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    Início » Mãe relata susto após erro na aplicação de insulina no filho de 10 anos com diabetes tipo 1
    História

    Mãe relata susto após erro na aplicação de insulina no filho de 10 anos com diabetes tipo 1

    Família brasileira nos EUA compartilha episódio de erro na aplicação de insulina em criança com diabetes tipo 1
    Laura Lany13 de janeiro de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
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    Um erro na aplicação de insulina levou uma família brasileira a viver horas de tensão, vigilância constante e decisões rápidas. O episódio, relatado em vídeo pela mãe, mostra uma situação possível na rotina de quem convive com o diabetes tipo 1 e reforça a importância da segurança no tratamento.

    Lucca Ambiel de Moraes tem 10 anos e mora com a família na Flórida, nos Estados Unidos. Ele recebeu o diagnóstico de diabetes tipo 1 aos 5 anos, em março de 2021, depois que a avó percebeu sintomas e mediu a glicemia em uma farmácia. O resultado apontou 315 mg/dL. Ainda assim, segundo a família, o diagnóstico aconteceu sem traumas.

    Desde então, Lucca segue tratamento pela rede particular de saúde e mantém uma rotina considerada estável. Ele usa sensor de glicose, estuda em uma escola com enfermaria e conta com supervisão para as aplicações de insulina durante o período escolar. Em casa, a mãe realiza o monitoramento de forma contínua.

    @umdiabeticooficial

    Morando na Flórida, nos Estados Unidos, a brasileira Bárbara Ambiel de Moraes, de 36 anos, compartilhou em vídeo um momento de tensão vivido com o filho, Lucca Ambiel de Moraes, de 10 anos, diagnosticado com diabetes tipo 1 aos cinco anos. Segundo o relato, durante uma conversa em família, houve uma confusão entre a insulina rápida e a insulina de ação prolongada, o que resultou na aplicação de uma dose maior do que a indicada para correção da glicemia. De acordo com Bárbara, o erro foi percebido logo após a aplicação. A reação imediata do pai, oferecendo carboidratos ao menino, e a ida rápida ao hospital foram decisivas. Lucca permaneceu sob observação durante o pico de ação da insulina e, apesar do risco, não apresentou hipoglicemia grave. Após algumas horas, recebeu alta médica e seguiu com o controle glicêmico em casa. No vídeo, a mãe destaca que Lucca leva uma rotina considerada tranquila com o diabetes. Ele estuda, pratica esportes e conta com suporte da enfermaria na escola, além do monitoramento contínuo por sensor de glicose. Bárbara também reforça a importância do apoio médico, citando a endocrinologista Denise Franco, que acompanha o menino desde o diagnóstico e prestou orientação mesmo à distância. O relato chama atenção para a sobrecarga física e emocional enfrentada por famílias que convivem com o diabetes infantil e reforça orientações amplamente recomendadas por especialistas: manter a calma, monitorar a glicemia com frequência, ter carboidratos de ação rápida disponíveis e buscar atendimento médico imediato em situações de risco. Segundo Bárbara, apesar do susto, a experiência deixou uma mensagem clara: atenção, informação e rede de apoio fazem diferença no cuidado diário com o diabetes. Vídeo/Reprodução: @bamaede2 #umdiabético #diabetes #diabetestipo1 #insulina #informação

    ♬ som original – Um Diabético

    O momento do erro na aplicação de insulina

    O susto aconteceu durante uma correção de glicemia em casa. Enquanto a família conversava, o alarme da insulina basal começou a tocar. Ao mesmo tempo, Lucca pegou a caneta de insulina rápida, utilizada para correções.

    Nesse cenário de distração, ocorreu a confusão entre as doses. Em vez de aplicar cerca de 3 unidades de insulina rápida, quantidade habitual naquele momento, a família aplicou 16 unidades. Pouco depois, todos perceberam o erro.

    Ao se dar conta da troca, o desespero surgiu de forma imediata. Bárbara Ambiel de Moraes relata que, naquele instante, teve dificuldade para raciocinar. Ainda assim, manter a calma se mostrou essencial para conduzir a situação com segurança.

    Resposta imediata e ida ao hospital

    Diante do erro, a família agiu rapidamente. O pai de Lucca ofereceu carboidratos de absorção rápida, como leite com açúcar e outros alimentos ricos em glicose, para reduzir o risco de uma queda acentuada da glicemia.

    Em seguida, todos seguiram para o hospital. Durante o trajeto, Bárbara manteve contato constante com a endocrinologista que acompanha Lucca desde o diagnóstico, a Denise Franco, que estava no Brasil.

    Mesmo à distância e fora do horário habitual, a médica respondeu prontamente, orientou a família e ajudou a manter a tranquilidade até a chegada ao hospital, quando a equipe local assumiu o atendimento.

    Observação hospitalar durante o pico da insulina

    No hospital, Lucca seguiu diretamente para observação. A equipe médica monitorou a glicemia durante todo o período de pico da insulina rápida, que costuma ocorrer entre duas e quatro horas após a aplicação.

    Apesar da dose elevada, Lucca não apresentou hipoglicemia grave. A glicemia chegou a cerca de 107 mg/dL, valor considerado seguro naquele contexto clínico. O consumo contínuo de carboidratos contribuiu para manter os níveis estáveis.

    Durante a observação, ele permaneceu consciente, ativo e sem sinais neurológicos. Após algumas horas, recebeu alta e seguiu com monitoramento rigoroso em casa.

    Ajustes no tratamento e acompanhamento

    Por precaução, a família decidiu reduzir a dose da insulina basal naquela noite, mesmo com o término da ação da insulina rápida. A decisão ocorreu com cautela e orientação médica.

    Ao longo da madrugada, não houve intercorrências. Lucca dormiu bem e não apresentou episódios de hipoglicemia tardia. O controle glicêmico permaneceu dentro do esperado nas horas seguintes.

    3 DICAS PARA APLICAR INSULINA PARA QUEM CONVIVE COM DIABETES | Tom Bueno

    Sobrecarga emocional de quem cuida

    Embora o desfecho tenha sido positivo, o episódio escancarou o peso emocional vivido por pais e cuidadores de crianças com diabetes tipo 1. A vigilância constante, os alarmes, as decisões rápidas e o medo de errar fazem parte da rotina.

    Nesse sentido, Bárbara reforça que o diabetes não é um “bicho de sete cabeças”, mas exige atenção permanente. O cansaço físico e mental existe, especialmente para quem precisa estar em alerta 24 horas por dia.

    Ainda assim, ela destaca que erros podem acontecer, mesmo em famílias experientes. Por isso, a culpa não deve paralisar, mas servir como aprendizado e reforço de cuidados.

    O que o caso revela sobre segurança no uso da insulina

    Erros de dose ou troca de insulina aparecem descritos na literatura médica como eventos possíveis no tratamento domiciliar do diabetes. No entanto, algumas medidas simples ajudam a reduzir esses riscos.

    Entre elas estão separar fisicamente as canetas, conferir verbalmente a dose antes da aplicação, redobrar a atenção em momentos de distração e garantir acesso rápido a orientação profissional.

    Além disso, buscar atendimento médico imediato diante de qualquer dúvida segue como recomendação das sociedades médicas, principalmente quando envolve crianças.

    Vida ativa e mensagem para outras famílias

    Apesar do susto, Lucca segue bem, ativo e saudável. Ele é atleta mirim, brinca, estuda e mantém uma rotina compatível com a infância.

    Ao compartilhar o relato, a família deixa uma mensagem clara para outras pessoas: manter a calma, buscar ajuda e evitar a autocrítica excessiva fazem parte do cuidado. O diabetes impõe desafios diários, mas é possível conduzir o tratamento com responsabilidade, informação e humanidade.

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    Laura Lany

    Gerente de Conteúdo e Redes Sociais - Jornalista mineira, natural de Uberlândia, Laura é descolada, sensível e criativa. Traz para o projeto uma visão estratégica e conectada com as tendências digitais. É responsável pela distribuição dos conteúdos nas redes sociais, escreve reportagens especiais para o portal e atua na produção audiovisual. Desde que abraçou a causa do diabetes, há três anos, mergulhou no universo do Um Diabético com dedicação e empatia. Está constantemente se atualizando para potencializar o alcance e o impacto do nosso conteúdo.

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