Uma transformação impressionante de saúde tomou conta das redes sociais recentemente. O jornalista Tom Bueno destaca o vídeo viral de Fabiano Pereira e seu pai, Cleber José Pereira, que documentam uma jornada de superação contra o controle do diabetes desregulado. No registro, que marca o 33º dia de um projeto familiar para “devolver a vida” ao pai, os números apresentados chocam pela rapidez da melhora.
Segundo Fabiano, a glicemia de Cleber costumava atingir a marca de 300 mg/dL, mesmo fazendo uso de insulina. No entanto, a nova rotina mudou drasticamente esse cenário. Na manhã da gravação, o teste de glicemia apontou apenas 81 mg/dL, um resultado obtido sem a aplicação do hormônio naquele dia. A mudança radical de hábitos provou ser eficaz em tempo recorde.
Recuperando a visão e a vitalidade
Os benefícios da mudança foram muito além dos números no glicosímetro. Aos 57 anos, Cleber conta que se sentia como um homem de 70, vivendo cansado e com dores pelo corpo. Um dos sintomas mais alarmantes era a visão, pois ele relata que “não enxergava mais direito”. Contudo, com o controle do diabetes em dia, ele afirma categoricamente: “Minha vida hoje ela é 100%”.
Além disso, Cleber lidava com outros indicadores perigosos, como colesterol e triglicerídeos muito altos. Hoje, a disposição é outra. Ele compara sua energia atual à de quando tinha 35 ou 40 anos, sentindo-se ótimo tanto para trabalhar quanto para dormir. Para ele, a melhora foi total e absoluta.
O alerta severo sobre a condição
Apesar da vitória pessoal, Cleber usa o vídeo para fazer um alerta grave. Ele enfatiza que quem convive com essa condição precisa ter cuidado constante. Em um comparativo impactante, ele coloca o diabetes ao lado de doenças temidas. “O câncer é uma doença complicada, mas diabetes, se você der bobeira, ela te leva igualzinho o câncer”.
Ele relembra, com franqueza, como a condição age silenciosamente se não houver o devido controle do diabetes. Segundo Cleber, ela “vai comendo as pernas, vai comendo os rinhos, vai acabando com tudo”. Esse depoimento serve como um despertar para muitos que negligenciam o tratamento.
A academia como remédio
A virada de chave não aconteceu sem resistência. Cleber admite que era teimoso e acreditava que “essas doenças não tem cura”. O filho, Fabiano, precisou intervir energicamente. Cleber conta que foi levado “na marra”, como se fosse pego no laço, para começar a frequentar a academia.
Anteriormente, ele achava a prática de exercícios uma “coisa muito boba”. Agora, a percepção é oposta. Cleber recomenda a todos que frequentem a academia, pois percebeu que a atividade física “cura muita gente” e, inclusive, “cura até a cabeça da gente”. A história reforça que nunca é tarde para retomar a saúde.
