Uma onda de calor começou a tomar conta de parte do Brasil nesta semana. Com projeções de sensação térmica passando de 60°C, a atenção e o cuidado com o tratamento do diabetes no calor devem ser redobrados. Seja no armazenamento de insulina e no controle da glicemia, tudo pode ser uma pedra no sapato de quem convive com diabetes e enfrenta o calor. Por isso, é preciso ficar em atenção aos sinais.

O diabetes tipo LADA, sigla em inglês para Latent Autoimmune Diabetes in Adults (Diabetes Autoimune Latente do Adulto), é uma forma de diabetes autoimune que faz parte do espectro do diabetes tipo 1. Essa classificação se dá porque, assim como no tipo 1, o sistema imunológico ataca as células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina.

Quando o assunto é alimentação para pessoas com diabetes, muitas dúvidas e mitos ainda circulam por aí. Um dos maiores equívocos é a ideia de que frutas devem ser completamente evitadas. A nutricionista educadora em diabetes, Amanda Schuenker, esclarece que essa crença está longe de ser verdadeira. Segundo ela, o segredo está no equilíbrio e na contagem correta dos carboidratos na dieta.

Se você costuma ouvir que “malhar à noite pode atrapalhar o sono”, talvez seja hora de repensar essa ideia, especialmente se você tem diabetes. Um novo estudo publicado na revista científica Obesity revelou que praticar atividades físicas no período noturno pode trazer benefícios significativos para o controle dos níveis de açúcar no sangue. A pesquisa é um dos primeiros estudos a explorar a relação entre o horário dos exercícios e o impacto na glicemia.

Imagine poder monitorar a glicose de forma rápida, prática e sem precisar furar o dedo várias vezes ao dia. Para crianças, adolescentes e gestantes com diabetes em Rio Verde, no interior de Goiás, essa realidade já é possível graças a um programa da Secretaria de Saúde do município. A iniciativa…

Uma boa noite de sono pode fazer toda a diferença na saúde, e para pessoas com diabetes tipo 1, esse impacto pode ser ainda maior. Um estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, revelou que a qualidade do sono está diretamente ligada ao controle da glicose, influenciando nos níveis de açúcar no sangue e aumentando o risco de complicações da doença.