Autor: Vânia Vaccari

Jornalista com quase 30 anos de experiência em televisão no interior de São Paulo, atuando como coordenadora de conteúdo e responsável por produção de pautas. Atualmente é produtora executiva na TB Content.

O acesso a sensores de glicose para gestantes com diabetes ainda é limitado no Brasil. Ainda assim, a tecnologia cresce por meio de iniciativas municipais e estaduais. Três exemplos mostram caminhos diferentes para essa ampliação: o Ambulatório de Diabetes do CAISM, em Campinas, é referência nacional em resultados clínicos. Além disso, os programas municipais de Balneário Camboriú (SC) e Uberaba (MG) também passaram a incluir gestantes entre os grupos prioritários. Juntas, essas experiências indicam que o monitoramento contínuo pode se tornar política pública, mesmo diante de orçamentos e realidades locais distintas. CAISM/Unicamp: 25 anos de evolução e resultados consolidados No…

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A banana ocupa um lugar quase garantido no café da manhã brasileiro. Prática, acessível e versátil, ela aparece em vitaminas, panquecas, mingaus e é consumida pura na maioria das casas do país. Para quem tem diabetes, no entanto, surge sempre a mesma dúvida: dá para manter a fruta na rotina sem comprometer o controle glicêmico? A resposta é sim, com atenção a alguns detalhes. Assim como outras frutas, a banana contém carboidratos e, portanto, influencia os níveis de glicose no sangue. Isso não significa, porém, que ela precise ser eliminada do cardápio. O que a banana faz com a glicemia…

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Pular uma aplicação de insulina para “compensar” um exagero na balança pode parecer, à primeira vista, apenas um deslize isolado. Esse gesto, no entanto, tem nome entre especialistas e é motivo de alerta: diabulimia. A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) chama atenção para essa prática, mais frequente entre pessoas com diabetes tipo 1 do que muitos imaginam. O que são os transtornos alimentares Transtornos alimentares são alterações no comportamento alimentar voltadas à perda de peso. Muitas vezes, quem vive essa situação não percebe a gravidade do que está acontecendo. Na anorexia nervosa restritiva, a pessoa deixa de comer na quantidade…

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Uma pessoa faz exames de rotina, se sente bem e não apresenta nenhuma queixa. Quando recebe os resultados, porém, descobre que está com o colesterol alto. Isso acontece porque alterações no colesterol, na maioria das vezes, não provocam sintomas perceptíveis. É justamente por isso que os exames de sangue são importantes para identificar o problema e avaliar o risco cardiovascular antes que apareçam complicações. Para quem tem diabetes, essa atenção ganha ainda mais importância. O diabetes está associado ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, e alterações no colesterol podem contribuir para o desenvolvimento da aterosclerose, processo caracterizado pelo acúmulo…

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Quem tem diabetes precisa cortar o quiabo da alimentação? Ou o legume pode entrar normalmente no almoço? A dúvida pode parecer simples, mas faz parte de uma questão importante para quem monitora a glicose: entender quais alimentos fornecem carboidratos e como montar uma refeição que ajude a evitar grandes oscilações da glicemia. No caso do quiabo, há uma característica que chama a atenção. Ele fornece pouco carboidrato nas porções normalmente consumidas e pertence ao grupo dos vegetais não amiláceos, aqueles que, de maneira geral, apresentam menor quantidade de carboidratos do que alimentos como arroz, batata, mandioca e outros vegetais ricos…

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A vitamina C pode ser encontrada em alguns alimentos e que tem diabetes, pode consumir? É preciso tomar suplementos para melhorar a imunidade? E frutas como laranja, acerola e goiaba podem aumentar demais a glicose? As dúvidas são comuns, principalmente porque essa vitamina costuma ser associada à prevenção de gripes e resfriados e suas principais fontes conhecidas são justamente as frutas. Para quem convive com diabetes, porém, é importante separar duas questões. A vitamina C é um nutriente essencial e pode fazer parte normalmente da alimentação. Isso não significa que seja necessário recorrer a suplementos nem que doses elevadas ofereçam…

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A batata costuma carregar fama de vilã na alimentação de quem precisa monitorar a glicose. Mas essa reputação se sustenta? A batata é um alimento de fácil acesso, gostoso e barato, além de estar entre os tubérculos mais consumidos do mundo por sua versatilidade e custo-benefício. Segundo a nutricionista Carol Netto, no entanto, a resposta sobre o consumo de batata por quem tem diabetes não é simplesmente sim ou não. É preciso considerar as diferenças entre os tipos de batata e, principalmente, a forma como elas são preparadas. Batata inglesa x batata doce: qual tem mais carboidrato? Existe a crença…

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Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo, ampliou o protocolo do programa municipal de sensores de glicose. A iniciativa oferece gratuitamente o monitoramento contínuo a crianças e adolescentes com diabetes tipo 1. Conduzida pela Secretaria de Saúde do município, ela começou em agosto de 2024, atendendo pacientes de 4 a 13 anos. Hoje, o público contemplado vai de 2 anos até 17 anos, 11 meses e 29 dias. A mudança já beneficia diretamente famílias cadastradas na rede municipal. Atualmente, 60 pacientes recebem o sensor FreeStyle Libre 2 pelo programa. Segundo a Secretaria de Saúde, o município também trabalha…

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O número de mulheres em idade fértil com diabetes vem crescendo no Brasil e no mundo, especialmente entre aquelas com diabetes tipo 2. Nesse cenário, a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) atualizou as orientações sobre diabetes e gravidez. Nesse sentido, a explicação é da endocrinologista Lenita Zajdenverg, coordenadora do Departamento de Diabetes Gestacional da SBD. Ela detalhou ao Portal Um Diabético os principais pontos da atualização. Por que o controle da glicemia antes de engravidar é tão importante Segundo a especialista, tanto mulheres com diabetes tipo 1 quanto com diabetes tipo 2 que engravidam com controle glicêmico inadequado têm risco…

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Arroz no prato e uma dúvida recorrente na cabeça de quem tem diabetes. Será que esse é permitido, ou seria melhor trocar por integral? A ideia de que existe um único “arroz correto” para quem convive com a condição é comum, mas a nutricionista Martha Amodio, especializada em condições crônicas e autoimunes, defende uma leitura mais ampla do tema. Segundo ela, a resposta glicêmica depende de muito mais do que a cor do grão. Diferença real entre os tipos de arroz Existe diferença de índice glicêmico entre as variedades, mas a nutricionista recomenda cautela antes de transformar isso em um…

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