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    Tratamento

    Saiba como cuidar do coração convivendo com diabetes

    A Associação Americana de Diabetes (ADA) destaca a importância de monitorar não só os níveis de glicose, mas também a pressão arterial e os lipídios no sangue para manter o coração saudável.
    Marcelo Iezzi6 de agosto de 2025Updated:8 de agosto de 2025Nenhum comentário4 Mins Read
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    A Associação Americana de Diabetes (ADA) destaca a importância de monitorar não só os níveis de glicose, mas também a pressão arterial e os lipídios no sangue para manter o coração saudável.
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    O diabetes está diretamente ligado ao coração através de problemas cardíacos e vasculares, como infarto e derrame. Por isso, o controle dessas condições é essencial para quem tem a doença.

    A Associação Americana de Diabetes (ADA) destaca a importância de monitorar não só os níveis de glicose, mas também a pressão arterial e os lipídios no sangue para manter o coração saudável.

    Controle além da glicose

    Por muitos anos, o foco do tratamento da doença foi o controle do açúcar no sangue. Contudo, com o avanço das pesquisas, hoje se sabe que controlar o colesterol, a pressão arterial e outros fatores relacionados ao sistema cardiovascular é igualmente importante, especialmente para pessoas com diabetes tipo 2 ou para quem vive há muito tempo com diabetes tipo 1.

    Logo após o diagnóstico de diabetes, é fundamental realizar uma avaliação médica completa. O objetivo é identificar os fatores de risco para doenças cardíacas e vasculares e, assim, adotar um plano de cuidados que inclua, além do controle da glicose, o manejo da pressão arterial e do colesterol, o que muitas vezes envolve o uso de medicamentos.

    Fatores de risco para problemas no coração

    Pessoas com diabetes estão mais propensas a desenvolver problemas cardiovasculares. Entre os principais fatores de risco estão:

    • Níveis elevados de glicose (hiperglicemia);
    • Pressão alta (hipertensão);
    • Colesterol e lipídios anormais no sangue (dislipidemia);
    • Fumar ou usar tabaco;
    • Excesso de peso, principalmente na região abdominal;
    • Estilo de vida sedentário e dieta rica em calorias.

    Além disso, quem já tem doenças cardíacas tende a encontrar mais dificuldade para atingir as metas recomendadas de glicose, pressão e colesterol, de acordo com um estudo de 2018.

    Muitas vezes, essas barreiras incluem o acesso limitado a medicamentos, alimentação saudável e cuidados médicos adequados.

    Saúde mental e diabetes: como agir após o diagnóstico? | DiabetesCast #18

    Complicações cardiovasculares

    O diabetes acelera o surgimento de problemas cardíacos. A aterosclerose, por exemplo, é uma condição que afeta a circulação do sangue devido ao acúmulo de placas nas artérias, e tende a aparecer mais cedo e com maior gravidade em quem tem diabetes.

    • Doença coronariana: ocorre quando as artérias que levam sangue ao coração ficam bloqueadas, causando angina ou infarto;
    • Derrame: quando o fluxo de sangue para o cérebro é interrompido, pode ocorrer um derrame, levando a sequelas como dificuldades na fala ou coordenação;
    • Doença arterial periférica: afeta as artérias das pernas e braços, causando dores, dormência e formigamento;
    • Insuficiência cardíaca: o coração não consegue bombear sangue adequadamente, levando a falta de ar e inchaço nas pernas.

    O que pode ser feito?

    Para reduzir os riscos de complicações cardiovasculares, adotar hábitos saudáveis é essencial. Veja algumas dicas práticas:

    • Perder peso: reduzir de 5 a 10% do peso corporal, especialmente se o excesso de gordura estiver concentrado na região abdominal, pode melhorar a pressão arterial e os níveis de colesterol;
    • Alimentação saudável: uma dieta balanceada, rica em vegetais, grãos integrais e com baixo teor de gorduras saturadas e açúcares, ajuda a controlar a glicose e o colesterol. Dietas como a mediterrânea ou a DASH são boas opções;
    • Exercícios físicos: a pessoa deve incorporar atividades regulares, como caminhadas, musculação e alongamentos, à rotina. O recomendado é pelo menos 150 minutos de exercícios aeróbicos por semana, distribuídos em três ou mais dias;
    • Parar de fumar: o tabagismo agrava os problemas cardiovasculares e deve ser evitado. Quem fuma deve buscar ajuda para parar, seja com apoio médico ou programas específicos;
    • Tomar medicamentos conforme indicado: é fundamental seguir as orientações médicas e usar os remédios prescritos, mesmo que isso signifique ajustar doses ou mudar de medicamento. Para quem tem diabetes, algumas classes de remédios, como os inibidores de SGLT-2 e GLP-1, podem oferecer benefícios extras para o coração.

    Monitoramento contínuo

    O controle contínuo dos níveis de glicose, pressão arterial e colesterol é primordial para evitar complicações. Consultar o médico regularmente e fazer exames de sangue para verificar o colesterol e os triglicerídeos ajudam a manter tudo sob controle.

    Além disso, dependendo do risco cardiovascular, o uso de aspirina em baixa dosagem pode ser recomendado, mas isso deve ser discutido com o médico, já que o risco de sangramento pode ser maior do que os benefícios em alguns casos.

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    Marcelo Iezzi

    Editor-Chefe e Supervisor de Comunicação - Jovem, antenado e questionador, Marcelo convive com diabetes tipo 1 desde os 5 anos de idade. Natural de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, é jornalista e está sempre em busca de novos aprendizados. Atua na produção e edição de reportagens, roteiros e conteúdos que unem informação, sensibilidade e relevância. Também supervisiona a comunicação institucional do Um Diabético e contribui ativamente para o diálogo com a comunidade. Sua vivência com o diabetes traz ainda mais autenticidade e empatia para o conteúdo que produz.

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