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Autor: Tom Bueno
Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.
Receber um exame com hemoglobina glicada alterada mesmo com glicose em jejum normal é uma situação comum na prática clínica. Ainda assim, esse tipo de resultado costuma gerar insegurança e sensação de incoerência. O principal motivo é que o jejum não reflete tudo o que acontece ao longo do dia. O controle real acontece fora do jejum Na maior parte dos casos, o descompasso está ligado a elevações da glicose que ocorrem após as refeições ou durante a madrugada. Segundo a endocrinologista Denise Franco, esses períodos “muitas vezes passam despercebidos quando a pessoa olha apenas um horário isolado”. Ainda assim,…
Dormir bem é um dos pilares do cuidado com o diabetes, embora muitas vezes receba menos atenção do que alimentação ou medicação. No entanto, a qualidade do sono influencia diretamente a glicose, a resposta do organismo à insulina e a capacidade de lidar com o tratamento no dia seguinte. Quando a noite é mal dormida, o impacto aparece nos números e na rotina. Na prática, o próprio diabetes reúne fatores que dificultam o descanso noturno. Entender esses pontos ajuda a explicar por que noites ruins costumam resultar em maior instabilidade da glicose. 1. Queda de glicose durante a madrugada A hipoglicemia…
Quem recebe o diagnóstico de diabetes costuma associar imediatamente a palavra à glicose alta, insulina e alimentação.No entanto, existe outra condição chamada diabetes insipidus, que não envolve açúcar no sangue e nem alterações na insulina. Essa confusão não acontece por acaso.Durante séculos, médicos classificaram doenças a partir do que conseguiam observar.Nesse contexto, um sinal chamava atenção nas duas condições: urinar em grande quantidade, muitas vezes acompanhado de sede intensa. Portanto, o nome “diabetes” surgiu antes mesmo de se entender o que causava cada doença. O que significa, afinal, diabetes mellitus? O termo diabetes mellitus vem do grego e do latim.“Diabetes” significa “passar através”, uma…
A criação de uma política pública para diabetes tipo 1 em uma cidade do interior de Minas Gerais começou dentro de casa, após o diagnóstico de uma criança ainda pequena. Nesse contexto, a vivência de uma mãe se transformou em mobilização social, articulação com o poder público e, portanto, em mudanças concretas no acesso ao tratamento e na rotina escolar. Em Passa Quatro, a iniciativa passou a impactar diretamente crianças e cuidadores. Do diagnóstico ao choque com a falta de estrutura O diagnóstico de diabetes tipo 1 chegou quando a filha tinha apenas dois anos. Além do impacto emocional, a família se deparou…
Após o período de jejum noturno, o organismo passa por ajustes hormonais que influenciam a glicose no sangue. Nesse cenário, a primeira refeição do dia tende a gerar respostas glicêmicas mais evidentes em pessoas que convivem com diabetes. Além disso, a relação entre café da manhã e diabetes envolve fatores como a glicemia ao acordar, o tipo de alimento escolhido, a quantidade ingerida e a combinação entre os itens. Portanto, o impacto dessa refeição não depende de um alimento isolado, mas do contexto em que ele é consumido. Por que alguns alimentos costumam dificultar o controle glicêmico? Durante a manhã, hormônios como…
Quem convive com diabetes costuma buscar alternativas para reduzir o consumo de açúcar, e o refrigerante zero aparece com frequência nessa escolha. No entanto, o hábito diário levanta alertas importantes do ponto de vista nutricional, mesmo sem impacto direto na glicemia. A dúvida surgiu em uma pergunta enviada ao DiabetesCast e recebeu esclarecimento da nutricionista e educadora em diabetes da Sociedade Brasileira de Diabetes, Maristela Struffaldi, ao comentar o consumo frequente da bebida, inclusive entre crianças. Refrigerante zero não sobe a glicose, mas não deve virar hábito Do ponto de vista glicêmico, o refrigerante zero não eleva a glicose no sangue.…
A aprovação da primeira insulina semanal no Brasil, anunciada em março de 2025, marcou um avanço relevante no tratamento do diabetes. Em 2026, o tema segue em evidência, enquanto pacientes e especialistas buscam entender o que pode mudar na prática. O registro concedido pela Anvisa reconheceu a segurança e a eficácia da nova insulina de ação semanal desenvolvida pela Novo Nordisk. Ainda assim, a expectativa permanece elevada diante do potencial de simplificar uma rotina historicamente marcada por aplicações diárias. Nesse cenário, a pergunta central permanece: o que, de forma realista, é possível esperar da insulina semanal ao longo de 2026? Por que a…
O pão de queijo costuma parecer uma escolha simples e segura, principalmente por não levar açúcar na receita. No entanto, para quem convive com diabetes, ele pode causar um efeito inesperado na glicose horas depois do consumo. Em muitas situações do dia a dia, pessoas relatam que a glicemia sobe quando já não estão mais pensando no alimento. Compreender por que isso acontece é fundamental para evitar erros no manejo e nos ajustes do tratamento. O pão de queijo não tem açúcar, mas vira glicose O principal ingrediente do pão de queijo é o polvilho, um tipo de amido extraído…
Quem convive com diabetes aprende, com o tempo, que o corpo costuma dar sinais silenciosos. As unhas são um desses alertas que muita gente só percebe quando a mudança já está visível. Por que a glicose alta pode deixar as unhas amareladas De acordo com o dermatologista Felipe Ribeiro, a unha amarelada não é uma doença em si. Ainda assim, aparece com frequência em pessoas com diabetes.“Quando a glicemia fica elevada por mais tempo, formam-se substâncias chamadas produtos de glicação, que têm coloração amarelada e acabam se depositando nas unhas”, explica.Nesse contexto, a unha não consegue eliminar esses resíduos. Portanto, a…
Saber quais são os níveis perigosos de glicose no sangue é fundamental para quem convive com diabetes ou apresenta fatores de risco para a doença. Embora oscilações aconteçam, valores muito baixos ou elevados exigem atenção imediata, pois aumentam o risco de complicações agudas e danos silenciosos ao longo do tempo. Quais são os valores considerados adequados de glicose As metas glicêmicas variam conforme idade, tipo de diabetes e tratamento. Ainda assim, diretrizes costumam indicar, para muitas pessoas, valores entre 70 e 180 mg/dL ao longo do dia. Segundo o endocrinologista pediátrico Eduardo Calliari, “existe um consenso que fala que o valor bom de…