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    Início » Reino Unido aprova remédio que pode atrasar em até 3 anos o início do diabetes tipo 1
    Tratamento

    Reino Unido aprova remédio que pode atrasar em até 3 anos o início do diabetes tipo 1

    Rafael Cristofoletti15 de agosto de 2025Nenhum comentário4 Mins Read
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    O Reino Unido anunciou, nesta quinta-feira (14), a aprovação do Teplizumabe (Tzield), o primeiro medicamento no mundo capaz de retardar a progressão do diabetes tipo 1 em pessoas que ainda não apresentam sintomas.

    A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde britânica (MHRA, na sigla em inglês) liberou o uso para adultos e crianças a partir de 8 anos que estejam no estágio 2 da doença. Nesse momento, exames já identificam anticorpos contra as células do pâncreas, mas a glicose (açúcar no sangue) permanece em níveis normais.

    Essa aprovação representa um marco: pela primeira vez, um tratamento pode alterar o curso do diabetes tipo 1 antes mesmo da manifestação clínica. Até hoje, as abordagens miravam apenas o controle da glicose após o diagnóstico definitivo.

    Como o medicamento atua

    O Teplizumabe é um anticorpo monoclonal desenvolvido em laboratório para agir de forma precisa no sistema imunológico. No diabetes tipo 1, o corpo cria anticorpos que atacam as células beta do pâncreas, responsáveis por produzir insulina.

    O remédio modula essa resposta autoimune, diminui a velocidade da destruição das células e preserva parte da produção natural de insulina. Com isso, o paciente mantém a glicose estável por mais tempo, enfrenta menor risco de hipoglicemias graves e adia a necessidade de aplicações diárias de insulina.

    Segundo o endocrinologista Dr. Rodrigo Siqueira, “o medicamento demonstrou atrasar em média 3 anos o início do estágio 3, quando surgem as alterações glicêmicas e a necessidade de insulina. Ao agir diretamente sobre o ataque autoimune às células beta pancreáticas, o teplizumabe preserva parte da função pancreática, mantendo a produção de insulina por mais tempo”.

    O que dizem os estudos

    A decisão da MHRA se baseia em resultados de um ensaio clínico de fase II, realizado pela rede internacional TrialNet e publicado no New England Journal of Medicine.

    Nesse estudo, 76 participantes com alto risco de desenvolver o diabetes tipo 1 receberam infusão diária do medicamento por 14 dias. O tratamento atrasou, em média, 32,5 meses (cerca de 2 anos e 8 meses) a evolução para o estágio 3, quando a glicose sofre alterações e surge a necessidade de insulina.

    Além disso, um acompanhamento mais longo, publicado na Science Translational Medicine, revelou que alguns pacientes permaneceram sem diagnóstico clínico por até 5 anos. Em contrapartida, no grupo placebo, o tempo médio ficou pouco acima de 2 anos.

    Possibilidades para recém-diagnosticados

    Embora a aprovação britânica contemple apenas pacientes no estágio 2, especialistas acreditam que o Teplizumabe também possa beneficiar pessoas recém-diagnosticadas. Isso porque o medicamento pode preservar até 20% da função pancreática remanescente, o que torna o controle da glicose mais previsível e reduz o risco de complicações no curto e médio prazo.

    Próximos passos no Reino Unido

    A organização Diabetes UK planeja trabalhar para incluir o medicamento no Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS). Além disso, quer criar programas de rastreamento para identificar precocemente quem pode se beneficiar da terapia.

    Atualmente, poucas pessoas realizam exames para detectar autoanticorpos antes dos sintomas. Sem esse diagnóstico precoce, o medicamento perde a chance de cumprir seu papel.

    E no Brasil: o caminho é mais longo

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda não avaliou o Teplizumabe no tratamento do diabetes tipo 1. Mesmo após uma eventual aprovação, o país enfrentará obstáculos importantes:

    • Diagnóstico tardio – a maioria dos casos só é detectada após sintomas graves.
    • Ausência de rastreamento – o SUS não possui protocolo para identificar autoanticorpos antes dos sintomas.
    • Custo elevado – nos EUA, um ciclo custa cerca de US$ 193 mil (R$ 1 milhão).
    • Infraestrutura – o tratamento exige infusão endovenosa diária por 14 dias consecutivos.

    Para especialistas, o Brasil precisa priorizar o diagnóstico precoce e ampliar a estrutura de atendimento antes de discutir a adoção do Teplizumabe no tratamento do diabetes tipo 1.

    Um marco para o futuro

    A aprovação no Reino Unido representa uma mudança de paradigma: não apenas tratar os sintomas do diabetes tipo 1, mas intervir antes do início clínico para retardar seu avanço.

    Embora ainda distante da realidade brasileira, o avanço destaca a importância da pesquisa científica e do diagnóstico precoce como prioridade em políticas de saúde.

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    Rafael Cristofoletti
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    Gerente de Comunicação e Marketing - Comunicador nato e apaixonado por jornalismo de impacto, Rafael é paulista de Itu e tem mais de 20 anos de experiência em veículos como Record News, CBN, Band e afiliadas da TV Globo. No Um Diabético, é responsável pela comunicação institucional, pelo conteúdo editorial e pelas estratégias de marketing, unindo rigor jornalístico, visão estratégica e linguagem acessível. Tem como marca o conteúdo que informa com propósito, conecta pessoas e fortalece causas.

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