Autor: Tom Bueno

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

Quem vive com diabetes tipo 1 já ouviu falar em cura mais de uma vez. No entanto, quase todas as pesquisas que tentam restaurar a produção de insulina exigem medicamentos para reduzir a imunidade, a chamada imunossupressão, o que aumenta o risco de infecções. Nesse cenário, um estudo clínico conduzido pela Otsuka Pharmaceutical em parceria com a University of Illinois Chicagochama atenção por um diferencial importante: o transplante de células de porco no diabetes tipo 1 sem necessidade de enfraquecer o sistema imunológico. O primeiro participante do estudo é Michael Revland, norte-americano diagnosticado há 25 anos. A história foi relatada por ele em…

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Você pode contar carboidratos, aplicar insulina corretamente e ainda assim acordar com a glicemia fora da meta. Nesse contexto, muita gente ignora um fator silencioso: o tempo de sono. Dormir menos de 7 horas pode piorar o diabetes? A ciência indica que sim. A restrição de sono não provoca apenas cansaço. Ela altera hormônios, aumenta inflamação e reduz a sensibilidade à insulina. Portanto, interfere diretamente no metabolismo. Dormir menos de 7 horas aumenta hormônios do estresse Quando você dorme pouco, o organismo ativa mecanismos de alerta. O corpo libera mais cortisol e adrenalina. Esses hormônios elevam a glicose no sangue.…

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Receber o diagnóstico de pré-diabetes costuma gerar alívio e preocupação ao mesmo tempo. Afinal, ainda não é diabetes tipo 2. No entanto, a pergunta que surge quase imediatamente é outra: esse estágio já pode causar danos ao corpo? Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, o pré-diabetes é caracterizado por glicemia de jejum entre 100 e 125 mg/dL, hemoglobina glicada entre 5,7% e 6,4% ou alteração no teste oral de tolerância à glicose. Embora não configure diabetes, ele sinaliza que a glicose já circula em níveis acima do ideal. Nesse contexto, o organismo começa a apresentar resistência à insulina. Ou seja,…

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As chuvas que atingiram Juiz de Fora e outras cidades da Zona da Mata mineira deixaram um cenário de destruição, desabrigados e serviços públicos afetados. No entanto, para quem vive com diabetes, o impacto pode ser ainda mais delicado: a perda da insulina e dos insumos essenciais para o controle glicêmico. Diante dessa realidade, o fotógrafo Alfredo Ferreira de Souza, 43 anos, que convive com diabetes tipo 1, criou uma campanha de doação de insulina em Juiz de Fora voltada não apenas à cidade, mas também aos municípios vizinhos atingidos pelas enchentes. “Não pensei só em Juiz de Fora. Já…

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O pré-diabetes quase nunca dá sinais claros. Não dói, não causa mal-estar imediato e, por isso, muitas vezes passa despercebido. Ele costuma aparecer em um exame de rotina e vem acompanhado de uma frase que preocupa: “Se nada mudar, pode evoluir para diabetes tipo 2”. É nesse momento que surge a dúvida mais comum no consultório: dá para reverter o pré-diabetes? A resposta, com base em estudos clínicos feitos com milhares de pessoas e nas recomendações de sociedades médicas, é sim, em muitos casos é possível normalizar a glicose e reduzir o risco de desenvolver diabetes tipo 2. No entanto,…

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Uma mudança que começa antes dos sintomas Para muitas famílias, o diagnóstico de diabetes tipo 1 chega de forma abrupta. A criança começa a beber muita água, perde peso rapidamente e, não raramente, dá entrada no hospital com cetoacidose. No entanto, a ciência começa a desenhar um cenário diferente: identificar o risco antes dos sintomas e intervir precocemente. Esse é o contexto do Tzield, primeiro medicamento capaz de atrasar o diagnóstico clínico do diabetes tipo 1. A terapia, já aprovada nos Estados Unidos, é considerada um marco porque modifica a evolução da doença autoimune. Além disso, estudos científicos começaram no Brasil…

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A madrugada é um dos períodos mais sensíveis para quem convive com diabetes e utiliza insulina basal. Nesse horário, a preocupação com hipoglicemia noturna se intensifica. Por isso, a chegada da insulina glargina ao SUS gerou uma pergunta prática: quais são as diferenças entre glargina e NPH no controle do diabetes? Além disso, o Ministério da Saúde iniciou a distribuição da glargina em quatro estados, o que ampliou o debate sobre segurança e acesso. Portanto, entender como cada insulina age no organismo ajuda o paciente a compreender o que realmente muda na rotina. O papel da insulina basal no tratamento…

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Viajar de avião já exige planejamento para quem convive com diabetes. É preciso organizar insulina, sensores, bomba, alimentação e relatórios médicos. Nesse cenário, uma informação passou a circular nas redes sociais: acompanhante de pessoa com diabetes teria direito a 80% de desconto na passagem aérea. A dúvida é legítima. Afinal, o custo do tratamento já pesa no orçamento. No entanto, a resposta depende de critérios técnicos definidos pela Agência Nacional de Aviação Civil. E eles não mencionam o diabetes como condição automática para o benefício. O que diz a ANAC sobre desconto para acompanhante em voos A regra que trata da…

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Rugas mais evidentes, flacidez precoce e manchas na pele levantam uma dúvida comum entre pessoas com diabetes: a doença pode acelerar o envelhecimento cutâneo? Antes de responder à pergunta, é preciso entender o que caracteriza o envelhecimento da pele. Segundo explicação dada na entrevista, esse processo envolve três sinais principais: manchas, rugas e flacidez. “Mancha também é sinal de envelhecimento, embora muita gente não associe isso imediatamente”, afirma o dermatologista Felipe Ribeiro, durante a conversa. Além disso, a flacidez indica perda de contorno facial, especialmente na transição entre rosto e pescoço. Com o tempo, essa sustentação diminui de forma progressiva. O…

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Pele ressecada, aspecto opaco e maior sensibilidade são queixas frequentes entre pessoas com diabetes. No entanto, a desidratação cutânea vai além da falta de cremes ou da ingestão de água. Durante a entrevista, o dermatologista Felipe Ribeiro explica que a pele depende de um sistema vascular íntegro para manter a hidratação adequada. “A pele precisa de água para funcionar, mas essa água chega por meio dos vasos. No diabetes, esses vasos não funcionam de forma adequada”, afirma. Nesse contexto, mesmo com ingestão hídrica adequada, a pele pode permanecer desidratada. Isso ocorre porque a circulação comprometida dificulta a chegada de água e nutrientes…

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