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Autor: Laura Lany
Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.
Pessoas com diabetes têm maior risco de problemas bucais devido à dificuldade do organismo em combater bactérias e à suscetibilidade à inflamação. Além disso, estudos mostram que cinco em cada seis indivíduos com a condição apresentam maior propensão a doenças gengivais. Para detalhar esses sinais, o portal Um Diabético conversou com Cristina Houck, dentista, microbiologista e professora, que estuda a relação entre saúde bucal e diabetes. Ela também é mãe de uma criança com diabetes tipo 1, o que portanto reforça sua perspectiva prática e científica. 1. Candidíase oral A candidíase oral, conhecida popularmente como sapinho, é uma infecção fúngica…
O tipo de insulina utilizado influencia diretamente o controle da glicose. Pessoas com diabetes tipo 1 que usam insulina glargina ou outras de ação prolongada podem organizar refeições com menor preocupação com picos de glicose. No entanto, quem utiliza NPH ou insulina regular, fornecida pelo SUS, precisa planejar lanches para evitar quedas abruptas de glicemia. Segundo a nutricionista Carol Netto, “pacientes que usam NPH ou regular devem inserir pequenos lanches entre refeições principais. Isso garante manutenção da glicemia e reduz risco de hipoglicemia, especialmente em horários de pico da insulina”. Escolha dos lanches Pequenos lanches estratégicos ajudam a manter a…
A escolha do carboidrato no café da manhã pode influenciar diretamente os níveis de glicose em pessoas com diabetes tipo 2. Tarcila Campos, nutricionista especialista em diabetes, orienta que entender a velocidade de absorção dos alimentos é essencial para o controle glicêmico. Entendendo o índice glicêmico dos alimentos matinais O índice glicêmico indica a rapidez com que um alimento eleva a glicemia após o consumo. Segundo Tarcila Campos, alimentos como tapioca apresentam o índice glicêmico variável, e algumas pessoas percebem dificuldade de controle glicêmico ao consumi-la. Por outro lado, cuscuz de milho pode apresentar absorção mais lenta, favorecendo maior estabilidade…
O diagnóstico de diabetes tipo 1 mudou a rotina do comediante Sam Morrison em 2021. Desde então, ele passou a abordar a doença nos palcos, incluindo episódios de hipoglicemia, hiperglicemia e uso de bomba de insulina durante apresentações. Na primeira consulta, ele ouviu que sua glicemia estava em 600 mg/dL. Ao perguntar se o valor era grave, transformou a própria reação em material de stand-up. Desde então, o humor se tornou estratégia para falar de uma condição que exige aplicação diária de insulina e monitoramento constante. Humor e diabetes tipo 1: relato público sobre rotina e estigma Durante os shows,…
A dúvida sobre trocar arroz branco por integral surge com frequência após o diagnóstico de diabetes tipo 2. No entanto, a resposta não é automática. Segundo a nutricionista especialista na condição, Tarcila Campos, o impacto glicêmico depende não apenas do tipo de arroz, mas da forma como ele é consumido. “Integral tem seu benefício porque foi menos processado. Ele preserva mais fibras, vitaminas e minerais”, afirma Tarcila. Ainda assim, ela ressalta que a discussão sobre diabetes tipo 2 não pode se limitar ao grau de processamento. Arroz integral é mais nutritivo, mas não resolve sozinho o impacto glicêmico O arroz…
A dúvida sobre pão de forma no diabetes é frequente na rotina de quem monitora a glicemia. O alimento faz parte do café da manhã de muitas famílias. No entanto, ainda há confusão sobre diferenças entre a versão integral e a tradicional. A reportagem do Portal Um Diabético conversou com a nutricionista especialista em diabetes Carol Netto. Segundo ela, o ponto central não é a proibição, mas a compreensão da quantidade e da composição. Pão de forma no diabetes: carboidrato é semelhante ao do pão francês De acordo com Carol Netto, tanto o pão de forma tradicional quanto o integral…
A associação imediata entre aumento da glicose e alimentação leva muitas pessoas a acreditarem que precisarão excluir alimentos do dia a dia, como arroz, pão ou frutas. Mas essa lógica não é tão simples. No novo episódio do DiabetesCast, a nutricionista Tarcila Campos explica que o primeiro passo é abandonar a ideia de que existe “alimento proibido” para quem tem diabetes tipo 2. Diabetes tipo 2 não é causado apenas pela alimentação O diabetes tipo 2 é uma condição multifatorial. Idade, genética, composição corporal, sedentarismo e padrão alimentar influenciam o risco de desenvolvimento da doença. Ou seja: não se trata…
Quem vive com diabetes tipo 1 acompanha o Congresso com atenção. Afinal, decisões políticas impactam diretamente direitos no trabalho, na escola e no acesso à saúde. Atualmente, o Projeto de Lei 5868/2025 avança na Câmara dos Deputados com pedido formal de regime de urgência. Se aprovado, o texto pode seguir direto ao plenário. O requerimento foi protocolado em fevereiro de 2026 e contou com assinaturas de parlamentares de diferentes partidos. Portanto, o cenário político mudou, e o tema voltou ao centro da agenda legislativa. No entanto, o avanço ocorre após meses de divergências públicas entre entidades da área. O veto…
Um paciente com diabetes tipo 2 descontrolado quase deixou de iniciar insulinoterapia após promessa de cura feita por videochamada. O caso foi relatado através de um vídeo publicado nas redes sociais pelo médico Vinícius Germano, que atua em clínica e acompanha rotineiramente pessoas com a doença. Segundo ele, o paciente apresentava hemoglobina glicada em torno de 13% e sinais de comprometimento renal. Diante do quadro, a conduta indicada foi iniciar insulinoterapia como parte do controle do diabetes tipo 2. No entanto, durante a consulta, o homem afirmou que já havia “resolvido” o problema. A promessa de “cura do diabetes” por…
O acesso ao sensor de glicose no Sistema Único de Saúde (SUS) ainda não é política nacional. No entanto, em Uberaba, no Triângulo Mineiro, um programa municipal passou a oferecer gratuitamente o FreeStyle Libre para crianças com diabetes tipo 1. Ricardo Alves Brandão, de 7 anos, recebeu o diagnóstico em novembro de 2024. Ele também convive com autismo. Desde fevereiro de 2025, utiliza o sensor de glicose disponibilizado pelo município. Logo ao acordar, a família mede a glicose. A leitura orienta o café da manhã e a dose de insulina. Como Ricardo tem seletividade alimentar, o planejamento das refeições passou…