Autor: Tom Bueno

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

O diabetes tipo 1 faz parte da rotina de milhões de pessoas, mas ainda é uma condição cercada por dúvidas, solidão e, muitas vezes, falta de informação prática. Para quem recebe o diagnóstico ainda na infância, o desafio vai além do tratamento: envolve crescer tentando entender o próprio corpo e adaptar a vida a uma condição crônica. As histórias de Marília Landini e Lucas Lorenzi ajudam a traduzir esse cenário. Em trajetórias diferentes, mas atravessadas pela mesma realidade, os dois passaram por momentos de incerteza, dificuldades no controle da glicemia e impactos emocionais importantes. Hoje, transformaram essas experiências em conteúdo,…

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A beterraba costuma gerar dúvidas em quem tem diabetes ou pré-diabetes. O sabor adocicado é o que muitas vezes desperta receio, levando muita gente a acreditar que o alimento deve ser evitado. Mas a composição nutricional conta uma história mais complexa e, em muitos casos, favorável. Segundo a nutricionista Carol Netto, o alto teor de fibras do legume é um fator-chave, pois ajuda a retardar o pico glicêmico. Na prática, isso significa que a glicose não sobe de forma abrupta após o consumo. Ainda assim, quantidade, forma de preparo e combinação com outros alimentos são determinantes para definir se a…

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A insulina oral ainda não faz parte da rotina de quem vive com diabetes, mas a possibilidade de trocar injeções por comprimidos voltou ao centro das pesquisas e reacende uma dúvida comum entre pacientes: isso pode realmente acontecer? O tema ganhou força após a publicação de um novo estudo na PubMed, conduzido por pesquisadores da Universidade de Kumamoto, no Japão. A pesquisa apresenta uma estratégia para proteger a insulina dentro do organismo e facilitar sua absorção quando administrada por via oral. O que o estudo mostra sobre a insulina oral? O trabalho, liderado por Shingo Ito, descreve uma tecnologia que…

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A feijoada no diabetes pode parecer inofensiva até a glicose começar a subir horas depois A cena é familiar: almoço de fim de semana, prato cheio e a sensação de que “hoje pode”. A feijoada diabetes entra nesse contexto como uma exceção planejada. No entanto, o que muita gente descobre depois é que o impacto no corpo não termina quando a refeição acaba. Em vez de um pico imediato, a glicose pode subir de forma lenta e prolongada. Além disso, essa elevação tardia costuma confundir quem mede apenas nas primeiras horas. Nesse contexto, a percepção de controle pode ser enganosa.…

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O que acontece com a visão quando a glicose está acima de 200? Essa é uma pergunta comum entre pessoas que convivem com diabetes, especialmente quando a visão parece mudar sem explicação. A tela do celular perde o foco. As letras embaralham. Em poucos momentos, tudo parece fora de nitidez. No dia seguinte, a visão volta ao normal, como se nada tivesse acontecido. Esse vai e volta costuma ser ignorado. No entanto, pode ser um dos sinais mais silenciosos de que a glicemia saiu do controle. Glicose acima de 200 visão e o efeito imediato Glicose acima de 200 visão…

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Frutas para diabetes ainda geram dúvida entre quem vive com glicemia alta ou risco de desenvolver a doença. Afinal, mesmo sendo naturais, elas contêm açúcar. Então por que algumas são recomendadas enquanto outras exigem cuidado? A resposta está no índice glicêmico, na quantidade de fibras e na forma como esses alimentos impactam a absorção de glicose no organismo. Nesse contexto, escolher as frutas certas pode ajudar a evitar picos glicêmicos e melhorar o controle ao longo do dia. O que torna uma fruta mais segura para a glicemia Nem toda fruta se comporta igual no corpo. O índice glicêmico mede…

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O governo federal decidiu zerar o imposto de importação de aproximadamente mil produtos que não têm produção nacional suficiente ou cuja oferta é considerada insuficiente para atender o mercado interno. A medida foi aprovada pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior e inclui medicamentos usados no tratamento de doenças crônicas e neurológicas, como diabetes, Alzheimer, Parkinson e esquizofrenia. Além disso, também entram na lista: Segundo o governo, a decisão busca reduzir riscos de desabastecimento e ampliar a disponibilidade desses produtos no país. A reportagem entrou em contato com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) para…

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Diabetes tipo 1 e direitos seguem no centro de um debate importante no Brasil, com acesso ao tratamento ainda desigual, influenciado por fatores como renda, região e estrutura do sistema de saúde. Em Brasília, onde decisões estratégicas são tomadas, uma ativista tem se destacado ao transformar a própria vivência com a doença em atuação concreta na construção de políticas públicas. Há 25 anos convivendo com o diabetes tipo 1, Anna Patrícia de Pinho Silva passou de paciente a uma voz ativa no debate por acesso e direitos. Sua trajetória chama atenção pela capacidade de dialogar com diferentes setores e contribuir…

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Insulina semanal ganha um novo capítulo com resultados recentes vindos da China. A insulina experimental GZR4, aplicada uma vez por semana, demonstrou eficácia no controle da glicose em pessoas com diabetes tipo 2. O avanço chama atenção porque reforça uma tendência que começa a se consolidar. Diferentes moléculas estão sendo desenvolvidas com o mesmo objetivo: manter o controle glicêmico por sete dias com uma única aplicação. No entanto, é importante destacar desde o início. A GZR4 ainda está em fase de estudo e não está disponível para uso clínico. Insulina semanal GZR4 mostra eficácia comparável à diária O estudo de…

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Após o diagnóstico de diabetes ou pré-diabetes, mudanças alimentares costumam acontecer rapidamente. Nesse cenário, uma troca aparece com frequência no café da manhã: sai o pão, entra a torrada. A decisão parece lógica e, ao mesmo tempo, simples. A torrada é vista como mais leve, mais seca e, portanto, menos impactante para a glicemia. No entanto, essa percepção não traduz, necessariamente, o que acontece no organismo. De acordo com a nutricionista Carol Netto, doutora pela Unicamp e educadora em diabetes, essa substituição é comum. Porém, ela reforça que trocar pão por torrada, isoladamente, não melhora o controle glicêmico. A origem…

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