Close Menu
Um Diabético

    Subscribe to Updates

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    What's Hot

    Diabetes tipo 1 pode causar traumas? Psicóloga explica impactos do diagnóstico

    20 de agosto de 2026

    Marca holandesa cria bracelete para transformar sensor de glicose em acessório de moda

    20 de agosto de 2026

    7 dicas para acertar na contagem de carboidratos e evitar glicose alta

    20 de agosto de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp
    Instagram YouTube Spotify LinkedIn TikTok WhatsApp
    Um Diabético
    quinta-feira, agosto 20
    • Home
    • Quem Somos
    • Últimas Notícias
    • Vídeos
    • PodCasts
    • Projetos Especiais
      • Diabetes Informa
      • Todos pelo Diabetes
      • Retrato – O Brasil que Depende de Insulina
      • Sim, Diabético!​
      • Juntos por Você
    • Contato
    Um Diabético
    Início - Diabetes tipo 1 pode causar traumas? Psicóloga explica impactos do diagnóstico
    Saúde mental

    Diabetes tipo 1 pode causar traumas? Psicóloga explica impactos do diagnóstico

    O diagnóstico após uma cetoacidose pode gerar medo e ansiedade. Psicóloga explica como o rastreio muda essa experiência
    Laura Lany20 de agosto de 2026Nenhum comentário8 Mins Read
    Compartilhe WhatsApp Facebook Twitter LinkedIn Telegram Copy Link
    Diabetes tipo 1 e impactos psicológicos em criança e mãe
    Diabetes tipo 1 pode causar impactos psicológicos para a criança e a família.
    Envie
    WhatsApp Facebook Twitter LinkedIn Telegram Copy Link

    O diagnóstico do diabetes tipo 1 pode afetar a saúde mental de quem recebe a notícia e também de familiares. Quando a descoberta acontece durante uma cetoacidose, esse impacto pode ganhar outra dimensão.

    A psicóloga Priscila Pecoli, coordenadora do Departamento de Psicologia da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e integrante do IBTED, explica que o rastreio do diabetes tipo 1 muda a forma como algumas famílias podem chegar ao diagnóstico.

    Segundo ela, estudos que acompanharam famílias ao longo dos anos identificaram ansiedade em diferentes momentos do processo de rastreio. No entanto, a possibilidade de acompanhar a evolução da condição permite que a família tenha tempo para receber informações e se preparar.

    Cetoacidose pode marcar o diagnóstico do diabetes tipo 1

    A cetoacidose diabética pode levar uma pessoa a uma situação de emergência. No diagnóstico do diabetes tipo 1, essa condição pode fazer com que a descoberta aconteça de forma repentina.

    Priscila compara esse cenário à chegada de um tornado sem aviso. A família precisa lidar primeiro com a emergência e tomar decisões para preservar a saúde da pessoa.

    Nesse contexto, o diagnóstico pode ficar associado ao medo e ao trauma vivido durante a internação. Além disso, a família precisa começar a lidar com o tratamento do diabetes ao mesmo tempo em que tenta compreender o que aconteceu.

    A psicóloga explica que a situação também pode envolver impactos relacionados à atenção e à memória. Segundo ela, a cetoacidose pode afetar funções que a pessoa utiliza durante o tratamento e o acompanhamento do diabetes.

    Além disso, uma internação pode provocar sofrimento para a criança ou adolescente e para as pessoas que acompanham o caso.

    Rastreio do diabetes tipo 1 permite mais tempo para a família

    O rastreio identifica a presença de autoanticorpos relacionados ao diabetes tipo 1 antes do aparecimento do quadro clínico. No episódio, Priscila explica que os estágios 1 e 2 permitem acompanhar a evolução antes da chegada ao estágio 3.

    Ela compara esse acompanhamento a uma casa que recebe um alerta sobre a chegada de um tornado. A família não consegue impedir o fenômeno, mas pode usar o tempo disponível para se preparar.

    Nesse processo, a equipe de saúde pode fornecer informações, orientar a família e acompanhar as mudanças. Além disso, o acompanhamento pode ajudar a reduzir a sensação de desamparo.

    Priscila explica que o rastreio também pode gerar ansiedade. A diferença está na possibilidade de trabalhar essa ansiedade durante um período de acompanhamento, em vez de lidar apenas com uma situação de emergência.

    Saúde mental e diabetes tipo 1: os impactos do diagnóstico e da cetoacidose | DiabetesCast #68

    Quando o resultado do rastreio gera ansiedade

    A descoberta de um anticorpo positivo pode provocar sofrimento emocional. Quando aparecem dois ou mais anticorpos, a família também pode enfrentar uma nova etapa de ansiedade.

    Um dos principais pontos de sofrimento é a incerteza sobre quando o diabetes tipo 1 vai aparecer. A família pode saber que existe uma possibilidade de evolução, mas não saber exatamente quando isso ocorrerá.

    Segundo Priscila, os estudos acompanhados ao longo do tempo mostram picos de ansiedade durante diferentes momentos do processo. Depois, os níveis podem voltar ao padrão anterior.

    O suporte oferecido durante o rastreio também pode ajudar. Ter uma equipe para acompanhar a família permite esclarecer dúvidas e oferecer orientação durante esse período.

    A participação no rastreio ainda pode ganhar outro significado para algumas famílias. Segundo a psicóloga, algumas pessoas entendem que participar também contribui para o conhecimento científico e pode ajudar outras famílias no futuro.

    Trauma da cetoacidose pode influenciar o tratamento

    O impacto de uma cetoacidose não termina necessariamente depois da alta hospitalar. A experiência pode influenciar a forma como a pessoa e a família tomam decisões posteriormente.

    Durante a entrevista, foi relatado o caso de uma família em que dois irmãos receberam o diagnóstico de diabetes tipo 1 com cerca de um ano de diferença.

    A filha mais velha passou oito dias em uma UTI. Depois da experiência, a mãe passou a observar mudanças no comportamento do filho mais novo.

    Mesmo diante de exames inicialmente sem alterações importantes, a mãe manteve o acompanhamento. Ela percebeu mudanças na hemoglobina glicada e continuou investigando.

    Posteriormente, a criança passou pela testagem de anticorpos e já estava entrando no estágio 2 do diabetes tipo 1.

    A mãe relatou que a situação provocou ansiedade. No entanto, segundo o relato apresentado no episódio, a experiência foi diferente daquela vivida com a filha mais velha.

    O menino não passou por uma internação em UTI. A mãe também percebeu o controle da condição de outra maneira.

    A entrevista ressalta que esse relato representa uma experiência familiar. A ciência ainda investiga como a identificação antecipada e a prevenção da cetoacidose podem interferir na evolução e no manejo do diabetes tipo 1.

    Rastreio não significa pré-diabetes

    Um dos pontos destacados durante a conversa é a diferença entre o rastreio do diabetes tipo 1 e o pré-diabetes relacionado ao diabetes tipo 2.

    Segundo Priscila, o termo pré-diabetes não deve ser usado para descrever os estágios iniciais do diabetes tipo 1. A expressão pode levar a pessoa a acreditar que existe uma mudança de comportamento capaz de impedir a evolução da condição.

    No diabetes tipo 2, o pré-diabetes representa uma situação diferente. Nesse caso, mudanças no estilo de vida podem contribuir para retardar ou evitar a evolução para o diabetes em algumas pessoas.

    No diabetes tipo 1, a situação envolve um processo autoimune. Por isso, a família não deve interpretar a presença de autoanticorpos como resultado de algo que fez ou deixou de fazer.

    A psicóloga relata que algumas famílias, diante de um resultado positivo, começam a restringir carboidratos e açúcar na alimentação da criança.

    Essa tentativa de controlar a situação pode gerar mudanças na rotina familiar e restrições alimentares para uma criança que ainda não apresenta o diabetes tipo 1 em estágio clínico.

    Por isso, a comunicação dos profissionais tem papel importante durante o rastreio.

    A forma de falar sobre diabetes também interfere

    Para Priscila, a linguagem usada pelos profissionais pode influenciar a forma como as pessoas lidam com o processo.

    Segundo ela, palavras diferentes podem provocar interpretações diferentes. Termos que passam uma ideia de ameaça podem aumentar o estado de alerta de quem recebe a informação.

    Por outro lado, uma comunicação que explica as possibilidades e apresenta caminhos de acompanhamento pode favorecer o envolvimento da família no cuidado.

    Nesse contexto, explicar que uma pessoa está em um estágio inicial do diabetes tipo 1 ajuda a evitar a associação com o pré-diabetes.

    A informação também precisa deixar claro o que a família pode fazer naquele momento e o que não está sob seu controle.

    Mães apresentam mais ansiedade durante o processo

    Outro ponto citado pela psicóloga envolve a diferença entre mães e pais durante o acompanhamento.

    Segundo Priscila, estudos identificam níveis diferentes de ansiedade entre homens e mulheres. As mães aparecem com maior ansiedade e maior envolvimento no acompanhamento.

    Elas também assumem parte significativa das tarefas relacionadas às consultas, exames e decisões sobre o cuidado dos filhos.

    Essa sobrecarga pode aumentar o sofrimento emocional. Por isso, a psicóloga defende que os pais participem do processo de forma compartilhada.

    Para ela, o cuidado com a criança não deve ser tratado como uma responsabilidade que o homem ajuda a mulher a cumprir. O pai também tem responsabilidade pelo cuidado.

    A divisão das tarefas pode reduzir a sobrecarga de quem concentra o acompanhamento e contribuir para uma dinâmica familiar diferente.

    A família também precisa de cuidado psicológico

    O impacto do diabetes tipo 1 não envolve apenas a pessoa que recebe o diagnóstico. Pais, mães e outros familiares também precisam lidar com mudanças na rotina e com novas responsabilidades.

    Quando existe uma experiência anterior de cetoacidose, o medo de que a situação se repita pode permanecer durante o acompanhamento.

    Priscila explica que algumas famílias podem imaginar que uma nova experiência acontecerá da mesma maneira, mesmo quando estão diante de uma situação diferente.

    Por isso, o acompanhamento psicológico pode fazer parte da forma como a família lida com ansiedade, incerteza e mudanças provocadas pelo diagnóstico.

    No caso do rastreio, o acompanhamento oferece tempo para que essas questões sejam trabalhadas antes da chegada ao estágio clínico.

    A psicóloga resume essa ideia como um “pouso suave”. A proposta é chegar ao estágio 3 com mais informação e preparo, em vez de descobrir o diabetes tipo 1 durante uma situação de emergência.

    O que muda quando existe tempo para se preparar

    O rastreio não elimina a ansiedade. Ele também não impede que uma pessoa desenvolva diabetes tipo 1.

    A diferença está na possibilidade de acompanhar o processo e preparar a família para o que pode acontecer.

    Segundo Priscila, esse período permite trabalhar educação em diabetes, acompanhamento e informações sobre as possibilidades de cuidado.

    Além disso, quando existe uma medicação capaz de retardar o início do estágio 3, o tempo passa a ter outra função no acompanhamento. A entrevista destaca que essa possibilidade representa uma mudança em relação ao período em que o rastreio identificava os autoanticorpos, mas não havia uma intervenção disponível para retardar a evolução.

    Nesse cenário, compreender os impactos psicológicos do diabetes tipo 1 passa a fazer parte do cuidado. A preparação não envolve apenas exames e acompanhamento clínico, mas também a forma como a família entende e enfrenta a condição.

    ansiedade diabetes ansiedade no rastreio anticorpos diabetes tipo 1 cetoacidose cetoacidose diabética Destaque Home diabetes diabetes tipo 1 diabetes tipo 1 e saúde mental Diagnóstico diagnóstico diabetes tipo 1 diagnóstico precoce diabetes Educação em diabetes estágio 1 diabetes tipo 1 estágio 2 diabetes tipo 1 família e diabetes IBTED impactos psicológicos do diabetes mães e diabetes pais e diabetes Priscila Pecoli psicóloga diabetes psicologia psicologia e diabetes Rastreio rastreio do diabetes tipo 1 saude mental saúde mental SBD Sociedade Brasileira de Diabetes Tom Bueno trauma cetoacidose trauma diabetes Um diabético
    Share. WhatsApp Facebook Twitter LinkedIn Telegram Copy Link
    Laura Lany

    Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.

    Relacionadas

    Marca holandesa cria bracelete para transformar sensor de glicose em acessório de moda

    20 de agosto de 2026

    7 dicas para acertar na contagem de carboidratos e evitar glicose alta

    20 de agosto de 2026

    Diabetes e amamentação: entenda o que a glicemia tem a ver com a produção de leite materno

    20 de agosto de 2026

    Quem tem diabetes pode comer pão com requeijão no café da manhã? Nutricionista explica

    20 de agosto de 2026
    Últimas Notícias

    Diabetes tipo 1 pode causar traumas? Psicóloga explica impactos do diagnóstico

    20 de agosto de 2026

    Marca holandesa cria bracelete para transformar sensor de glicose em acessório de moda

    20 de agosto de 2026

    7 dicas para acertar na contagem de carboidratos e evitar glicose alta

    20 de agosto de 2026

    Diabetes e amamentação: entenda o que a glicemia tem a ver com a produção de leite materno

    20 de agosto de 2026
    Siga UmDiabetico
    • Instagram
    • YouTube
    • LinkedIn
    • TikTok
    • WhatsApp
    • Spotify

    Sua fonte para notícias sobre saúde e bem-estar do diabético. Este site foi criado para oferecer informações atualizadas e relevantes sobre diabetes, alimentação saudável, tratamentos, tecnologia e qualidade de vida. Nosso objetivo é trazer conteúdos confiáveis para ajudar você a viver melhor e com mais equilíbrio.

    Estamos abertos a novas parcerias no momento.
    Entre em Contato

    Instagram YouTube Spotify LinkedIn WhatsApp TikTok
    Últimas Notícias

    Diabetes tipo 1 pode causar traumas? Psicóloga explica impactos do diagnóstico

    20 de agosto de 2026

    Marca holandesa cria bracelete para transformar sensor de glicose em acessório de moda

    20 de agosto de 2026

    7 dicas para acertar na contagem de carboidratos e evitar glicose alta

    20 de agosto de 2026
    Ouça nosso Podcast
    • Home
    • Quem Somos
    • Últimas Notícias
    • Vídeos
    • Podcasts
    • Projetos Especiais
    • Contato
    © 2026 UmDiabetico.com.br - Feito por 👨‍💻 Nélio Castro

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Ao continuar, você concorda com isso.