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    Tratamento

    O que é pé diabético?

    Maurilio Goeldner28 de agosto de 2024Nenhum comentário5 Mins Read
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    O pé diabético surge em pessoas com diabetes e resulta numa combinação de fatores, incluindo neuropatia (danos nos nervos), má circulação sanguínea e infecções. Essas alterações tornam os pés mais vulneráveis ao desenvolvimento de feridas e úlceras, que, se não tratadas adequadamente, podem se agravar, levando a infecções graves e, em casos extremos, à amputação do membro afetado.

    Segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), o pé diabético é caracterizado por uma série de modificações no pé, decorrentes de alterações na circulação, na sensibilidade e na motricidade, além de deformidades que podem surgir.

    Por que o pé diabético acontece?

    O pé diabético ocorre devido aos efeitos prolongados dos altos níveis de glicose no sangue. A hiperglicemia danifica os nervos e os vasos sanguíneos, particularmente nos membros inferiores, levando a:

    • Neuropatia diabética: o dano nos nervos sensoriais causa dormência nos pés, que pode progredir até o ponto no qual o paciente não sente dor ou desconforto, mesmo diante de lesões ou infecções. Isso aumenta o risco de feridas e úlceras passarem despercebidas e não serem tratadas a tempo. A neuropatia também pode afetar os nervos motores, levando à perda de massa muscular, fraqueza, deformidades como “dedos em garra” e alterações no formato do pé. O sistema nervoso autônomo também pode ser afetado, resultando em redução da secreção de suor, o que torna a pele dos pés ressecada e suscetível a rachaduras.
    • Doença arterial obstrutiva: O diabetes favorece a formação de placas de gordura e células inflamatórias nas artérias, especialmente nas dos membros inferiores, cérebro e coração. Essas placas, chamadas de ateroscleróticas, podem obstruir as artérias, reduzindo o fluxo sanguíneo para os pés. Essa obstrução provoca dor, feridas de difícil cicatrização e aumenta significativamente o risco de amputação, especialmente se houver infecção associada.

    Quais os sintomas do pé diabético?

    Os sintomas do pé diabético variam de acordo com a gravidade da condição, mas alguns sinais comuns incluem:

    • Dormência ou formigamento: sensação de dormência ou “pins e agulhas” nos pés.
    • Dor: pode ser constante ou intermitente, presente tanto em repouso quanto ao caminhar.
    • Mudanças na pele: a pele dos pés pode se tornar ressecada, rachada e mais suscetível a feridas.
    • Deformidades: alterações no formato dos pés, como “dedos em garra”, que podem gerar calosidades nos pontos de apoio no chão.
    • Unhas deformadas: unhas grossas ou encravadas.
    • Feridas: úlceras ou feridas que não cicatrizam.
    • Gangrena: morte do tecido, que pode exigir amputação.

    Como é feito o diagnóstico

    O diagnóstico do pé diabético envolve uma série de exames e avaliações clínicas:

    • Exames Laboratoriais: avaliação da glicemia, pesquisa de infecções e outras doenças associadas, como insuficiência renal.
    • Índice de pressão arterial tornozelo-braço: avalia a gravidade da obstrução arterial, embora possa ser menos preciso em diabéticos devido à calcificação das artérias.
    • Radiografia simples: utilizada para identificar deformidades ósseas e sinais de osteomielite.
    • Tomografia computadorizada e ressonância magnética: para diagnóstico mais preciso das alterações ósseas e dos tecidos.
    • Angiotomografia computadorizada: estudo detalhado da circulação em casos de obstrução arterial.

    Como evitar o pé diabético

    A prevenção é essencial para evitar as graves consequências do pé diabético. Para isso, é fundamental manter os níveis de glicemia na faixa recomendada pelo médico, prevenindo danos aos nervos e vasos sanguíneos.

    Inspecionar diariamente os pés em busca de feridas, rachaduras ou mudanças na cor da pele, mantendo-os limpos e secos, especialmente entre os dedos, ajuda a evitar infecções. O uso de sapatos adequados, que sejam confortáveis e sem costuras internas que possam causar feridas, também é essencial.

    Para tratar calos e bolhas, é recomendado consultar um podólogo e evitar tentativas de tratamento caseiro, que podem aumentar o risco de infecção. A prática regular de exercícios físicos melhora a circulação sanguínea, essencial para a saúde dos pés.

    Visitas frequentes ao médico para monitorar a condição dos pés e ajustar o tratamento do diabetes, se necessário, são importantes. Além disso, é preciso proteger os pés de temperaturas extremas, evitando tanto o calor quanto o frio excessivo, e não fumar, pois o cigarro compromete a circulação sanguínea, agravando os problemas nos pés.

    O que fazer se o pé diabético aparecer

    O tratamento do pé diabético depende da gravidade da lesão e pode incluir:

    • Feridas sem infecção: limpeza diária das feridas e uso de curativos especiais. Manter as feridas sempre cobertas e protegidas é crucial para evitar infecções.
    • Feridas infectadas: uso de antibióticos, que podem ser administrados por via oral ou intravenosa, dependendo da gravidade da infecção e da circulação sanguínea do paciente.
    • Intervenção Cirúrgica: em casos mais graves, pode ser necessária a remoção do tecido morto ou infectado. Se houver obstrução arterial, a revascularização do membro pode ser feita por meio de derivações arteriais ou cirurgia endovascular.
    • Amputação: quando o tratamento clínico e cirúrgico não é suficiente, a amputação pode ser necessária para salvar a vida do paciente.

    O pé diabético tem cura?

    Embora o pé diabético não tenha cura, o controle rigoroso do diabetes, aliado a cuidados preventivos e tratamento adequado, pode reduzir significativamente o risco de complicações graves. A chave para o manejo do pé diabético é a prevenção. Manter a glicemia sob controle, cuidar dos pés diariamente e procurar atendimento médico ao menor sinal de problemas são passos essenciais para evitar as temidas consequências dessa condição.

    Saiba mais assistindo o vídeo abaixo:

    EVITE O PÉ DIABÉTICO: DICAS PRÁTICAS DE CUIDADOS  | Tom Bueno
    Diabetes glicemia glicose pés
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    Maurilio Goeldner

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