Autor: Rafael Cristofoletti

Gerente de Comunicação e Marketing - Comunicador nato e apaixonado por jornalismo de impacto, Rafael é paulista de Itu e tem mais de 20 anos de experiência em veículos como Record News, CBN, Band e afiliadas da TV Globo. No Um Diabético, é responsável pela comunicação institucional, pelo conteúdo editorial e pelas estratégias de marketing, unindo rigor jornalístico, visão estratégica e linguagem acessível. Tem como marca o conteúdo que informa com propósito, conecta pessoas e fortalece causas.

“Qual o diabetes mais grave?”Essa é uma das primeiras perguntas que surgem após o diagnóstico. O medo é legítimo, afinal, a palavra diabetes costuma estar associada a complicações sérias. No entanto, especialistas alertam: a resposta não é tão simples. O mais importante não é o tipo da doença, mas sim como ela é controlada no dia a dia. O endocrinologista Dr. André Viana explica: “Quando você acha que é mais grave, muitas vezes a chance de desistir do tratamento é maior. E quando você acha que é menos grave, pode haver negligência. O diabetes mais grave é sempre o descontrolado.”…

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O diabetes tipo 2 é uma das doenças crônicas mais prevalentes no mundo, mas a boa notícia é que, em grande parte, ele pode ser evitado. A prevenção não exige mudanças radicais da noite para o dia, mas sim um conjunto de escolhas diárias que, somadas, criam uma vida mais saudável e fortalecem o corpo contra a doença. Por isto, neste guia, apresentamos um plano de 5 passos simples e práticos para que você possa reduzir o risco de desenvolver o diabetes e proteger seu bem-estar a longo prazo. Por que focar na prevenção? O diabetes tipo 2, que representa…

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A pandemia ficou para trás, mas os efeitos da COVID-19 continuam a aparecer. Um estudo internacional publicado no European Heart Journal mostrou que a infecção pode envelhecer os vasos sanguíneos em até cinco anos. Esse processo aumenta os riscos de hipertensão, doenças do coração e também de diabetes. O estudo A pesquisa, chamada CARTESIAN study, acompanhou 2.390 pessoas em 16 países. Os voluntários foram divididos em quatro grupos: pessoas sem histórico de COVID, pessoas que tiveram casos leves, pacientes internados em enfermaria e aqueles que passaram pela UTI. Os cientistas analisaram a rigidez das artérias, um marcador de envelhecimento vascular.…

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A liberdade de dirigir é parte essencial da vida moderna. No entanto, para quem vive com diabetes, o ato de pegar o volante exige atenção redobrada. Isso acontece porque a hipoglicemia, ou seja, a queda brusca nos níveis de glicose no sangue, pode surgir de forma inesperada e comprometer a segurança de todos. O jornalista Tom Bueno, que convive com a condição, relatou uma situação preocupante em que precisou parar o carro às pressas. A experiência dele mostra, portanto, a importância da prevenção. “Eu precisei parar de dirigir o meu carro na estrada, porque eu comecei a sentir uma hipoglicemia.…

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Alice Wegmann está chamando atenção no remake de Vale Tudo ao interpretar Solange, personagem que convive com diabetes tipo 1. O tema da doença não fazia parte da versão original da novela, exibida em 1988, mas agora ganha espaço no horário nobre para trazer informação e conscientização ao público. Em entrevista, Alice contou que buscou referências reais para dar mais autenticidade ao papel. A atriz se inspirou em um grande amigo, Zé Maurício, que convive com a condição: “Acompanhei bastante, via ele aplicando insulina, e isso me ensinou muito. Já me abriu uma visão de como é viver com diabetes”,…

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O pré-diabetes é uma condição em que os níveis de glicose no sangue ficam acima do normal, mas ainda não atingem o critério para diagnóstico de diabetes tipo 2. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), mais de 22 milhões de brasileiros vivem nessa condição — e a maioria sequer sabe. A boa notícia é que o pré-diabetes é reversível. Com mudanças consistentes no estilo de vida, é possível evitar o avanço da doença. Por isso, identificar os sinais de glicose alta é essencial para agir a tempo. A SBD alerta: cerca de 50% das pessoas com pré-diabetes desenvolvem diabetes…

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Alimentos zero açúcar e diabetes formam uma combinação que exige atenção. Nem todo produto sem açúcar é inofensivo. Para quem convive com o diabetes, é essencial aprender a ler os rótulos, entender a diferença entre adoçantes e avaliar o impacto dos carboidratos. Com a proliferação de produtos “zero açúcar” e “diet”, cresce a confusão sobre o que realmente pode ser consumido. A tentação de escolher um biscoito ou refrigerante que promete ser “zero açúcar” é grande. No entanto, essa promessa pode esconder pegadinhas que, se não forem identificadas, comprometem o controle da glicemia. Por isso, preparamos este guia para desvendar…

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A NASA está prestes a dar um passo histórico: incluir o primeiro astronauta com diabetes em uma missão espacial. Para isso, a agência investiga a eficácia de monitores de glicose e a estabilidade da insulina na Estação Espacial Internacional (ISS). O estudo, financiado pelo Laboratório Nacional da ISS em cooperação com a NASA, busca garantir segurança para futuras tripulações com pessoas que convivem com a condição. A barreira do espaço para quem tem diabetes Durante décadas, médicos e agências espaciais desqualificaram automaticamente candidatos com diabetes dependente de insulina. Agora, a missão Axiom Mission 4 (Ax-4), lançada em 10 de junho…

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Um vídeo que virou viral e já ultrapassou 1 milhão de visualizações emocionou a internet ao mostrar a pequena Heloísa, diagnosticada com diabetes tipo 1, durante um episódio de hipoglicemia em crianças. Nas imagens, a mãe aparece oferecendo mel para corrigir a glicemia que havia caído para 31 mg/dL. A cena gerou identificação entre milhares de famílias que convivem com o diabetes. Ao mesmo tempo, trouxe um debate essencial: como agir corretamente em situações de queda brusca de glicose em crianças? O jornalista Tom Bueno, criador do Um Diabético, foi um dos que reagiu ao vídeo. Para ele, a tranquilidade…

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A glicose alta ao acordar é uma das frustrações mais comuns para quem vive com diabetes. Muitas pessoas se perguntam o que aconteceu durante a noite para que, mesmo com dieta e medicação em dia, a glicemia apareça acima do esperado. No entanto, essa elevação não acontece por acaso. Ela tem razões fisiológicas específicas e, ao identificá-las, é possível encontrar a solução adequada. Assim, chegou a hora de entender os cinco principais motivos para a glicose alta pela manhã e, principalmente, o que pode ser feito para retomar o controle. As informações são da endocrinologista Denise Franco, pesquisadora do CPCLIN/DASA.…

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