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    Início » Precisa ser tudo diet? Desvendando os mitos da alimentação no diabetes
    Alimentação

    Precisa ser tudo diet? Desvendando os mitos da alimentação no diabetes

    Daniel Mastroianni28 de outubro de 2025Nenhum comentário5 Mins Read
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    Produtos "diet" nem sempre são livres de carboidratos; ler o rótulo é essencial.
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    O diagnóstico do diabetes frequentemente traz consigo uma avalanche de dúvidas, especialmente sobre o que comer. Muitas pessoas que recebem a notícia sentem medo da comida, acreditando que precisarão de uma dieta restritiva e sem sabor. No entanto, desvendar os mitos da alimentação no diabetes é o primeiro passo para uma relação saudável com a comida.

    Para esclarecer esse tema, o jornalista Tom Bueno recebeu a nutricionista Tarcila Campos, educadora em diabetes e membro da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), em mais um episódio do DiabetesCast. Juntos, eles discutiram se quem tem diabetes realmente precisa consumir apenas produtos diet.

    Tenho diabetes, e agora? Descubra o que pode comer | DiabetesCast #1

    Por que a comida impacta a glicose?

    A confusão começa na relação entre “açúcar” e “glicose”. A nutricionista Tarcila Campos explica que comemos para obter energia. Praticamente tudo que ingerimos passa por um processo de digestão e influencia a glicose (o açúcar do sangue). Para que essa glicose vire energia dentro das células, o corpo precisa da insulina.

    “Quando vem essa alteração no exame, o que acontece é [que] esse hormônio insulina, ou ele deixou de ser produzido, ou ele está com alguma dificuldade de funcionar”, esclarece Tarcila. Por isso, a comida vira o foco. No entanto, ela ressalta que o tratamento não é deixar de comer, mas sim criar uma relação saudável entre o que a pessoa come e seu tratamento.

    Um erro comum é achar que apenas o açúcar de doces (sacarose) vira glicose. Tarcila desmistifica isso:

    “A sacarose [açúcar de mesa] vai virar glicose na nossa corrente sanguínea, assim como o amido, que é o carboidrato do pão, vai virar glicose […]. Assim como a lactose, que é o carboidrato do leite, vai virar glicose […]. Assim como a frutose, que é o açúcar da fruta, vai virar glicose na corrente sanguínea.”

    O segredo está na quantidade, não na proibição

    Um dos maiores mitos da alimentação no diabetes é acreditar que a causa da condição é o consumo de doces. A verdade, segundo a especialista, está no equilíbrio. No podcast, Tom Bueno propõe um exemplo: o que impacta mais a glicose, uma fatia fina de bolo (com sacarose) ou uma caixa cheia de uvas (com frutose)?

    A resposta de Tarcila é direta: provavelmente a caixa de uvas. “A gente chegou no intuito do quê? […] O segredo tá na quantidade. Sempre. E nas combinações”, afirma.

    Isso nos leva à questão dos produtos “diet”. Eles são a solução? Nem sempre. Um refrigerante diet, por exemplo, troca o açúcar por adoçante, zerando o carboidrato. Já um chocolate diet, explica Tarcila, zera o açúcar (sacarose), mas mantém outros ingredientes que possuem carboidratos, como a massa de cacau e o leite. Portanto, ele ainda impactará a glicose.

    Estratégias para diferentes tipos de diabetes

    É fundamental entender que a necessidade nutricional de quem tem diabetes é a mesma de quem não tem. O que muda é a estratégia de gerenciamento.

    Pessoas com diabetes tipo 2 que não usam insulina, por exemplo, geralmente precisam respeitar um limite de carboidratos por refeição. O corpo delas, mesmo com medicação oral, tem uma capacidade limitada de processar essa glicose.

    Já quem tem diabetes tipo 1 (ou tipo 2 que utiliza insulina nas refeições) ganha mais flexibilidade através da contagem de carboidratos. “A gente consegue fazer um ajuste mais adequado com [a] contagem de carboidrato”, diz Tarcila. Se essa pessoa quiser comer dois pães em vez de um em uma ocasião especial, ela pode ajustar a dose de insulina para cobrir aquele carboidrato extra, algo que quem usa apenas medicação oral não consegue fazer.

    Como reduzir o índice glicêmico das refeições?

    O índice glicêmico (IG) refere-se à velocidade com que um carboidrato se transforma em glicose no sangue. Controlar essa velocidade é crucial. A boa notícia é que não precisamos comer apenas alimentos de baixo IG; podemos usar as combinações a nosso favor.

    A nutricionista Tarcila Campos deu dicas práticas no DiabetesCast para alimentos comuns:

    1. Pão francês: Sozinho, tem alto IG e sobe a glicose rapidamente. A estratégia é combiná-lo com proteínas ou gorduras boas, como ovos mexidos ou abacate. Isso lentifica a absorção do carboidrato.
    2. Arroz branco: Não é preciso trocá-lo obrigatoriamente pelo integral, embora o integral tenha mais fibras. A combinação clássica do prato brasileiro, arroz com feijão (proteína vegetal e fibra), já ajuda a reduzir o IG. Incluir uma boa porção de salada também é fundamental.
    3. Macarrão: O desafio do macarrão é que, culturalmente, muitas vezes o comemos sozinho. A dica de Tarcila é comer a proteína (como um frango) e a salada antes do macarrão. Mudar a ordem da ingestão faz uma grande diferença na curva glicêmica.
    4. Suco de fruta: Ao fazer um suco, como o de laranja, perdemos as fibras e concentramos a frutose de várias frutas. A estratégia de Tom Bueno, validada pela nutricionista, é usar a porção de uma fruta (uma laranja) e completar o copo com água, criando uma “laranjada” menos concentrada.

    Em resumo, o controle do diabetes não exige uma alimentação sem graça ou baseada apenas em produtos diet. O foco deve ser o equilíbrio, as combinações inteligentes e o ajuste das quantidades, quebrando os mitos da alimentação no diabetes e promovendo a saúde com comida de verdade.

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    Daniel Mastroianni
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    Advogado e Jornalista - Advogado apaixonado por Comunicação, fez do Jornalismo também profissão. Natural de Araraquara-SP, Daniel tem mais de 20 anos de atuação no meio jurídico e 10 anos de experiência como jornalista. Pós-graduado em Gestão e Comunicação em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo, dedicou boa parte de sua carreira à televisão, em emissoras como a Record News, e colaborou com inúmeros veículos de imprensa escrita na produção de artigos e conteúdo que unem rigor técnico e linguagem clara. No Um Diabético, é responsável por matérias de interesse especial para as pessoas que convivem com o diabetes. Sua missão é trazer informação de qualidade e conhecimento útil que fortaleçam o leitor, mostrando que é possível, sim, viver de forma satisfatória e com bem-estar, mesmo diante dos desafios impostos pela doença.

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