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    Início » Como funciona o único remédio aprovado para atrasar o diabetes tipo 1 e preservar a produção de insulina pelo corpo?
    Tratamento

    Como funciona o único remédio aprovado para atrasar o diabetes tipo 1 e preservar a produção de insulina pelo corpo?

    Teplizumabe é aplicado na veia e pode manter a produção de insulina por mais tempo; entenda quem pode usar
    Tom Bueno20 de março de 2026Updated:20 de março de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
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    Quando alguém recebe o diagnóstico de diabetes tipo 1, uma das primeiras mudanças é começar a usar insulina todos os dias. Isso acontece porque o corpo perde, de forma progressiva, a capacidade de produzir o hormônio.

    Mas uma pergunta tem surgido com mais frequência: existe alguma forma de manter essa produção natural por mais tempo?

    Nesse contexto, o teplizumabe chama atenção. Recém-aprovado no Brasil, ele é o primeiro medicamento desenvolvido justamente para tentar desacelerar esse processo. Ainda assim, muita gente quer entender o básico: é comprimido, injeção ou algo mais complexo?

    O que é o teplizumabe e por que ele é diferente

    medicamento que adia o diabetes tipo 1

    O teplizumabe é um medicamento que atua no sistema de defesa do corpo. Para entender isso, vale lembrar o que acontece no diabetes tipo 1.

    Nesse tipo de diabetes, o próprio organismo ataca as células do pâncreas que produzem insulina. É como se o corpo confundisse essas células com algo perigoso.

    O teplizumabe tenta interromper esse ataque. Segundo a endocrinologista e pesquisadora Denise Franco:

    “Ele funciona como um remodulador do sistema imunológico. Durante a fase de ataque às células beta, o medicamento consegue reduzir essa agressão, preservando parte da função pancreática.”

    Na prática, isso significa que o medicamento ajuda o corpo a continuar produzindo insulina por mais tempo.

    No entanto, é importante deixar claro: ele não substitui a insulina e não cura o diabetes tipo 1.

    Injeção ou comprimido? Como o tratamento funciona na prática

    Paciente recebendo medicação por infusão intravenosa em tratamento para diabetes tipo 1 em ambiente clínico
    Tratamento com medicação intravenosa pode ajudar a preservar a produção de insulina em pessoas com diabetes tipo 1 – Imagem gerada por IA

    Apesar da dúvida comum, o teplizumabe não é comprimido e também não é uma injeção simples como a insulina do dia a dia.

    Ele é administrado na veia, por meio de um soro, em um ambiente de saúde.

    Na prática, funciona assim:

    • o paciente vai até um serviço especializado
    • recebe a medicação diretamente na veia
    • cada aplicação dura cerca de 30 minutos
    • o tratamento acontece por vários dias seguidos

    De acordo com Denise Franco:

    “O paciente recebe a medicação por infusão durante 12 dias consecutivos. Depois, há a repetição do ciclo conforme a indicação clínica.”

    Além disso, o acompanhamento médico é necessário durante as aplicações. Isso porque podem ocorrer reações, principalmente nos primeiros dias.

    Ele mexe na imunidade? Entenda de forma simples

    Como o teplizumabe atua no sistema imunológico, é comum surgir preocupação.

    No entanto, ele não funciona como medicamentos usados em transplantes, que reduzem fortemente a imunidade.

    O teplizumabe é um imunomodulador.

    Isso significa que ele:

    • ajusta o funcionamento do sistema de defesa
    • reduz o ataque às células que produzem insulina
    • atua de forma temporária

    Ainda assim, pode haver uma leve queda na imunidade durante o tratamento. Portanto, o acompanhamento médico é essencial.

    Ou seja, não é um tratamento para ser feito sem orientação especializada.

    O que os estudos mostram sobre o teplizumabe

    Os principais dados vêm de estudos clínicos, que são pesquisas feitas com pacientes para avaliar segurança e eficácia.

    Um dos estudos mais importantes mostrou que o teplizumabe conseguiu atrasar o desenvolvimento do diabetes tipo 1 em cerca de dois anos, em média, em pessoas com alto risco.

    Na prática, isso significa mais tempo com produção própria de insulina.

    Por outro lado, é importante entender os limites:

    • o medicamento não impede totalmente a doença
    • os resultados podem variar
    • ainda faltam estudos de longo prazo

    Portanto, é um avanço relevante, mas não definitivo.

    Quem pode usar e o que muda no Brasil

    A aprovação no Brasil representa um passo importante. No entanto, o uso do teplizumabe não será para todos os pacientes.

    Alguns pontos ainda precisam ser considerados:

    • o tratamento pode ter custo elevado
    • é necessário um local adequado para aplicação
    • há critérios específicos para indicação

    Além disso, o benefício tende a ser maior em fases iniciais da doença ou antes da perda total das células que produzem insulina.

    Enquanto isso, a insulina continua sendo essencial no tratamento.

    O impacto real para quem vive com diabetes tipo 1

    O principal efeito do teplizumabe é ajudar a manter a produção de insulina pelo próprio corpo por mais tempo.

    Isso pode trazer efeitos práticos no dia a dia:

    • menor necessidade de insulina no começo
    • mais estabilidade nos níveis de glicose
    • progressão mais lenta da doença

    Ainda assim, é importante manter expectativas realistas.

    Como reforça Denise Franco:

    “A gente não está substituindo a insulina, mas tentando preservar o que ainda existe. Isso pode fazer diferença na evolução da doença.”

    Portanto, o teplizumabe não é uma cura. No entanto, representa uma nova forma de agir antes que a doença avance completamente.

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    Tom Bueno

    Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

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