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    Tutora de cadela com diabetes viraliza ao mostrar rotina de cuidados e disciplina da pet

    Gaia foi diagnosticada com diabetes aos 1 ano e 8 meses e hoje segue rotina com insulina, controle da glicose e alimentação específica
    Tom Bueno15 de março de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
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    Foto de Gaia, cachorra com diabetes, e insulina
    Tratamento da Gaia inclui aplicação de insulina NPH a cada 12 horas e monitoramento frequente da glicemia para controle do diabetes - Crédito: Arquivo pessoal
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    Um vídeo viral nas redes sociais mostra a rotina da Gaia, cadela da raça rottweiler diagnosticada com diabetes tipo 1. A tutora, Lara Alice, detalha como mede a glicemia, aplica insulina e acompanha alimentação e comportamento, destacando a calma da cadela durante todos os procedimentos. A gravação demonstra adaptação e cooperação do animal, facilitando o manejo diário da doença.

    Diagnóstico e primeiros sinais

    A Gaia foi diagnosticada em 2022, aos 1 ano e 8 meses. Lara Alice percebeu sinais semelhantes aos do diabetes humano: urina em excesso, urina com presença de glicose (“formiga no xixi”), muita sede, perda de peso e alterações de comportamento. A cadela colava nos objetos e demonstrava nervosismo constante.

    Tutora de cadela com diabetes conta como foi o diagnóstico
    Gaia, cadela diagnosticada com diabetes, ao lado da tutora Lara Alice, responsável pelo monitoramento da glicemia e aplicação diária de insulina – Crédito: Arquivo pessoal

    A situação se agravou quando a Gaia chegou à clínica com hiperglicemia severa, glicose em 680 mg/dL, próxima de entrar em cetoacidose diabética, condição que pode ser fatal. A intervenção médica imediata permitiu reverter a situação a tempo.

    Em agosto de 2025, a Gaia enfrentou uma crise de hipoglicemia, que resultou em convulsão. A intervenção rápida evitou complicações graves. Desde então, ela mantém acompanhamento regular com nefrologista, endocrinologista e clínico geral. Embora a glicemia oscile, a cadela se mantém estável e responde bem ao tratamento.

    @umdiabeticooficial

    Gaia, uma rottweiler diagnosticada com diabetes em 2022, viralizou nas redes sociais ao protagonizar um vídeo que mostra a cadela com total tranquilidade durante a medição da glicemia, sabendo exatamente o momento em que a insulina será aplicada. A tutora, Lara Alice, registra toda a rotina e compartilha a disciplina e calma da cadela, que já se acostumou com o procedimento. A história de Gaia começou quando tinha cerca de 1 ano e 8 meses. Ela apresentava sintomas muito semelhantes aos de um ser humano com diabetes: excesso de urina, urina pegajosa, muita sede e perda de peso rápida. Em menos de um mês, a cadela perdeu 12 kg e vomitava constantemente. No dia do diagnóstico, sua glicemia estava em 700 mg/dL, entrando em cetoacidose diabética, uma condição grave que poderia ser fatal. Graças à intervenção rápida, foi possível reverter a situação a tempo. Em agosto do ano passado, Gaia enfrentou outro momento crítico: uma crise de hipoglicemia que a levou a convulsões e quase resultou em morte. Hoje, aos 4 anos, Gaia faz acompanhamento com nefrologista, endocrinologista e clínico geral, mantendo-se bem, embora a glicemia oscile com situações de estresse ou até durante passeios no parque. O tratamento da cadela é diário e exige dedicação: insulina NPH aplicada a cada 12 horas (16 unidades pela manhã e 14 à noite) e alimentação com ração específica para diabéticos. Lara mede a glicemia de Gaia a cada 12 horas e observa mudanças de comportamento, como cansaço ou desânimo, para garantir que tudo esteja bem. Apesar de todos os cuidados, a causa da diabetes de Gaia ainda é desconhecida. Nenhum dos irmãos da mesma ninhada desenvolveu a doença; ela acabou sendo a única afetada. A tutora ressalta que o temperamento dócil e a boa aceitação da medicação facilitam o manejo diário da doença. Vídeo/Reprodução: @laraliice #umdiabético #diabetes #cachorrocomdiabetes #diabetesemanimais #viral

    ♬ som original – Um Diabético

    Rotina de tratamento

    O tratamento da Gaia envolve aplicação de insulina NPH, usada também em humanos, a cada 12 horas: 16 unidades pela manhã e 14 à noite. Lara Alice mede a glicemia da cadela de 12 em 12 horas, observando mudanças de comportamento como cansaço ou desânimo, que podem indicar alteração nos níveis de glicose.

    Foto de Gaia, cachorra com diabetes, e insulina
    Tratamento da Gaia inclui aplicação de insulina NPH a cada 12 horas e monitoramento frequente da glicemia para controle do diabetes – Crédito: Arquivo pessoal

    O vídeo viral evidencia a calma da Gaia durante a aferição da glicemia e a aplicação da insulina. Essa cooperação do animal facilita o manejo diário da doença, mostrando a importância da adaptação à rotina de tratamento.

    Alimentação e exercícios

    A alimentação da Gaia segue dieta específica para cães diabéticos, controlada em carboidratos e rica em fibras. Rações das marcas Royal Canin e VetLife são utilizadas para auxiliar na estabilização da glicemia. Lara Alice monitora a ingestão alimentar, garantindo que a dieta seja seguida corretamente.

    Gaia, cachorra com diabetes convive normalmente hoje
    Gaia foi diagnosticada com diabetes em 2022 e hoje segue rotina com insulina, dieta específica e acompanhamento veterinário – Crédito: Arquivo pessoal

    A prática de exercícios regulares contribui para o controle do peso e ajuda a manter a glicemia estável. Até situações simples, como passeios ou pequenas mudanças na rotina, podem alterar os níveis de glicose, exigindo atenção constante da tutora.

    Condição do diabetes em cães

    A veterinária Lucilla Montero explica que o tipo mais comum de diabetes em cães é o insulinodependente, equivalente ao tipo 1 em humanos, quando o pâncreas não produz insulina suficiente.

    O tipo 2 é menos frequente e está relacionado à obesidade e resistência à insulina, enquanto o tipo 3 ocorre por fatores externos, como doenças pancreáticas ou medicamentos que interferem na produção ou utilização da insulina.

    Algumas raças, como Poodles e Dachshunds, têm maior predisposição genética. Idade avançada, obesidade e doenças pancreáticas aumentam o risco de desenvolver diabetes. Desequilíbrios hormonais, como os causados pela síndrome de Cushing, também podem afetar a produção de insulina.

    O diagnóstico é realizado por exames de sangue e urina, que medem os níveis de glicose. Após a confirmação, o tratamento envolve aplicação diária de insulina, dieta específica, exercícios e acompanhamento veterinário regular.

    Evidências e limitações

    A causa do diabetes da Gaia ainda é desconhecida. Nenhum dos irmãos da mesma ninhada desenvolveu a doença, indicando que fatores genéticos ou ambientais específicos podem ter atuado isoladamente. O controle da glicemia em animais apresenta desafios adicionais, já que eles não comunicam sintomas com precisão. Até situações simples, como passeios ou estresse, podem alterar os níveis de glicose.

    Cuidados diários e monitoramento constante

    Lara Alice garante que a aplicação de insulina, aferição da glicemia e monitoramento da alimentação são realizados com disciplina. Qualquer alteração no comportamento da Gaia é imediatamente verificada. A cooperação da cadela facilita o manejo do diabetes, permitindo que os procedimentos sejam feitos de forma segura e sem resistência.

    O vídeo mostra que a cadela permanece tranquila durante cada etapa do tratamento, evidenciando a importância da adaptação do animal à rotina. O monitoramento contínuo, aliado à alimentação controlada e à atividade física, é essencial para manter a glicemia estável e prevenir complicações como hipoglicemia ou hiperglicemia severa.

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    Tom Bueno

    Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

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