“O quanto vale o seu pé?” A pergunta orienta o alerta da podologista e especialista em pé diabético Andréa Costa. Segundo ela, a micose de unha, chamada de onicomicose, exige atenção de quem convive com diabetes.
Nesse contexto, a especialista explica que o problema não envolve estética. A condição pode abrir porta para infecções quando não recebe acompanhamento clínico. Além disso, alterações na glicemia e lesões nos pés aumentam o risco de complicações.
Portanto, a podologista defende acompanhamento regular e orientação direta ao paciente sobre autocuidado.
Onicomicose no diabetes pode abrir porta para infecções
A onicomicose corresponde à infecção fúngica que atinge a unha. Segundo Andréa Costa, o problema pode funcionar como porta de entrada para infecções na corrente sanguínea.
Além disso, pessoas com diabetes podem apresentar dificuldade para manter a glicemia estável. Nesse cenário, pequenas lesões podem evoluir quando não recebem acompanhamento.
A especialista afirma que muitos pacientes tratam a alteração na unha como questão estética. No entanto, ela orienta que o problema exige avaliação clínica.
“Micose de unha não é estética”, afirma a podologista durante explicação sobre o tema.
Podologia clínica busca evitar amputações
Andréa Costa afirma que atua com foco em podologia clínica. Segundo ela, o objetivo do acompanhamento consiste em evitar complicações que podem levar à amputação.
Nesse contexto, o profissional observa sinais como lesões, micose de unha e controle da glicemia. Além disso, a avaliação permite orientar o paciente sobre cuidados diários com os pés.
A especialista explica que o paciente não deve se conformar com alterações nas unhas. Portanto, qualquer mudança exige atenção e acompanhamento.
Acompanhamento regular ajuda no cuidado com os pés
A podologista recomenda acompanhamento periódico. Segundo Andréa Costa, o ideal envolve visitas mensais quando possível.
No entanto, quando o paciente não consegue manter essa frequência, o acompanhamento pode ocorrer em intervalos maiores. Ainda assim, ela orienta que o intervalo não ultrapasse 90 dias.
Além disso, a especialista aponta outro fator que influencia o cuidado com os pés. Segundo ela, a saúde mental pode interferir na rotina de autocuidado.
Quando a pessoa deixa de observar o próprio corpo, o risco de negligenciar sinais aumenta. Portanto, o acompanhamento também envolve diálogo e orientação sobre atenção diária aos pés.
Autocuidado faz parte do tratamento do diabetes
O cuidado com os pés integra a rotina de quem convive com diabetes. Nesse contexto, observar unhas, pele e possíveis lesões permite identificar alterações precocemente.
Além disso, o acompanhamento com profissional capacitado ajuda a orientar o paciente sobre prevenção. Segundo Andréa Costa, a avaliação clínica permite reduzir riscos e orientar condutas de cuidado.
Portanto, a especialista reforça que micose de unha exige atenção e acompanhamento regular. O objetivo envolve evitar complicações que podem comprometer a saúde dos pés.