Você já deixou de usar uma roupa específica por causa do seu tratamento de saúde? Para muitas pessoas, essa é uma realidade diária. No entanto, a chegada de uma nova tecnologia ao Brasil está mudando esse cenário, promovendo uma verdadeira liberdade no diabetes. No DiabetesCast #33, a criadora de conteúdo Marina Barros, conhecida como “Diabética Tipo Ruim“, compartilhou como sua vida mudou ao adotar a nova bomba de insulina sem fios.
O impacto na autoestima e no vestuário
Durante a conversa com o jornalista Tom Bueno, Marina relatou emocionada que, pela primeira vez em 25 anos, sentiu-se livre para usar um vestido sem preocupações logísticas. Antes, a necessidade de esconder os tubos das bombas tradicionais limitava suas escolhas.
“É a primeira vez em 25 anos que eu estou usando um vestido. Eu acho que isso é super impactante”, afirmou Marina.
Ela explicou que, antigamente, sempre precisava usar shorts por baixo de saias ou buscar bolsos estratégicos para acomodar o equipamento. Agora, com o dispositivo pequeno e adesivo, essa barreira deixou de existir.
Esportes e aventuras sem medo
Além da moda, a liberdade no diabetes se estende às atividades físicas. Marina, que é adepta de trilhas e ciclismo, contou que a bomba é à prova d’água e fixa-se firmemente ao corpo. Isso permite nadar em cachoeiras ou suar na academia sem o risco de o aparelho se soltar ou precisar ser desconectado.
“Você pode ficar pelado que você está recebendo insulina. Cuidando do diabetes”, brincou Marina, ilustrando o nível de integração do dispositivo com o corpo. Portanto, essa segurança permite que o usuário esqueça, por momentos, que está usando um equipamento médico.
Uma mudança de vida real
A experiência de Marina destaca como a inovação vai além dos números de glicemia. Trata-se de qualidade de vida. Tom Bueno observou que essas nuances, muitas vezes invisíveis para quem não convive com a condição, são fundamentais.
Assim, a Alliance Pharma, responsável por trazer a tecnologia, reforça que o objetivo é justamente devolver o controle da vida ao paciente. Assim, a tecnologia atua como uma aliada silenciosa, permitindo que a pessoa foque em viver, e não apenas em sobreviver à condição.