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    Início » Como identificar que uma insulina está estragada? Médica dá dicas
    Tratamento

    Como identificar que uma insulina está estragada? Médica dá dicas

    A médica endocrinologista Denise Franco explicou, de forma detalhada, como perceber os sinais de insulina estragada e o que fazer para evitar riscos à saúde.
    Marcelo Iezzi30 de junho de 2025Nenhum comentário5 Mins Read
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    A médica Denise Franco explicou, de forma detalhada, como perceber os sinais de insulina estragada e o que fazer para evitar riscos à saúde.
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    Muitas pessoas que vivem com diabetes aplicam insulina todos os dias. No entanto, quando a insulina estraga, ela deixa de funcionar corretamente, e a glicemia continua alta, mesmo após a aplicação. A médica endocrinologista Denise Franco explicou, de forma detalhada, como perceber os sinais de insulina estragada e o que fazer para evitar riscos à saúde.

    Desconfie quando a glicose não abaixa

    O primeiro sinal de que a insulina pode estar com problema aparece quando a glicose não abaixa mesmo depois da correção. Denise Franco reforça essa orientação:

    “Uma das coisas principais que começa a dar sinais de que alguma coisa está errada e a gente precisa checar é, diante de uma hiperglicemia, você está tentando corrigir a glicemia e ela não abaixa.”

    Diante disso, ela recomenda que a pessoa faça um checklist rápido. Antes de tudo, a pessoa deve verificar se:

    • Errou na contagem de carboidratos;
    • Comeu alimentos mais gordurosos ou com muita proteína;
    • Aplicou a dose corretamente.

    Se mesmo após essa revisão a glicemia não baixar pelo menos entre 50 a 100 mg/dL, então é hora de investigar mais a fundo.

    Aplicação de insulina errada

    Logo em seguida, é importante observar a aplicação em si. Muitas vezes, o problema não está na insulina em si, mas sim no modo de uso.

    A endocrinologista alerta:

    “Checa se aplicou direito, checa se está saindo insulina pela caneta, às vezes não está.”

    Além disso, Denise orienta que a pessoa olhe bem a caneta. Por exemplo, se a caneta estiver com rachaduras ou cheiro de insulina por fora, isso pode indicar vazamento e perda de eficácia.

    Quem utiliza caneta reutilizável também precisa ter atenção extra. Ao trocar o refil, algumas pessoas esquecem de voltar o êmbolo, principalmente quando o refil já está em uso e parcialmente vazio. Nesse caso, a aplicação pode não ocorrer de forma correta.

    Portanto, sempre que for aplicar, a pessoa deve verificar se a insulina realmente está saindo pela agulha.

    INSULINA NÃO PRECISA FICAR NA GELADEIRA - Vídeo completo no canal! #diabetes #insulina #diabéticos

    Observe a aparência da insulina

    Em seguida, é essencial olhar a insulina com atenção. Cada tipo apresenta um aspecto ideal que pode mudar caso esteja estragada.

    Por exemplo, Denise explica:

    “Se insulinas são transparentes, aí você começa a ver que tem alguma coisa contaminada, uma cor diferente, a gente tem que avaliar porque ela tem que ser clara e incolor. Não pode ter partículas em suspensão.”

    Já no caso das insulinas turvas, como a NPH e as pré-misturas, a pessoa precisa agitar suavemente o frasco ou a caneta. Depois disso, a solução deve ficar homogênea. Se mesmo após essa agitação ainda existirem grumos ou camadas separadas, é sinal de que a insulina perdeu a qualidade.

    Armazene corretamente

    Muitas vezes, a insulina estraga porque alguém armazenou da forma errada. Denise chama a atenção especialmente para situações em que a pessoa viaja ou se expõe ao calor:

    “Se a gente tem suspeita de que essa insulina estragou, por exemplo, temperatura… você foi viajar numa temperatura muito alta e a gente não acondicionou a insulina direito, isso pode ser que tenha diferença aí.”

    Por isso, é fundamental que a pessoa guarde a insulina na geladeira, entre 2°C e 8°C, antes de abrir. Depois de aberta, a maioria das insulinas dura entre 28 a 30 dias fora da geladeira, desde que fique em ambiente fresco. A única exceção, segundo Denise, é a Tresiba (insulina degludeca), que pode ser usada por até 45 dias.

    Além disso, pessoas que usam doses muito baixas, como crianças, muitas vezes levam mais de 30 dias para terminar um frasco. Nesses casos, o prazo também precisa ser respeitado. Denise alerta:

    “Tomar cuidado porque isso também pode ser uma das coisas que pode chamar atenção.”

    Monitore mais e beba bastante água em caso de insulina estragada

    Quando existe qualquer suspeita de que a insulina não está funcionando bem, a médica recomenda aumentar a frequência do monitoramento da glicemia. Isso ajuda a confirmar se o corpo está reagindo normalmente.

    “Sempre que teve um problema e você descobriu que possa ser um problema da insulina, a gente tem que fazer uma monitorização mais frequente.”

    Além disso, manter a hidratação também ajuda o corpo a lidar com os efeitos da glicemia alta:

    “Lembrar de sempre hidratar bastante, se a glicemia estiver alta.”

    Quando a insulina pode estar estragada?

    Para facilitar, Denise Franco resume os principais sinais e cuidados:

    • A glicemia continua alta mesmo após a aplicação correta da dose;
    • A caneta está com cheiro forte de insulina, rachada ou com vazamento;
    • A insulina transparente ficou colorida, turva ou com partículas;
    • A insulina turva não se mistura bem, mesmo após agitação;
    • O frasco ficou exposto a calor excessivo ou não foi refrigerado antes de abrir;
    • O frasco ultrapassou os 28 ou 30 dias de uso (ou 45 dias no caso da Tresiba);
    • A glicemia não responde à insulina sem nenhuma outra explicação.

    Quando isso acontece, a médica recomenda interromper o uso da insulina suspeita imediatamente. Em seguida, a pessoa deve usar uma nova caneta ou frasco, que tenha sido armazenado corretamente.

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    Marcelo Iezzi

    Editor-Chefe e Supervisor de Comunicação - Jovem, antenado e questionador, Marcelo convive com diabetes tipo 1 desde os 5 anos de idade. Natural de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, é jornalista e está sempre em busca de novos aprendizados. Atua na produção e edição de reportagens, roteiros e conteúdos que unem informação, sensibilidade e relevância. Também supervisiona a comunicação institucional do Um Diabético e contribui ativamente para o diálogo com a comunidade. Sua vivência com o diabetes traz ainda mais autenticidade e empatia para o conteúdo que produz.

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