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Autor: Laura Lany
Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.
A dúvida sobre manter o pão francês no café da manhã é frequente entre pessoas com diabetes tipo 2. No entanto, a resposta depende da resistência à insulina e da monitorização glicêmica individual. Segundo a nutricionista Tarcila Campos, não é possível orientar sem dados. “Se eu não vejo a glicemia antes e duas horas após a refeição, eu não sei o impacto real daquele pão”, afirma. Portanto, a decisão não deve ser baseada apenas em regra geral. Resistência à insulina muda o limite do carboidrato no diabetes tipo 2 A resistência à insulina reduz a capacidade do organismo de utilizar…
A mortadela é um alimento processado e industrializado, com conservantes. Por isso, especialistas recomendam que as pessoas não a consumam diariamente. Carol Netto, nutricionista especialista em diabetes, explica: “A mortadela contém proteína e gordura e possui baixo teor de carboidrato, o que significa que não provoca picos rápidos de glicemia”. No entanto, ela alerta que o consumo excessivo de sal e gordura pode trazer riscos para quem tem diabetes e condições associadas, como hipertensão. Carboidrato do pão pode interferir na glicose É comum consumir mortadela acompanhada de pão. Neste contexto, o carboidrato do pão funciona como um regulador, retardando a…
Katie Beth Hand viralizou nas redes sociais após revelar que não precisa mais usar insulina depois de participar de um estudo clínico com transplante de células das ilhotas pancreáticas. Diagnosticada ainda jovem com diabetes tipo 1, ela conviveu por anos com aplicações diárias e monitoramento constante da glicose. Segundo o relato, ela descobriu o ensaio clínico há cerca de um ano e meio em um site especializado em pesquisas. Depois da inscrição e das etapas de seleção, passou pelo transplante das células produtoras de insulina. Desde então, afirma manter níveis glicêmicos estáveis sem aplicações diárias. Estudo clínico envolve transplante de…
A artropatia de Charcot é uma das complicações mais graves do pé diabético e, portanto, ocorre quando fraturas silenciosas provocam deformidades rápidas. A condição está associada à neuropatia diabética, que compromete a sensibilidade e a circulação, fazendo com que feridas sejam difíceis de cicatrizar e aumentando o risco de amputação. De acordo com o ortopedista Dr. Eduardo Araújo, especialista em cirurgias do pé e tornozelo, o diagnóstico precoce é crucial. “O pé diabético sofre alterações sem dor. Sem avaliação imediata, portanto, essas fraturas podem evoluir para deformidades permanentes”, explica. O que é a artropatia de Charcot Charcot é uma doença…
O diabetes tipo 2 se desenvolve a partir da combinação de diferentes fatores de risco. Portanto, reduzir o diagnóstico a uma única causa não reflete o que apontam as diretrizes clínicas atuais. Idade, genética, composição corporal e estilo de vida participam do processo. Segundo a nutricionista Tarcila Campos, hoje é possível identificar fatores que aumentam a probabilidade de desenvolver a doença. Entre eles estão elementos que não podem ser modificados. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, pessoas a partir dos 35 anos já apresentam risco aumentado para diabetes tipo 2. Além disso, histórico familiar, como pai, mãe ou…
O consumo de suco de caixinha para quem tem diabetes ainda faz parte da rotina de muitas famílias. No entanto, esse produto concentra açúcar livre e aditivos. Por isso, especialistas orientam que pessoas com diabetes evitem o consumo habitual. Segundo a nutricionista Tarcila Campos, o suco de caixinha oferece baixo valor nutricional. “Ele é um ultraprocessado com açúcar e corantes. Não analiso apenas o impacto glicêmico, mas a alimentação como um todo”, afirma. Portanto, a orientação vai além da glicose. O que caracteriza o suco de caixinha no diabetes O Ministério da Saúde inclui o suco de caixinha entre os…
A pamonha, alimento tradicional à base de milho, contém altos níveis de carboidratos, o que pode causar elevação rápida da glicose em pessoas com diabetes. Carol Netto, nutricionista especialista em diabetes, explica que o milho possui índice glicêmico elevado, e que as receitas tradicionais incluem leite, manteiga e açúcar, aumentando ainda mais a quantidade de carboidratos simples. “Uma pamonha chega a ter cerca de 30 gramas de carboidrato, praticamente equivalente a um pão”, afirma Netto. O consumo frequente de carboidratos simples exige atenção especial, pois pode causar picos de glicemia que prejudicam o controle do diabetes a longo prazo. Para…
Ronan Oliveira, participante do Big Brother Brasil em 2016, concedeu entrevista ao canal de Lucas Selfie no YouTube. Ele falou sobre a amizade com Ana Paula Renault, que também participou da edição com ele há 10 anos, e os cuidados que ela mantém com sua diabetes tipo 2. Atualmente, Ana Paula Renault está no programa como veterana na edição de 2026, concorrendo ao prêmio de mais de cinco milhões de reais. Segundo Ronan, a relação construída durante o reality show se transformou em um vínculo próximo, no qual a ela acompanha aspectos da rotina de saúde dele. Rotina de cuidados…
Receber o diagnóstico de diabetes costuma trazer dúvidas sobre tratamento e acompanhamento. Entre as principais perguntas está quais médicos procurar após a confirmação da doença. O diabetes é uma condição crônica que exige monitoramento contínuo. Nesse contexto, o cuidado vai além de um único especialista. Embora o endocrinologista seja o eixo central do tratamento, outras áreas médicas participam da prevenção de complicações. Endocrinologista coordena o tratamento do diabetes O endocrinologista é responsável por diagnosticar e conduzir o tratamento do diabetes. Ele define medicamentos, avalia a necessidade de insulina e orienta mudanças no estilo de vida. Além disso, solicita exames periódicos,…
A suspeita de que a insulina estraga costuma surgir quando a glicemia não reduz após a aplicação. Segundo a endocrinologista Denise Franco, esse é um dos primeiros sinais de que algo pode estar errado com o medicamento ou com o modo de uso. Muitas pessoas que vivem com diabetes utilizam insulina diariamente. No entanto, quando a insulina estraga ou perde eficácia, o controle glicêmico pode falhar, mesmo com a dose habitual. Quando desconfiar que a insulina estragou O principal alerta é a hiperglicemia persistente após uma correção. Denise Franco orienta que, diante de uma glicose elevada, a pessoa observe se…