O alcance do Um Diabético atingiu um marco relevante ao longo dos últimos 12 meses. Somando redes sociais e portal de notícias, o projeto ultrapassou 109,6 milhões de visualizações e impactou mais de 61,4 milhões de pessoas, reforçando seu papel na comunicação em saúde e diabetes.
Nesse contexto, os números refletem não apenas crescimento de audiência, mas também a consolidação de um modelo baseado em jornalismo responsável, linguagem acessível e compromisso com informação confiável para o público leigo.
Um projeto que nasce da vivência com o diabetes e da informação
O Um Diabético foi idealizado em 2017 pelo jornalista Tom Bueno, quando ele ainda mantinha uma carreira consolidada na televisão. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, no início da trajetória profissional, ele passou a buscar informação e educação como ferramentas para lidar com a condição.
“Quando recebi o diagnóstico, achei que aquilo era uma sentença. Com o tempo, entendi que informação e educação mudam completamente a forma de viver com o diabetes”, afirma Tom Bueno.
A partir dessa vivência, o projeto nasceu com o objetivo de traduzir temas complexos sobre saúde e diabetes de forma clara, acessível e responsável.
Da televisão para a comunicação em diabetes
Em 2021, Tom Bueno deixou a carreira como repórter e apresentador de televisão para se dedicar integralmente à comunicação, à informação e à educação em diabetes. Desde então, tornou-se uma das figuras mais reconhecidas da área no Brasil e na América Latina.
Ele foi indicado como um dos 60 jornalistas mais relevantes da América Latina pela Global South World (GSW), entidade internacional que reconhece profissionais com impacto social e relevância editorial no Sul Global.
“O jornalismo sempre foi a minha base. Mesmo falando de uma condição que eu vivo, sigo os princípios básicos da profissão: checagem, responsabilidade e transparência”, destaca.
Alcance do Um Diabético revela força do modelo multiplataforma
O alcance do Um Diabético está distribuído entre diferentes plataformas digitais, cada uma com papel estratégico na comunicação em saúde. No Instagram, o projeto registrou 77 milhões de visualizações, alcançando 40 milhões de pessoas.
Além disso, o Facebook somou 11,7 milhões de visualizações e 6 milhões de pessoas impactadas, enquanto o TikTok chegou a 13 milhões de contas, com 12 milhões de visualizações, ampliando o diálogo com públicos mais jovens.
No YouTube, plataforma voltada a conteúdos mais aprofundados, o canal acumulou 6,2 milhões de visualizações, com média mensal de 141 mil pessoas, totalizando 1,69 milhão de pessoas alcançadas no ano. Já o Portal Um Diabético registrou 2,7 milhões de visualizações e 725 mil pessoas alcançadas.
Impacto do alcance vai além das métricas digitais
Mais do que números, o alcance do Um Diabético revela impacto direto na rotina de quem convive com diabetes. O conteúdo aborda educação em saúde, alimentação, tecnologia, direitos, políticas públicas e acesso ao tratamento.
“Acreditamos muito no impacto que esse projeto gera, porque essa é a nossa missão. Não é apenas crescer em números, mas crescer em educação e melhorar a vida das pessoas”, afirma Tom Bueno.
Além disso, a separação entre visualizações e pessoas alcançadas segue critérios técnicos adotados pelas plataformas digitais, evitando sobreposição de dados e garantindo transparência.
Jornalismo em saúde como elo entre ciência e sociedade
Em um cenário marcado por desinformação em saúde, o Um Diabético se propõe a atuar como elo entre ciência, profissionais de saúde e o público leigo. O projeto adota checagem rigorosa, uso de fontes confiáveis e contextualização responsável dos dados.
“Nosso papel é traduzir a ciência para as pessoas. Sempre com checagem da informação e respeito aos princípios básicos do jornalismo”, reforça.
Ao longo dos anos, o projeto percorreu diferentes regiões do país, mostrando realidades distintas de acesso ao tratamento e políticas públicas relacionadas ao diabetes.
Expectativas para o futuro do Um Diabético
Para 2026, a expectativa é ampliar ainda mais o impacto do projeto, não apenas em alcance, mas em transformação social e adesão ao tratamento.
“A gente espera crescer, mas principalmente crescer em educação. Queremos ajudar as pessoas a entenderem o próprio papel no tratamento e a buscarem acesso à saúde”, conclui Tom Bueno.