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Autor: Marcelo Iezzi
Editor-Chefe e Supervisor de Comunicação - Jovem, antenado e questionador, Marcelo convive com diabetes tipo 1 desde os 5 anos de idade. Natural de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, é jornalista e está sempre em busca de novos aprendizados. Atua na produção e edição de reportagens, roteiros e conteúdos que unem informação, sensibilidade e relevância. Também supervisiona a comunicação institucional do Um Diabético e contribui ativamente para o diálogo com a comunidade. Sua vivência com o diabetes traz ainda mais autenticidade e empatia para o conteúdo que produz.
A onda de calor que atinge parte do Brasil, além de impactar no controle do diabetes, também mexe com a alimentação e a hidratação. Todos os cuidados devem ser redobrados nos dias quentes. Independente de altas temperaturas, o dia a dia já dita que todos devem se hidratar. Mas durante uma onda de calor, a absorção de líquido se faz ainda mais necessária, principalmente em quem convive com diabetes por uma “facilidade” maior de chegar a uma desidratação.
Uma onda de calor começou a tomar conta de parte do Brasil nesta semana. Com projeções de sensação térmica passando de 60°C, a atenção e o cuidado com o tratamento do diabetes no calor devem ser redobrados. Seja no armazenamento de insulina e no controle da glicemia, tudo pode ser uma pedra no sapato de quem convive com diabetes e enfrenta o calor. Por isso, é preciso ficar em atenção aos sinais.
Quando o assunto é alimentação para pessoas com diabetes, muitas dúvidas e mitos ainda circulam por aí. Um dos maiores equívocos é a ideia de que frutas devem ser completamente evitadas. A nutricionista educadora em diabetes, Amanda Schuenker, esclarece que essa crença está longe de ser verdadeira. Segundo ela, o segredo está no equilíbrio e na contagem correta dos carboidratos na dieta.
Uma boa noite de sono pode fazer toda a diferença na saúde, e para pessoas com diabetes tipo 1, esse impacto pode ser ainda maior. Um estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, revelou que a qualidade do sono está diretamente ligada ao controle da glicose, influenciando nos níveis de açúcar no sangue e aumentando o risco de complicações da doença.
Um novo projeto de lei, em tramitação no Congresso Nacional, busca assegurar que pessoas com diabetes possam portar e utilizar livremente equipamentos e medicamentos necessários ao controle da glicemia em qualquer local. A proposta da deputada Denise Pessôa (PT-RS) foi protocolada na Câmara dos Deputados e visa evitar situações discriminatórias que podem dificultar o monitoramento da doença.
O Projeto 100 Diabetes, idealizado pelo Dr. Alberto David, médico que convive com diabetes tipo 1 e membro das sociedades Brasileira e Americana de Diabetes, vem ganhando destaque ao oferecer acompanhamento online e multidisciplinar a pessoas com diabetes em todas as regiões do país.
Os queijos podem ser grandes aliados no controle da glicemia, especialmente para pessoas com diabetes. Isso porque são ricos em proteínas, que promovem saciedade e ajudam a evitar picos de açúcar no sangue. No entanto, a escolha do tipo de queijo e a quantidade consumida fazem toda a diferença.
Tem circulado na internet a informação de que acompanhantes de passageiros com diabetes teriam direito a um desconto na compra de passagens aéreas, cerca de 80%. No entanto, essa informação não consta na regulamentação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Segundo as regras vigentes, o benefício não é concedido automaticamente a pessoas com diabetes, sendo necessário comprovar, por meio de laudo médico, a necessidade de assistência contínua durante o voo.
O uso de medicamentos injetáveis manipulados ou vendidos sem regulação para tratar obesidade e diabetes tem crescido no Brasil, trazendo preocupação para especialistas da área da saúde. Organizações médicas do país publicaram uma nota conjunta e alertaram sobre os perigos dessas versões alternativas e reforçam a necessidade de utilizar apenas opções aprovadas por autoridades sanitárias de todo o mundo. O conteúdo ainda traz orientações importantes para pacientes e médicos.
Professora com diabetes transforma canetas de insulinas vazias em material escolar para alunos no RS
Uma iniciativa de Farroupilha, no interior do Rio Grande do Sul, está inovando ao reaproveitar as insulinas descartáveis para transformar em um importante material de trabalho e estudo: uma caneta esferográfica. A ideia surgiu a partir de uma professora da cidade gaúcha, que convive com diabetes tipo 1. Ela se juntou a uma rede de voluntários e promove diversas ações no município, entre elas, a “Insulife.”
