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    Alimentação

    Qual deve ser o jantar ideal de quem convive com diabetes? Veja o que comer ou evitar

    A nutricionista e educadora em diabetes Maristela Strufaldi explica que o segredo está na combinação dos alimentos e na busca por uma refeição mista, equilibrada e de menor carga glicêmica.
    Marcelo Iezzi20 de junho de 2025Nenhum comentário4 Mins Read
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    Para pessoas com diabetes, o jantar representa uma refeição estratégica. Ele acontece em um momento do dia em que o metabolismo já está desacelerando e, por isso, exige atenção especial à composição alimentar.
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    Para pessoas com diabetes, o jantar representa uma refeição estratégica. Ele acontece em um momento do dia em que o metabolismo já está desacelerando e, por isso, exige atenção especial à composição alimentar. A nutricionista e educadora em diabetes Maristela Strufaldi explica que o segredo está na combinação dos alimentos e na busca por uma refeição mista, equilibrada e de menor carga glicêmica.

    Importância da carga glicêmica

    A carga glicêmica de uma refeição não depende apenas da velocidade com que o alimento se transforma em glicose no sangue. Também entra na conta a quantidade total de carboidratos presentes no prato. Nesse contexto, refeições mistas, que combinam diferentes grupos alimentares, têm um efeito mais positivo no controle da glicemia.

    “A primeira coisa é a gente pensar que, pra ter redução de carga glicêmica da refeição, que vai levar em consideração não só a velocidade, que aquele alimento vira glicose no sangue, mas também leva em consideração a quantidade. Sempre que eu tenho uma refeição mista, eu tenho um efeito mais interessante pra glicemia, tá?”, destaca Maristela.

    Sanduíches podem ser uma boa opção

    Embora muita gente associe o jantar com pratos mais elaborados, um sanduíche bem montado pode ser uma alternativa eficiente e saudável. A chave está na escolha dos ingredientes. Maristela detalha exemplos práticos:

    “Então, quando a gente pensa assim, em jantar, eu vou ter um sanduíche nesse jantar. Se esse sanduíche, ele é composto por um pão multigrãos rico em fibras, se lá dentro eu coloco proteína vinda de um ovo mexido, ou de um patê de frango, por exemplo, com uma cenoura ralada, coloco rúcula lá dentro, eu já tenho uma combinação muito mais interessante com relação à carga glicêmica da refeição do que um pão com manteiga, tá? Que eu só jogo o carboidrato ali.”

    Como ajustar a rotina alimentar de quem convive com diabetes? | DiabetesCast #11

    Além disso, ela reforça que é possível adaptar essa composição em diferentes tipos de pães:

    “Eu posso ter como base um pão francês, mas de repente eu coloco ali alface, tomate, cenoura ralada como fonte de fibra e uma fonte de proteína dentro como um ovo mexido e já tem uma composição interessante. Eu posso ter como base um pão sírio ou então duas fatias de pão integral. Sempre fazendo essa brincadeira de ter carboidrato, proteína, gordura de boa qualidade e fibra.”

    E o arroz com feijão?

    Nem todo jantar precisa ser leve ou alternativo. Pratos tradicionais com arroz, feijão, carne e salada continuam sendo uma excelente opção, desde que haja equilíbrio. Strufaldi ressalta que a composição do prato é mais importante do que a hora em que se come:

    “Claro que, se eu comer à noite uma refeição composta por alimentos, então eu tenho ali o arroz, o feijão, a carne, uma boa salada, eu tenho um prato completo e equilibrado. Mas eu posso ter, por exemplo, refeições mais sucintas, né? Então, de repente, eu tenho ali uma batata, tenho um filé de frango, um peixinho, uma carne e tenho vegetais. Isso já fica equilibrado também.”

    O que evitar no jantar?

    A recomendação sobre o que evitar durante o jantar depende do perfil de cada pessoa com diabetes. Aqueles que usam insulina, por exemplo, podem ajustar a dose para cobrir a ingestão de carboidratos simples. No entanto, alimentos de alto índice glicêmico ainda merecem atenção, especialmente quando consumidos sem acompanhamento adequado de proteínas, fibras ou gorduras saudáveis.

    “Se eu tenho uma pessoa não insulinizada, que faz uso de medicação oral, ou mesmo pra quem é insulinizado, né? Porque quem é insulinizado, mesmo se come um doce ali, vai ter que dar uma cobertura de insulina pra aquele carboidrato que tá sendo consumido, seja esse carboidrato de lenta absorção ou não. Você consegue ter uma glicemia estabilizada nesse cenário.”

    Mesmo com essa flexibilidade, alguns itens devem ser evitados sempre que possível, especialmente em uma refeição como o jantar, que deve promover uma glicemia estável durante a noite.

    “Mas ainda assim, os carboidratos de rápida absorção, né? Então, de repente, eu tô comendo ali uma goiabada, tô comendo um pão branco, um biscoito água e sal. […] Dentro desse cenário vou ter um pico glicêmico mais possível de acontecer, mas ainda assim depende da pessoa. Então, não tem nada proibido. Mas, por exemplo, bebidas açucaradas é algo a ser evitado, né? Bebida açucarada, a gente vai usar para tratamento de hipoglicemia, não numa refeição.“

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    Marcelo Iezzi

    Editor-Chefe e Supervisor de Comunicação - Jovem, antenado e questionador, Marcelo convive com diabetes tipo 1 desde os 5 anos de idade. Natural de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, é jornalista e está sempre em busca de novos aprendizados. Atua na produção e edição de reportagens, roteiros e conteúdos que unem informação, sensibilidade e relevância. Também supervisiona a comunicação institucional do Um Diabético e contribui ativamente para o diálogo com a comunidade. Sua vivência com o diabetes traz ainda mais autenticidade e empatia para o conteúdo que produz.

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