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    Início » Troca da insulina NPH pela glargina no SUS: médico esclarece dúvidas e explica o que muda no tratamento do diabetes
    Saúde Pública

    Troca da insulina NPH pela glargina no SUS: médico esclarece dúvidas e explica o que muda no tratamento do diabetes

    Troca da insulina NPH pela glargina no SUS começa no Paraná, Paraíba, Amapá e DF. Médico explica o que muda no tratamento.
    Tom Bueno16 de fevereiro de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
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    A troca da insulina NPH pela glargina no SUS já começou e impacta pacientes em quatro estados brasileiros. O Ministério da Saúde iniciou o projeto-piloto no Paraná, na Paraíba, no Amapá e no Distrito Federal. Nesta primeira etapa, o sistema prioriza crianças e adolescentes até 17 anos com diabetes tipo 1 e pessoas com mais de 80 anos com diabetes tipo 1 ou tipo 2.

    Essa mudança altera a rotina? Exige ajuste de dose? Reduz o risco de hipoglicemia?

    Para esclarecer essas dúvidas, o Portal Um Diabético conversou com o endocrinologista Fernando Valente, membro da Sociedade Brasileira de Diabetes.

    O que muda com a troca da insulina NPH pela glargina no SUS

    A insulina NPH atua como insulina basal, ou seja, mantém a glicose estável ao longo do dia e da noite. No entanto, ela tem ação intermediária e apresenta picos algumas horas após a aplicação.

    Já a insulina glargina pertence ao grupo dos análogos de longa duração. Análogo significa que os pesquisadores modificaram a molécula da insulina humana para garantir ação mais estável e prolongada.

    “A NPH tem ação intermediária. A glargina dura mais tempo e apresenta perfil mais previsível”, explica Fernando Valente.

    Na prática, muitos pacientes com diabetes tipo 1 aplicam NPH duas ou três vezes ao dia. Por outro lado, a glargina costuma durar cerca de 21 a 22 horas. Portanto, em muitos casos, o paciente aplica apenas uma vez ao dia. Em algumas situações, o médico pode indicar duas aplicações.

    Menos picos ao longo do dia

    A principal diferença aparece no comportamento da insulina dentro do organismo.

    A NPH produz picos de ação. Isso significa que ela age com mais intensidade em determinados horários. Como resultado, o paciente precisa organizar as refeições com rigor. Caso contrário, o risco de hipoglicemia aumenta.

    “A NPH oscila mais. A glargina mantém ação mais constante”, afirma o endocrinologista.

    Enquanto isso, a glargina libera insulina de forma contínua. Dessa forma, ela reduz oscilações bruscas da glicose, especialmente durante a madrugada. Além disso, estudos clínicos mostram menor incidência de hipoglicemia noturna quando médicos utilizam análogos de longa duração.

    No entanto, o especialista alerta. “A glargina não é mais forte. Ela não aumenta potência. Ela oferece estabilidade.”

    Ajuste de dose é obrigatório na transição

    O paciente não deve simplesmente repetir a mesma dose que usava de NPH.

    Quando a hemoglobina glicada, exame que mede a média da glicose nos últimos três meses, está controlada, o médico geralmente reduz cerca de 20% da dose total ao iniciar a glargina.

    “Não fazemos troca direta unidade por unidade. Precisamos ajustar”, explica Valente.

    Além disso, a mudança pode exigir revisão da insulina rápida ou ultrarrápida usada nas refeições. A NPH, por ter picos, muitas vezes ajudava a cobrir parte da glicose da alimentação. Com a glargina, que tem ação uniforme, o paciente pode precisar de ajuste maior na insulina das refeições.

    Portanto, durante as primeiras semanas, o paciente deve medir a glicose com maior frequência.

    O que muda na rotina diária?

    A troca da insulina NPH pela glargina no SUS também modifica detalhes práticos.

    Primeiro, a NPH exige homogeneização antes da aplicação. O paciente precisa movimentar o frasco ou a caneta até que o líquido fique uniforme. Caso contrário, a dose pode variar.

    Já a glargina não exige esse preparo. Consequentemente, o risco de erro técnico diminui.

    Além disso, a NPH impõe horários rígidos. O paciente precisa alinhar pico da insulina com horário da refeição. A glargina, por outro lado, permite maior flexibilidade. Ainda assim, o médico recomenda manter horário fixo diário.

    Existe uma diferença importante. O paciente pode aplicar NPH junto com insulina regular na mesma seringa, desde que siga a ordem correta. Entretanto, ele não pode misturar glargina com insulina rápida na mesma aplicação. Portanto, alguns pacientes podem precisar de aplicações separadas.

    Por que o SUS iniciou em quatro estados?

    O Ministério da Saúde escolheu Paraná, Paraíba, Amapá e Distrito Federal para iniciar o projeto-piloto. Essa estratégia permite avaliar logística, adaptação clínica e impacto financeiro antes de ampliar nacionalmente.

    Além disso, o SUS priorizou crianças, adolescentes e idosos porque esses grupos apresentam maior risco de hipoglicemia grave. Portanto, oferecer uma insulina mais estável pode trazer benefício clínico relevante.

    O que dizem as evidências científicas

    Diretrizes internacionais, como as da American Diabetes Association, indicam que análogos basais de longa duração apresentam menor risco de hipoglicemia em comparação com a NPH.

    Entretanto, nenhum tipo de insulina elimina a necessidade de acompanhamento médico.

    “A vida de quem tem diabetes já exige atenção constante. Se reduzimos o risco de hipoglicemia, melhoramos a segurança”, afirma Valente.

    Ainda assim, cada paciente responde de maneira diferente. Por isso, o acompanhamento individual continua essencial.

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    Tom Bueno

    Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.

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