Autor: Laura Lany

Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.

A cena do filme Continência ao Amor coloca o diabetes tipo 1 no centro de uma situação prática: a dificuldade de acesso à insulina. A personagem Cassie Salazar, que vive com a condição, tenta retirar o medicamento em uma farmácia após perder o convênio médico. Cena em farmácia expõe barreira no acesso à insulina No diálogo, a atendente informa que Cassie só poderá retirar um novo frasco dias depois. No entanto, ela explica que não pode esperar, pois está sem insulina de curta e longa duração. Além disso, afirma que o estoque reserva está no fim, o que aumenta o…

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É fim de semana, a família toda vai ao fast-food ou alguém resolve fazer hambúrguer em casa. A pergunta surge quase sempre: posso comer? E, se puder, quanto? Quem vive com diabetes conhece bem essa hesitação. A resposta curta é sim, mas com estratégia. A nutricionista Martha Amodio, especialista em condições crônicas e autoimunes, saúde intestinal e comportamento alimentar, explica que o manejo do diabetes não se constrói com listas de proibições. Ele se constrói com informação. E, nesse caso, a informação começa num lugar que a maioria não espera. O problema não é a carne: onde os carboidratos do…

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Viajar com diabetes tipo 1 exige planejamento, adaptação e monitoramento constante da glicose, especialmente em países com regras diferentes para acesso à insulina e rotinas distintas. Essa é a experiência de Lucas Costa Amaral, 30 anos, advogado do Rio de Janeiro, que convive com diabetes tipo 1 LADA desde 2017 e transformou o diagnóstico em um ponto de virada na forma de viver. Diagnóstico de diabetes tipo 1 ocorreu em fase de pressão Lucas recebeu o diagnóstico em 2017, durante um período de alta demanda acadêmica. Ele conciliava o trabalho de conclusão de curso com os estudos para a OAB.…

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O consumo de vinho para quem tem diabetes levanta dúvidas sobre impacto na glicemia e segurança no dia a dia. Dados apresentados pela nutricionista Carol Netto indicam que a bebida tem baixo teor de carboidratos, mas exige cuidado por conter álcool. Segundo a especialista, tanto o vinho tinto quanto o branco possuem menos de 1 grama de carboidrato por taça. No entanto, o efeito do álcool no organismo muda a forma como o corpo regula a glicose. Baixo carboidrato não elimina risco de hipoglicemia Apesar da quantidade reduzida de carboidratos, o vinho pode aumentar o risco de hipoglicemia. Isso ocorre…

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Na rotina de quem convive com diabetes, o copo de suco costuma gerar mais dúvida do que a fruta inteira. Isso acontece porque a bebida muda a forma de consumo, reduz a fibra e pode concentrar mais carboidrato em pouco volume. Nesse contexto, a nutricionista e Membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Maristela Strufaldi, explicou no DiabetesCast que a fruta deve ter prioridade, mas alguns sucos podem ser considerados com mais cuidado e dentro de uma lógica de diluição, porção e contagem de carboidrato. A partir da entrevista, quatro opções aparecem como referências para esse…

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A prática da natação tem sido apontada como uma alternativa de atividade física para pessoas que convivem com diabetes, tanto tipo 1 quanto tipo 2. O exercício, considerado aeróbio, pode contribuir para o controle glicêmico, desde que haja acompanhamento e monitoramento antes, durante e após a atividade. A natação reúne características que favorecem esse público. Por ser realizada na água, há menor impacto sobre articulações e pés, o que reduz o risco de lesões. Além disso, a posição horizontal facilita o retorno venoso e pode contribuir para a saúde vascular. Por que a natação é considerada uma das melhores opções…

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O consumo de panqueca por pessoas com diabetes ainda gera dúvidas na rotina alimentar, especialmente quando a receita leva farinha branca. No entanto, a avaliação sobre esse tipo de preparo não se baseia em proibição, mas na quantidade de carboidrato e na composição da refeição. Segundo a nutricionista e Membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Maristela Strufaldi, a panqueca com massa tradicional pode ser incluída na alimentação, desde que haja atenção ao total de carboidratos, ao tipo de recheio e aos acompanhamentos. Alimento não é proíbido para quem tem diabetes De acordo com Maristela Strufaldi,…

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A ceia ideal para evitar hipoglicemia noturna no diabetes é uma dúvida comum entre famílias, especialmente quando a glicose costuma cair durante a madrugada. A nutricionista e Membro do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes, Maristela Strufaldi, explicou que a alimentação pode ajudar nessa estratégia, mas não age sozinha. Segundo ela, é preciso observar também como está o esquema de insulinização e o contexto de cada pessoa. Quando a ceia entra no cuidado com o diabetes A preocupação com a hipoglicemia noturna faz parte da rotina de muitas pessoas com diabetes tipo 1 e também de pais de…

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O diabetes pode se manifestar na pele antes mesmo de aparecer nos exames. Manchas escuras no pescoço, coceira persistente sem causa aparente e feridas que demoram mais do que deveriam para cicatrizar são alguns desses sinais. Muitas vezes ignorados, eles podem indicar alterações no organismo. A pele, maior órgão do corpo humano, funciona como um espelho do metabolismo e pode dar os primeiros alertas. A Dra. Regina Carneiro, secretária-geral da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), reforça essa lógica: identificar cedo os sinais cutâneos associados a doenças metabólicas pode ser o caminho mais rápido para um diagnóstico precoce. No caso do…

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No Brasil, muitas pessoas ainda descobrem o diabetes tipo 1 apenas quando o quadro já se agravou. Em vários casos, o diagnóstico acontece na urgência, com complicações como a cetoacidose diabética, que pode exigir internação. Segundo a endocrinologista e pesquisadora Denise Franco, esse modelo de diagnóstico está ligado à ausência de identificação precoce da doença. No entanto, a ciência já aponta caminhos para mudar essa realidade. O diagnóstico do diabetes tipo 1 ainda ocorre na urgência O diagnóstico do diabetes tipo 1 ainda acontece tarde. Muitas vezes, a doença só é descoberta quando a glicose já está alta e o…

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