Autor: Tom Bueno

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

Alimentos que aumentam a glicose fazem parte do dia a dia de quem convive com diabetes e nem sempre envolvem açúcar ou doces. No entanto, muitos desses alimentos provocam elevações rápidas ou tardias da glicemia, o que pode dificultar o controle do diabetes. Nesse contexto, entender como esses alimentos atuam no organismo é essencial para fazer escolhas mais seguras, sem culpa e sem restrições extremas. Açúcares e carboidratos refinados elevam a glicose de forma rápida Alimentos como refrigerantes, doces, bolos, biscoitos, pães brancos e massas refinadas provocam elevação rápida da glicose no sangue. Isso ocorre porque esses produtos têm baixo teor…

Leia Mais

O rastreamento do diabetes tipo 1 no Brasil passou a integrar oficialmente as recomendações após atualização recente da diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).Com essa mudança, a identificação da doença pode ocorrer ainda na fase silenciosa, antes do surgimento dos sintomas clássicos. Nesse contexto, o diagnóstico deixa de acontecer apenas em situações de emergência.Além disso, a nova diretriz busca reduzir o risco de cetoacidose diabética, uma complicação grave que ainda marca muitos diagnósticos iniciais no país. O que mudou com a nova diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes Até pouco tempo, médicos diagnosticavam o diabetes tipo 1 principalmente após sintomas…

Leia Mais

A Constituição Federal garante que a saúde é um direito de todos e um dever do Estado. No entanto, na prática, pessoas que convivem com diabetes ainda enfrentam dificuldades para acessar medicamentos e insumos básicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Falta de insulina, ausência de tiras de glicemia e interrupções no fornecimento de outros insumos impactam diretamente o tratamento. Nesse contexto, saber quais caminhos seguir pode evitar atrasos, riscos à saúde e falsas expectativas. Via administrativa é o primeiro passo para garantir acesso a medicamentos no SUS Quando o tratamento prescrito não está disponível no SUS, o caminho inicial…

Leia Mais

A nova terapia celular no diabetes tipo 1 avançou mais uma fase ao tentar resolver um dos maiores desafios desse tipo de tratamento: evitar o uso de imunossupressores.Esses medicamentos são usados para impedir a rejeição das células transplantadas.No entanto, eles aumentam o risco de infecções e outras complicações. Nesse contexto, pesquisadores passaram a testar células modificadas para produzir insulina sem provocar resposta imunológica intensa. A proposta é reduzir riscos e ampliar a segurança.Ainda assim, especialistas alertam que os estudos seguem em fase experimental. O que são as células hipoimunes e qual é a proposta As células hipoimunes são células modificadas em…

Leia Mais

Para quem convive com diabetes, a pizza costuma gerar dúvida, culpa e, muitas vezes, descontrole glicêmico horas depois da refeição. No entanto, a ciência mostra que o problema não está apenas na massa, mas na combinação entre carboidratos, gordura, fibras, horário do consumo e tipo de tratamento. Nesse contexto, alguns sabores apresentam menor impacto glicêmico quando consumidos com planejamento. Além disso, a forma de comer e a quantidade fazem tanta diferença quanto o recheio escolhido. Portanto, entender essas variáveis ajuda a transformar a pizza em uma escolha possível, ainda que ocasional. O que realmente influencia a glicose depois da pizza…

Leia Mais

Os novos tratamentos para diabetes tipo 2 estão em desenvolvimento após o avanço dos remédios que controlam a glicose e o apetite. Essas terapias ampliaram o controle da doença.No entanto, a ciência já busca alternativas mais acessíveis e fáceis de usar. Por que esses medicamentos mudaram o tratamento do diabetes tipo 2 Os remédios que controlam a glicose e o apetite atuam como um hormônio do intestino.Esse hormônio estimula a liberação de insulina quando a glicose sobe.Além disso, reduz o apetite e aumenta a saciedade. Como resultado, muitos pacientes melhoraram a hemoglobina glicada.Também houve perda de peso relevante.Por isso, essa classe…

Leia Mais

O macarrão está presente na rotina alimentar de milhões de brasileiros. No entanto, para quem convive com diabetes, o consumo da massa costuma gerar dúvidas e receios, principalmente pelo medo de picos inesperados de glicose após a refeição. Nesse contexto, a questão central não é excluir o alimento, mas entender como comer macarrão de forma adequada, com menos impacto glicêmico. Segundo a nutricionista Carol Neto, mestre em diabetes e doutora em doença renal crônica pela Unicamp, o cuidado começa na compreensão do papel do macarrão na alimentação. “O macarrão tem uma quantidade bem expressiva de carboidrato, assim como o arroz e a…

Leia Mais

Conviver com diabetes exige decisões diárias relacionadas à alimentação. No entanto, ao longo dos anos, informações imprecisas transformaram a comida em fonte de medo e culpa. Nesse contexto, muitas pessoas adotam regras rígidas que não encontram respaldo científico. Por isso, separar mitos de verdades sobre alimentação no diabetes se torna essencial para melhorar o controle glicêmico e a qualidade de vida. 1. Mito: pessoas com diabetes não podem comer frutas Muitas pessoas acreditam que frutas devem ser excluídas da alimentação após o diagnóstico de diabetes. Geralmente, essa ideia surge quando a glicose sobe após o consumo. Segundo a nutricionista Maristela Strufaldi,…

Leia Mais

O tratamento do diabetes na Venezuela é realizado principalmente pelo sistema público de saúde, com participação limitada do setor privado. Além disso, a oferta de medicamentos essenciais, como insulina e antidiabéticos orais, apresenta variações ao longo do ano. Pessoas com diabetes tipo 1 necessitam de insulina diariamente. No entanto, a disponibilidade do medicamento não é uniforme em todas as regiões do país. Por outro lado, pessoas com diabetes tipo 2 utilizam medicamentos orais e, em alguns casos, insulina. Nesse contexto, a continuidade do tratamento depende do acesso aos serviços de saúde e às farmácias. Quantas pessoas vivem com diabetes no…

Leia Mais

Acordar com a glicose mais alta do que ao deitar é uma situação frequente entre pessoas com diabetes. Muitas vezes, isso acontece mesmo após horas de jejum e sem qualquer ingestão alimentar durante a madrugada. Nesse contexto, o fenômeno do alvorecer surge como uma das principais explicações clínicas. Embora assuste, esse aumento não é, por si só, uma complicação do diabetes. No entanto, entender o mecanismo é essencial para evitar ajustes inadequados no tratamento e riscos de hipoglicemia. O que é o fenômeno do alvorecer O fenômeno do alvorecer é uma resposta fisiológica natural do organismo. Ele ocorre, principalmente, entre…

Leia Mais