Autor: Laura Lany

Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.

A aplicação de insulina parece um procedimento simples. No entanto, erros na técnica ainda comprometem o controle da glicose de quem vive com diabetes. Segundo o endocrinologista Rodrigo Siqueira, pequenos deslizes na rotina podem explicar variações glicêmicas frequentes, mesmo quando a dose está adequada. 1. Aplicação de insulina sem rodízio pode causar alterações no tecido Repetir a aplicação no mesmo local favorece o surgimento de lipodistrofias, que são alterações no tecido subcutâneo. Nesse contexto, a insulina passa a ser absorvida de forma irregular. Além disso, a pessoa pode não perceber a mudança na pele. Portanto, o rodízio entre abdômen, coxas,…

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Frutas podem e devem estar na alimentação de pessoas com diabetes tipo 2. Além disso, é fundamental entender quantidade, combinação e horário para controlar a glicemia. A nutricionista Tarcila Campos, especialista em educação em diabetes, reforça que cada organismo reage de forma diferente. “Não existe fruta proibida. Porém, a quantidade e a forma de combinar a fruta com outros alimentos, como oleaginosas, iogurte ou proteínas, definem o impacto na glicose”, explica Tarcila. Combinação com outros alimentos ajuda a controlar a glicose Ela destaca que medir a glicose antes e depois das refeições ajuda a compreender como cada fruta afeta o…

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O Big Brother Brasil 26 trouxe à tona discussões sobre diabetes ao mostrar duas situações que chamam atenção. O ator Babu Santana convive com diabetes tipo 2, enquanto a participante Marciele relatou experiências de um sobrinho com diabetes tipo 1. Essas situações ajudam a refletir sobre o impacto da doença na rotina de adultos e crianças. Babu Santana e a convivência com diabetes tipo 2 Babu Santana revelou publicamente o diagnóstico em 2020 e, desde então, compartilha detalhes sobre o manejo diário da doença. O diabetes tipo 2 é silencioso e afeta milhões de brasileiros. Além disso, exige atenção constante…

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Pessoas com diabetes têm maior risco de problemas bucais devido à dificuldade do organismo em combater bactérias e à suscetibilidade à inflamação. Além disso, estudos mostram que cinco em cada seis indivíduos com a condição apresentam maior propensão a doenças gengivais. Para detalhar esses sinais, o portal Um Diabético conversou com Cristina Houck, dentista, microbiologista e professora, que estuda a relação entre saúde bucal e diabetes. Ela também é mãe de uma criança com diabetes tipo 1, o que portanto reforça sua perspectiva prática e científica. 1. Candidíase oral A candidíase oral, conhecida popularmente como sapinho, é uma infecção fúngica…

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O tipo de insulina utilizado influencia diretamente o controle da glicose. Pessoas com diabetes tipo 1 que usam insulina glargina ou outras de ação prolongada podem organizar refeições com menor preocupação com picos de glicose. No entanto, quem utiliza NPH ou insulina regular, fornecida pelo SUS, precisa planejar lanches para evitar quedas abruptas de glicemia. Segundo a nutricionista Carol Netto, “pacientes que usam NPH ou regular devem inserir pequenos lanches entre refeições principais. Isso garante manutenção da glicemia e reduz risco de hipoglicemia, especialmente em horários de pico da insulina”. Escolha dos lanches Pequenos lanches estratégicos ajudam a manter a…

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A escolha do carboidrato no café da manhã pode influenciar diretamente os níveis de glicose em pessoas com diabetes tipo 2. Tarcila Campos, nutricionista especialista em diabetes, orienta que entender a velocidade de absorção dos alimentos é essencial para o controle glicêmico. Entendendo o índice glicêmico dos alimentos matinais O índice glicêmico indica a rapidez com que um alimento eleva a glicemia após o consumo. Segundo Tarcila Campos, alimentos como tapioca apresentam o índice glicêmico variável, e algumas pessoas percebem dificuldade de controle glicêmico ao consumi-la. Por outro lado, cuscuz de milho pode apresentar absorção mais lenta, favorecendo maior estabilidade…

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O diagnóstico de diabetes tipo 1 mudou a rotina do comediante Sam Morrison em 2021. Desde então, ele passou a abordar a doença nos palcos, incluindo episódios de hipoglicemia, hiperglicemia e uso de bomba de insulina durante apresentações. Na primeira consulta, ele ouviu que sua glicemia estava em 600 mg/dL. Ao perguntar se o valor era grave, transformou a própria reação em material de stand-up. Desde então, o humor se tornou estratégia para falar de uma condição que exige aplicação diária de insulina e monitoramento constante. Humor e diabetes tipo 1: relato público sobre rotina e estigma Durante os shows,…

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A dúvida sobre trocar arroz branco por integral surge com frequência após o diagnóstico de diabetes tipo 2. No entanto, a resposta não é automática. Segundo a nutricionista especialista na condição, Tarcila Campos, o impacto glicêmico depende não apenas do tipo de arroz, mas da forma como ele é consumido. “Integral tem seu benefício porque foi menos processado. Ele preserva mais fibras, vitaminas e minerais”, afirma Tarcila. Ainda assim, ela ressalta que a discussão sobre diabetes tipo 2 não pode se limitar ao grau de processamento. Arroz integral é mais nutritivo, mas não resolve sozinho o impacto glicêmico O arroz…

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A dúvida sobre pão de forma no diabetes é frequente na rotina de quem monitora a glicemia. O alimento faz parte do café da manhã de muitas famílias. No entanto, ainda há confusão sobre diferenças entre a versão integral e a tradicional. A reportagem do Portal Um Diabético conversou com a nutricionista especialista em diabetes Carol Netto. Segundo ela, o ponto central não é a proibição, mas a compreensão da quantidade e da composição. Pão de forma no diabetes: carboidrato é semelhante ao do pão francês De acordo com Carol Netto, tanto o pão de forma tradicional quanto o integral…

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A associação imediata entre aumento da glicose e alimentação leva muitas pessoas a acreditarem que precisarão excluir alimentos do dia a dia, como arroz, pão ou frutas. Mas essa lógica não é tão simples. No novo episódio do DiabetesCast, a nutricionista Tarcila Campos explica que o primeiro passo é abandonar a ideia de que existe “alimento proibido” para quem tem diabetes tipo 2. Diabetes tipo 2 não é causado apenas pela alimentação O diabetes tipo 2 é uma condição multifatorial. Idade, genética, composição corporal, sedentarismo e padrão alimentar influenciam o risco de desenvolvimento da doença. Ou seja: não se trata…

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