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    INSULINA

    Insulina produzida no Brasil pela Biomm reforça abastecimento do SUS e amplia acesso à glargina

    Produção nacional fortalece o abastecimento da rede pública e acompanha a expansão da insulina glargina para pacientes elegíveis.
    Redação6 de agosto de 2026Updated:6 de agosto de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
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    Insulina produzida no Brasil pela Biomm.
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    Oferecimento:

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    A produção nacional de insulina passou a desempenhar um papel importante na estratégia do Sistema Único de Saúde (SUS) para ampliar o acesso ao tratamento do diabetes. Fabricada pela Biomm em Nova Lima (MG), a insulina glargina integra a parceria entre a empresa, o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), contribuindo para fortalecer o abastecimento da rede pública e reduzir a dependência de medicamentos importados.

    Com o início da distribuição da insulina glargina para as Unidades Básicas de Saúde, a produção brasileira passa a ter impacto direto na assistência aos pacientes atendidos pelo SUS, acompanhando a ampliação gradual do acesso ao medicamento para pessoas que atendem aos critérios definidos pelo Ministério da Saúde.

    Produção nacional marca novo momento para o Brasil

    A fábrica da Biomm, inaugurada em abril de 2024 em Nova Lima (MG), marcou a retomada da produção nacional de insulina em escala industrial após cerca de 20 anos. O investimento representa um passo importante para ampliar a autonomia brasileira na fabricação de medicamentos estratégicos e fortalecer a segurança do abastecimento da rede pública.

    Atualmente, a Biomm é a única empresa instalada no país com produção nacional de insulina glargina.

    Segundo Guilherme Maradei, CEO da Biomm, a empresa nasceu com o propósito de ampliar o acesso da população brasileira a medicamentos biológicos de alta complexidade.

    “Somos o único laboratório produtor de insulina glargina no Brasil. Temos uma fábrica inteiramente dedicada à produção desse medicamento e uma parceria importante com o Ministério da Saúde para fornecer insulina ao SUS.”

    Para o executivo, a retomada da produção nacional representa um avanço importante para a saúde pública.

    “O Brasil durante muitas décadas dependeu da importação de insulina. Queremos contribuir para reduzir essa dependência e aumentar a autossuficiência do país.”

    Maradei destaca ainda que a parceria entre o setor público e a indústria nacional fortalece o fornecimento de medicamentos essenciais.

    “Hoje nós temos, através dessa parceria com o Ministério da Saúde, condições de demonstrar como essa parceria público-privada fortalece o fornecimento de medicamentos essenciais para a população brasileira.”

    Parceria fortalece estratégia do SUS

    A produção nacional da insulina glargina integra uma parceria entre a Biomm, o Ministério da Saúde e a Fiocruz voltada ao fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde. A estratégia busca ampliar a capacidade brasileira de produzir medicamentos essenciais e reduzir a vulnerabilidade do país diante de oscilações no mercado internacional.

    Para a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde do Ministério da Saúde, Fernanda de Negri, a retomada da fabricação nacional aumenta a segurança no abastecimento do SUS.

    “A gente retomou a produção de insulina no país, então isso nos deixa mais seguros frente aos episódios de escassez, de falta de insulina que têm ocorrido no mercado mundial.”

    Segundo ela, a produção nacional também contribui para a expansão do acesso à insulina glargina.

    “Essa migração para a glargina resolve uma parte do problema e uma parte significativa é resolvida quando você consegue retomar essa produção nacional, porque isso nos dá mais garantia de fornecimento para o Sistema Único de Saúde.”

    Expansão da glargina já está em andamento

    O Ministério da Saúde iniciou a distribuição da insulina glargina para todos os estados brasileiros. A implantação ocorre de forma gradual para permitir que estados e municípios organizem o atendimento e acompanhem a adaptação dos pacientes ao novo tratamento.

    “A gente está começando essa transição de maneira gradual”, afirma Fernanda de Negri.

    Para preparar a rede pública, foram realizadas 131 oficinas presenciais para médicos, enfermeiros e farmacêuticos da Atenção Primária, além da oferta de cursos de educação a distância voltados à implantação da nova estratégia terapêutica.

    Quem pode receber a insulina glargina?

    Neste momento, a ampliação contempla:

    • crianças e adolescentes de 2 a 18 anos com diabetes tipo 1;
    • pessoas com 70 anos ou mais, com diabetes tipo 1 ou tipo 2, desde que atendam aos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

    A avaliação deve ser feita por um profissional da Unidade Básica de Saúde (UBS), responsável por verificar se o paciente atende aos critérios clínicos para a mudança do tratamento.

    Segundo o Ministério da Saúde, a expectativa é que ainda em 2026, primeiro ano de implantação, cerca de 50 mil pessoas sejam beneficiadas com a nova estratégia, o que representa aproximadamente 30% do público previsto para essa etapa.

    A expansão continuará de forma progressiva nos anos seguintes. Ao final da implantação, a estimativa é que cerca de 2 milhões de brasileiros possam ter acesso à insulina glargina pelo SUS, consolidando uma das maiores ampliações desse tratamento já realizadas na rede pública.

    Benefícios para pacientes e para o país

    A produção nacional de insulina representa um avanço que beneficia tanto os pacientes quanto o sistema público de saúde. Além de ampliar a autonomia brasileira na fabricação de um medicamento estratégico, a iniciativa fortalece a segurança do abastecimento do SUS e reduz a dependência do mercado internacional.

    Com a parceria entre Biomm, Ministério da Saúde e Fiocruz, a produção nacional passa a acompanhar a expansão da insulina glargina na rede pública, contribuindo para que mais pessoas elegíveis tenham acesso ao tratamento.

    *Conteúdo de Marca: Biomm S/A

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    Redação

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