O uso de medicamentos injetáveis manipulados ou vendidos sem regulação para tratar obesidade e diabetes tem crescido no Brasil, trazendo preocupação para especialistas da área da saúde. Organizações médicas do país publicaram uma nota conjunta e alertaram sobre os perigos dessas versões alternativas e reforçam a necessidade de utilizar apenas opções aprovadas por autoridades sanitárias de todo o mundo. O conteúdo ainda traz orientações importantes para pacientes e médicos.

Uma iniciativa de Farroupilha, no interior do Rio Grande do Sul, está inovando ao reaproveitar as insulinas descartáveis para transformar em um importante material de trabalho e estudo: uma caneta esferográfica. A ideia surgiu a partir de uma professora da cidade gaúcha, que convive com diabetes tipo 1. Ela se juntou a uma rede de voluntários e promove diversas ações no município, entre elas, a “Insulife.”

Um estudo recente revelou que adiar o café da manhã para depois das 9 horas pode aumentar significativamente o risco de desenvolver diabetes tipo 2. A pesquisa, realizada com mais de 103 mil participantes, mostrou que quem tem o hábito de tomar a primeira refeição do dia mais tarde tem um risco 59% maior de desenvolver a doença em comparação com quem come antes das 8h. Essa descoberta reforça a importância de manter uma rotina alimentar equilibrada e alinhada ao relógio biológico do corpo.

A cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, começou a tramitar o Projeto de Lei 18/2025, que pode, em breve, iniciar a distribuição de sensores de glicose para a população que convive com diabetes no município. O portal “Um Diabético” apurou que a medida, protocolada pelo vereador Pablo Almeida (PL), foi feita após o presidente Lula vetar o PL que tornaria o diabetes tipo 1 uma deficiência em todo o Brasil.

A água com gás tem ganhado destaque entre todos que buscam alternativas saudáveis para manter a hidratação e controlar o peso. Um estudo realizado no Centro de Diálise do Hospital de Neurocirurgia Tesseikai, no Japão, trouxe novas descobertas sobre como a bebida pode ajudar na regulação dos níveis de glicose no sangue e, indiretamente, na perda de peso.

O diabetes tipo 1 é frequentemente associado a crianças e jovens, mas a história de Marly, uma senhora de 79 anos de Nova Friburgo, na região serrana do Rio de Janeiro, mostra que a doença pode se manifestar em qualquer fase da vida. O diagnóstico inesperado veio durante a pandemia de Covid-19, quando ela tinha 75 anos e trouxe desafios e mudanças profundas para a rotina.