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    Início » Macaco com diabetes é submetido a transplante de células e não precisa mais de insulina
    Saúde Pública

    Macaco com diabetes é submetido a transplante de células e não precisa mais de insulina

    Gabriela Teodoro17 de setembro de 2024Nenhum comentário3 Mins Read
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    Cientistas conseguiram um grande avanço ao transplantar células do pâncreas, chamadas de ilhotas, em um macaco com diabetes. Essas ilhotas foram modificadas geneticamente para que o corpo do macaco não as rejeitasse. O mais surpreendente é que, após o transplante, o macaco não precisou mais tomar insulina, e seu corpo não atacou as células transplantadas, mesmo sem o uso de medicamentos que normalmente seriam necessários para evitar a rejeição. Isso abre portas para novas formas de tratar o diabetes no futuro, revela estudo.

    O transplante de ilhotas pancreáticas é uma abordagem promissora no tratamento do diabetes mellitus, especialmente em casos de difícil controle. No entanto, essa terapia é limitada devido à necessidade de imunossupressão contínua, que traz riscos e complicações. Uma equipe de pesquisadores relatou um avanço significativo: um transplante de ilhotas geneticamente modificadas em um primata diabético totalmente imunocompetente, sem a necessidade de medicamentos imunossupressores.

    O procedimento consistiu no transplante de pseudo-ilhotas (p-ilhotas) geneticamente modificadas para se tornarem “hipoimunes”. Foram utilizados métodos de engenharia genética para alterar os genes B2M e CIITA e expressar a proteína CD47, criando assim um tipo de ilhota capaz de escapar da rejeição imunológica. Essas ilhotas modificadas foram implantadas em um macaco cynomolgus, uma espécie propensa a desenvolver diabetes de maneira induzida, o que a torna um modelo adequado para pesquisas.

    Saiba mais sobre o estudo

    Para induzir o diabetes no macaco, os pesquisadores usaram uma substância chamada estreptozotocina (STZ). Após a injeção de STZ, o animal passou a necessitar de injeções diárias de insulina para manter os níveis de glicose estáveis. Em seguida, as ilhotas modificadas foram transplantadas nos músculos das pernas do macaco.

    O resultado foi surpreendente: uma semana após o transplante, os níveis de glicose do macaco começaram a se estabilizar, e em menos de duas semanas ele já estava livre das injeções de insulina. O peptídeo C, um marcador do desempenho das ilhotas, normalizou-se e permaneceu estável durante os seis meses de acompanhamento, indicando que as células transplantadas estavam produzindo insulina de forma eficiente.

    Durante todo o período de estudo, o macaco apresentou controle rigoroso da glicose no sangue, independência total da insulina e não apresentou sinais de rejeição do enxerto. O animal manteve um bom estado de saúde, com ganho de peso leve e fisiológico, e sem episódios de hiperglicemia.

    Ausência de resposta imunológica

    Os cientistas realizaram uma série de testes imunológicos para verificar se o organismo do macaco estava reagindo contra as ilhotas transplantadas. Os resultados não mostraram ativação de células T, citotoxicidade de células T ou células natural killer (NK), e nenhum anticorpo específico do doador foi detectado durante o período do estudo. Isso indica que as ilhotas modificadas conseguiram escapar da rejeição imunológica, eliminando a necessidade de medicamentos imunossupressores.

    Avanço na terapia celular para diabetes tipo 1

    Este estudo representa um marco no desenvolvimento de tratamentos para o diabetes tipo 1. A engenharia de ilhotas hipoimunes pode oferecer uma alternativa curativa, reduzindo os riscos associados à imunossupressão. Embora os resultados sejam promissores, ainda é necessário mais pesquisas e testes para que esse tipo de terapia seja adaptado para uso clínico em seres humanos.

    Se comprovada sua eficácia e segurança em longo prazo, essa abordagem pode revolucionar o tratamento do diabetes, proporcionando uma nova esperança para pacientes que enfrentam dificuldades no controle da doença.

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    Gabriela Teodoro

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