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Autor: Marcelo Iezzi
Editor-Chefe e Supervisor de Comunicação - Jovem, antenado e questionador, Marcelo convive com diabetes tipo 1 desde os 5 anos de idade. Natural de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, é jornalista e está sempre em busca de novos aprendizados. Atua na produção e edição de reportagens, roteiros e conteúdos que unem informação, sensibilidade e relevância. Também supervisiona a comunicação institucional do Um Diabético e contribui ativamente para o diálogo com a comunidade. Sua vivência com o diabetes traz ainda mais autenticidade e empatia para o conteúdo que produz.
Um estudo recente revelou que adiar o café da manhã para depois das 9 horas pode aumentar significativamente o risco de desenvolver diabetes tipo 2. A pesquisa, realizada com mais de 103 mil participantes, mostrou que quem tem o hábito de tomar a primeira refeição do dia mais tarde tem um risco 59% maior de desenvolver a doença em comparação com quem come antes das 8h. Essa descoberta reforça a importância de manter uma rotina alimentar equilibrada e alinhada ao relógio biológico do corpo.
A cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, começou a tramitar o Projeto de Lei 18/2025, que pode, em breve, iniciar a distribuição de sensores de glicose para a população que convive com diabetes no município. O portal “Um Diabético” apurou que a medida, protocolada pelo vereador Pablo Almeida (PL), foi feita após o presidente Lula vetar o PL que tornaria o diabetes tipo 1 uma deficiência em todo o Brasil.
A água com gás tem ganhado destaque entre todos que buscam alternativas saudáveis para manter a hidratação e controlar o peso. Um estudo realizado no Centro de Diálise do Hospital de Neurocirurgia Tesseikai, no Japão, trouxe novas descobertas sobre como a bebida pode ajudar na regulação dos níveis de glicose no sangue e, indiretamente, na perda de peso.
O diabetes tipo 1 é frequentemente associado a crianças e jovens, mas a história de Marly, uma senhora de 79 anos de Nova Friburgo, na região serrana do Rio de Janeiro, mostra que a doença pode se manifestar em qualquer fase da vida. O diagnóstico inesperado veio durante a pandemia de Covid-19, quando ela tinha 75 anos e trouxe desafios e mudanças profundas para a rotina.
A troca de insulinas em várias regiões do Brasil chamou a atenção de muitos pacientes que dependem do medicamento nos últimos dias. O portal “Um Diabético” recebeu um relato de São Paulo em que um beneficiário usava a insulina Asparte, mas, ao marcar para buscar, só encontrou a insulina Lispro disponível para retirada. Diante das mudanças relatadas por leitores e seguidores, o portal entrou em contato com o Ministério da Saúde para esclarecer o ocorrido.
Nesta segunda-feira, 4 de fevereiro, é celebrado o Dia Mundial do Câncer, uma data dedicada à conscientização e combate a uma das doenças que mais afeta a população mundial. Entre os muitos fatores de risco já conhecidos, um novo estudo realizado na Finlândia trouxe informações surpreendentes sobre a relação entre o diabetes tipo 1 e o câncer, especialmente para pacientes que passaram por um transplante renal.
A volta às aulas chegou, e com ela, a preocupação dos pais em montar uma lancheira equilibrada e saudável para crianças e adolescentes com diabetes. Mas o que realmente não pode faltar? A nutricionista e educadora em diabetes, Amanda Schuenker, explica
A cidade de Juiz de Fora, na zona da mata mineira, pode se juntar, em breve, a mais de 50 localidades no Brasil que distribuem sensores de glicose para quem convive com diabetes. A partir de agora, o município fica autorizado a fornecer sensores digitais para controle da glicemia, conforme prescrição médica.
As bombas automáticas de insulina para o tratamento da diabetes tipo 1 passarão a estar disponíveis em farmácias comunitárias de Portugal nos próximos dias, após a conclusão dos ajustes nos sistemas informáticos e logísticos necessários para garantir sua distribuição aos pacientes.
O retorno às aulas começou nesta segunda-feira, 03, em todo o Brasil. Desta vez, com novidades quanto ao uso de celular no ambiente escolar. A sanção da Lei 15.100/2025 determina que fica restrito o uso dos telefones nos colégios, destacando exceções que beneficiam estudantes com diabetes e outras questões de saúde. Apesar de não especificar quais condições de saúde estão incluídas, especialistas esclarecem que essa flexibilização é válida para estudantes que precisam de dispositivos eletrônicos para monitorar a glicose ou administrar o tratamento do diabetes, por exemplo. Mobilização antes da sanção da lei Antes da sanção da lei, a Sociedade…