Uma criança com diabetes tipo 1 chama atenção ao tocar violino enquanto a família relata o percurso até o diagnóstico e as mudanças no tratamento.
Mariana, de 10 anos, recebeu o diagnóstico de diabetes em junho de 2022, aos 7 anos. Antes disso, a menina apresentou sinais como sede excessiva, idas frequentes ao banheiro, irritabilidade e nervosismo.
Sinais do diabetes tipo 1 foram atribuídos a outro diagnóstico
Segundo a mãe, Cristina, o pediatra que acompanhava Mariana desde o nascimento avaliava a criança a cada 60 dias. No entanto, os sintomas foram atribuídos a um transtorno chamado TOD.
Além disso, a família seguiu a orientação médica naquele momento. No entanto, os sinais persistiram e evoluíram ao longo dos dias.
Quinze dias após a consulta, Mariana foi internada com cetoacidose, uma complicação aguda do diabetes tipo 1. Nesse contexto, o quadro exigiu atendimento hospitalar imediato.
Ainda assim, situações como essa levantam questionamentos sobre o reconhecimento precoce dos sinais do diabetes tipo 1, principalmente em crianças.
Internação marcou início do tratamento contínuo
Após a internação, a família iniciou o tratamento com foco no controle glicêmico. Desde então, Mariana utiliza bomba de insulina e sensor contínuo de glicose.
Além disso, o acompanhamento ocorre com a endocrinologista Dra. Denise Franco. As consultas acontecem de forma online e também presencial, a cada seis meses.
Nesse contexto, o uso de tecnologia passou a fazer parte da rotina da criança. Por outro lado, o acompanhamento frequente permite ajustes no tratamento conforme a necessidade.
Rotina com diabetes inclui tecnologia e acompanhamento médico
O tratamento do diabetes tipo 1 exige monitoramento constante dos níveis de glicose. Portanto, dispositivos como bomba de insulina e sensor ajudam na tomada de decisão.
Além disso, o acompanhamento médico regular contribui para reduzir riscos de complicações agudas e orientar a família.
Enquanto isso, a adaptação à rotina ocorre de forma gradual. Ainda assim, a participação da família no cuidado diário se mantém como parte central do processo.
Violino entra na rotina e amplia interação social
Recentemente, Mariana iniciou aulas de violino na igreja que frequenta. Em pouco tempo, passou a participar de recitais.

Além disso, a atividade contribuiu para a criação de novas amizades. Nesse contexto, a prática musical passou a integrar a rotina da criança junto ao tratamento.
No vídeo compartilhado pela família, Mariana toca a música “Crepúsculo” no violino. A apresentação mostra a evolução da aluna em pouco tempo de estudo.
Por outro lado, atividades como essa também fazem parte da organização do dia a dia de crianças com diabetes tipo 1, que conciliam tratamento e outras atividades.
Diagnóstico de diabetes tipo 1 ainda depende de reconhecimento precoce
O diabetes tipo 1 pode apresentar sinais clássicos, como aumento da sede, urina frequente e alterações de comportamento. No entanto, o reconhecimento desses sintomas nem sempre ocorre de forma imediata.
Além disso, a evolução rápida do quadro pode levar a complicações como a cetoacidose, principalmente quando o diagnóstico não acontece a tempo.
Nesse contexto, casos como o de Mariana mostram a importância da observação dos sinais e da investigação adequada.
Por outro lado, o acesso ao tratamento e ao acompanhamento especializado influencia diretamente a rotina e o controle da condição.