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Autor: Tom Bueno
Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.
Acordar no meio da noite para beber água, ir ao banheiro várias vezes ou sentir o corpo suado sem motivo aparente pode parecer inofensivo, mas também pode ser um alerta silencioso de que algo está errado. Esses sintomas noturnos são comuns em pessoas com diabetes não diagnosticado ou com a glicose desregulada. Embora muita gente associe o diabetes a sintomas como sede excessiva e fome exagerada durante o dia, o corpo dá sinais importantes também à noite. Por isso, entender o que acontece durante o sono pode ajudar a identificar precocemente a condição e buscar tratamento adequado. Veja a seguir os principais sintomas noturnos…
Muita gente com diabetes já se perguntou se comer maçã pode realmente aumentar a glicose no sangue. A dúvida é comum — e aparece com frequência nos consultórios e nas redes sociais. No episódio do DiabetesCast, disponível no YouTube e no Spotify, a nutricionista Maristela Strufaldi, educadora em diabetes da Sociedade Brasileira de Diabetes, trouxe uma explicação clara sobre esse tema. O ponto de partida da conversa foi o relato de uma seguidora: “como uma maçã e minha glicose sobe muito”. Embora pareça uma reação direta e automática, a realidade é mais complexa do que parece. Frutas são permitidas no diabetes? De acordo com a…
Manter a glicose dentro da faixa ideal não é apenas uma recomendação: é uma das estratégias mais eficazes para evitar complicações do diabetes ao longo do tempo. Mas você já se perguntou por quantas horas por dia a glicemia precisa estar sob controle para proteger seu corpo? A resposta está no conceito de Tempo no Alvo — ou, como é chamado internacionalmente, Time in Range (TIR). O que é o Tempo no Alvo? O Tempo no Alvo, por sua vez, representa a porcentagem do dia em que a glicose de uma pessoa com diabetes permanece entre 70 e 180 mg/dL.…
Mesmo aplicando insulina corretamente e cuidando da alimentação, muitas pessoas com diabetes enfrentam um desafio: a glicose parece não responder como antes. Por isso, em alguns momentos, permanece alta por horas. Em outros, despenca rapidamente, mesmo com a mesma dose de insulina que funcionava dias atrás. O que explica isso? Dois fatores silenciosos, mas fundamentais, podem estar por trás dessas situações: resistência à insulina e sensibilidade à insulina. Conceitos diferentes, mas que afetam diretamente o controle glicêmico, e que, muitas vezes, não recebem a devida atenção fora do consultório médico. Quando o corpo passa a resistir à insulina A resistência…
Neste 27 de julho de 2025, a descoberta da insulina completa 104 anos. Foi em 1921 que os médicos canadenses Frederick Banting e Charles Best, com o apoio do professor John Macleod e do bioquímico James Collip, conseguiram isolar a insulina do pâncreas de cães e aplicá-la com sucesso em um ser humano com diabetes tipo 1. A descoberta rendeu o Prêmio Nobel de Medicina em 1923 e representou o início de uma nova era no tratamento da condição, que até então era praticamente fatal para pessoas diagnosticadas ainda na infância ou adolescência. Antes do medicamento, o único tratamento disponível…
Sexta-feira à noite. Depois de uma semana puxada, é comum surgir a vontade de relaxar, encontrar amigos ou simplesmente abrir uma cerveja para marcar o fim do dia. Mas quem tem diabetes precisa pensar nesse hábito com mais atenção, principalmente com o próprio tratamento. O consumo de bebidas alcoólicas por pessoas com diabetes levanta dúvidas importantes: é seguro? Qual a quantidade permitida? Cerveja sem álcool é uma boa opção? A resposta exige planejamento e acompanhamento. Mesmo que o consumo moderado seja possível em alguns casos, o álcool interfere na glicemia e pode causar complicações se não houver orientação profissional Qual…
Um vídeo de um tamanduá-bandeira com diabetes divulgado pelo zoológico Camperdown Wildlife Centre, em Dundee, na Escócia, tem chamado atenção, principalmente nas redes sociais. Isso porque na imagem, o animal silvestre aparece tendo seu sensor de glicose substituído por profissionais da instituição. Publicação original e repercussão no Brasil O zoológico publicou a gravação originalmente no Instagram oficial no dia 10 de junho de 2025, como parte das ações da Semana da Saúde dos Animais. No post, os cuidadores apresentam a Nala, um tamanduá-bandeira com diabetes, durante a troca do seu sensor de glicose. O vídeo também foi compartilhado nas redes…
A hemoglobina glicada é o exame mais conhecido para avaliar o controle do diabetes, mas ela sozinha pode esconder oscilações perigosas. O episódio mais recente do DiabetesCast abordou um conceito cada vez mais valorizado por médicos e pacientes: o tempo no alvo. O que é o tempo no alvo O Tempo no alvo é o número de horas por dia que a glicose permanece entre 70 e 180 mg/dL. “Se eu passo 17 horas do meu dia dentro dessa faixa, estou mais protegida de complicações”, afirmou Dra. Denise Franco. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, o objetivo é manter a…
A glicose alta por longos períodos pode causar danos sérios à saúde de quem vive com diabetes. Mas será que uma glicemia alta por algumas horas já é motivo de preocupação? Durante o episódio especial do DiabetesCast, dois endocrinologistas renomados, Dra. Denise Franco e Dr. Fernando Valente, trouxeram respostas claras e orientações práticas para quem convive com a condição. Glicose alta nem sempre é um sinal de alerta imediato O maior risco não está em um pico isolado, mas sim na glicemia alta que se mantém ao longo de semanas, meses ou anos. “Uma glicemia alta momentânea, isolada, não é…
Nos últimos anos, medicamentos como a semaglutida e a tirzepatida — criados originalmente para o tratamento do diabetes tipo 2 — passaram a ocupar o centro das discussões sobre emagrecimento. A eficácia na perda de peso foi tão expressiva que rapidamente essas substâncias começaram a ser reposicionadas como soluções para a obesidade, recebendo novas aprovações regulatórias e sendo amplamente divulgadas por clínicas, redes sociais e veículos de mídia. Essa mudança de narrativa, no entanto, levanta uma questão importante: por que o diabetes tipo 2, uma condição crônica que ainda afeta milhões de brasileiros, parece ter perdido protagonismo nas discussões sobre…