se sentir melhor. Ela também comenta com os colegas que precisa ficar atenta ao diabetes para evitar complicações. Durante o diálogo, Terry menciona o risco de coma,…
A glicose costuma subir depois das refeições. Isso acontece porque os alimentos, principalmente os carboidratos, são transformados em açúcar no sangue. A dúvida é quando esse aumento deixa de ser esperado e passa a merecer atenção. Durante o DiabetesCast, os endocrinologistas Denise Franco e Fernando Valente explicaram que um pico isolado não significa, sozinho, uma complicação futura. O que preocupa é manter a glicose alta por muito tempo, com frequência e sem ajuste no tratamento. Quando a glicose alta indica diabetes Segundo Denise Franco, a glicemia de jejum considerada normal vai até 99 mg/dL. Quando o exame de laboratório mostra…
Pessoas com diabetes têm direito ao tratamento, mas o acesso a medicamentos, insumos e tecnologias nem sempre acontece de forma simples no Brasil. Em entrevista ao DiabetesCast, Maria Eloisa Malieri, advogada especializada em direito à saúde e também pessoa com diabetes tipo 1, explicou que conhecer os direitos é só uma parte do caminho. Segundo ela, a pessoa também precisa saber documentar a negativa, procurar os canais corretos e entender quando a Justiça deve ser acionada. 1. Direito ao tratamento para diabetes Maria Eloisa lembra que existe uma lei de 2006 que funciona como um “guarda-chuva” para garantir tratamento às…
O consumo de pão por pessoas com diabetes levanta dúvidas sobre horário e impacto na glicemia. A forma de comer e a combinação dos alimentos influenciam a resposta do organismo. A nutricionista e educadora em diabetes Juliana Baptista, que convive com diabetes tipo 1, explica que não há necessidade de excluir alimentos. O ajuste na combinação entre carboidrato, proteína e fibra orienta o controle. Pão no diabetes: o que impacta a glicemia O pão é fonte de carboidrato. Esse nutriente se transforma em glicose no sangue após o consumo. Quando ingerido isoladamente, o alimento tende a elevar a glicemia com…
O diabetes pode provocar alterações nos vasos de sangue da retina, uma estrutura do olho que permite a formação das imagens. Em muitos casos, essas mudanças aparecem antes de sintomas percebidos pelo paciente. Por isso, o exame de fundo de olho entra na rotina de acompanhamento de quem vive com diabetes. A oftalmologista Letícia Rubman explica que a retina está entre as estruturas mais vulneráveis ao diabetes. Segundo ela, as alterações relacionadas à doença são microvasculares. Isso significa que envolvem vasos pequenos, como os que existem nos olhos. O que a glicose alta pode causar na retina A retinopatia diabética…
O macarrão faz parte da rotina alimentar de muitas famílias e também aparece nas dúvidas de quem convive com diabetes. A relação entre macarrão e glicose envolve quantidade, preparo e combinação no prato. As informações foram consultadas com a nutricionista e educadora em diabetes Juliana Baptista, que convive com diabetes tipo 1. Porção de macarrão no diabetes define impacto na glicose O macarrão é fonte de carboidrato e impacta diretamente a glicemia. O organismo transforma o carboidrato em glicose após a ingestão. A quantidade consumida influencia a resposta do corpo. Juliana Baptista explica que a porção de referência é de…
O diagnóstico de diabetes tipo 1 em crianças altera a rotina de toda a família. Na prática, mães assumem o cuidado diário e relatam mudanças no sono, na saúde mental e na forma como lidam com o tratamento. A endocrinologista pediátrica Renata Lima afirma que, após anos acompanhando famílias, observa padrões entre mães de crianças com diabetes. Segundo ela, esses relatos envolvem quatro perdas ao longo do tempo. Relatos de mães de crianças com diabetes incluem perda de sono e desgaste emocional Renata Lima relata que a primeira mudança aparece na paciência diante de comentários que associam o diagnóstico ao…
Quem recebe o diagnóstico de pré-diabetes frequentemente monta uma lista mental de alimentos proibidos, e as frutas costumam estar entre as primeiras vítimas desse corte. A lógica parece razoável: se o açúcar é o problema, frutas doces deveriam ser evitadas. No entanto, a ciência e as orientações da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) contam uma história diferente. Não existe fruta proibida para quem tem pré-diabetes ou diabetes. O que existe são frutas que exigem mais atenção à porção, ao contexto da refeição e à combinação com outros alimentos. Entender essa diferença é o que permite comer com autonomia e sem…
Aos 7 anos, durante uma semana de provas na escola, Amanda Honória Guibo começou a apresentar sede e vontade frequente de urinar. A mãe estranhou os sinais e decidiu antecipar exames. O resultado levou ao diagnóstico de diabetes tipo 1 e a uma internação em unidade de terapia intensiva. Hoje, aos 14 anos, Amanda mantém uma rotina de estudos e treinos de ballet na Escola do Teatro Bolshoi, em Joinville, enquanto realiza o controle diário da glicose. Amanda nasceu em Campo Grande e se mudou para Santa Catarina após ser aprovada em uma audição da escola de dança. A mudança…