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    Tratamento

    Sensor mede glicose e não glicemia; entenda a diferença

    Os dois estão certos, só medem em lugares diferentes do corpo
    Marcelo Iezzi15 de junho de 2025Nenhum comentário5 Mins Read
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    Muita gente que convive com diabetes se assusta quando usa um sensor de glicose e percebe que a glicemia não bate exatamente com os do bom e velho teste de ponta de dedo.
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    Muita gente que convive com diabetes se assusta quando usa um sensor de glicose e percebe que os valores não batem exatamente com os do bom e velho teste de ponta de dedo. Mas, antes de achar que tem algo errado, é importante entender como cada método funciona. Conversamos com a endocrinologista Denise Franco que esclareceu de forma simples por que isso acontece. E já adiantamos: os dois estão certos, só medem em lugares diferentes do corpo.

    A cidade do corpo humano

    Vamos imaginar o corpo humano como uma cidade. Nessa cidade, as ruas principais são os vasos sanguíneos, por onde passa o sangue. E o sangue, claro, carrega a glicose, que é o açúcar usado como energia para o nosso organismo funcionar. Quando você mede a glicemia com o glicosímetro tradicional (aquele da picadinha no dedo), você está checando direto no sangue, ou seja, na rua principal dessa cidade.

    Agora, quando você usa o sensor de glicose, como o FreeStyle Libre, a medição é feita de outro jeito. Em vez de medir o açúcar nas ruas, o sensor mede no “jardim” que fica entre as casas da cidade. Esse jardim é o líquido intersticial, que fica entre as células.

    Monitoramento de glicemia no sangue e no líquido intersticial

    A glicemia que a gente mede com o furo no dedo mostra a glicose no sangue, ou seja, o que está circulando ali naquele exato momento. Já o monitoramento de glicemia feito com sensor mostra a quantidade de glicose no líquido intersticial, que é absorvida com um pequeno atraso. Esse tempo de diferença costuma ser de 5 a 10 minutos entre a glicose aparecer no sangue e depois passar para o líquido intersticial.

    Esse atraso é esperado e totalmente normal. O que acontece é que, quando comemos, a glicose sobe no sangue primeiro. Só depois ela passa para o interstício, onde o sensor consegue captar.

    Criança com diabetes tem vida transformada com sensor de glicose gratuito em Caxias do Sul

    Por que os números não batem?

    Imagine que você comeu um pão agora. A glicose vai subir no sangue quase que imediatamente, e o teste de ponta de dedo vai mostrar esse aumento rapidinho. Mas o sensor ainda está esperando essa glicose chegar no líquido intersticial. Por isso, se você comparar os dois valores exatamente no mesmo minuto, eles podem estar diferentes.

    Essa diferença de valores é comum especialmente em momentos de variação rápida da glicose, como após uma refeição, após aplicar insulina ou durante uma atividade física intensa.

    E qual método é melhor?

    Na verdade, os dois são importantes, só têm funções diferentes. O teste de ponta de dedo é útil para medir a glicemia pontual, naquele exato segundo. Já o sensor traz uma visão mais ampla, porque mostra tendências e curvas ao longo do tempo, o que ajuda a entender como a glicose está se comportando durante o dia e a noite.

    O monitoramento de glicemia contínuo com o sensor, no entanto, oferece dados em tempo real e também mostra se a glicose está subindo ou caindo. Isso dá muito mais autonomia para o paciente e ajuda a prevenir crises de hipo ou hiperglicemia, por exemplo.

    Monitoramento de glicemia com menos dor e mais controle

    Outro ponto que chama atenção é o conforto. O sensor elimina a necessidade de furar o dedo várias vezes por dia. Basta escanear com o celular ou leitor e pronto: os dados aparecem na tela. Além disso, conta com gráficos!

    Além disso, para quem vive com diabetes, conseguir ver a tendência de subida ou queda da glicose faz toda a diferença no dia a dia. Isso ajuda a tomar decisões rápidas sobre alimentação, medicação ou atividade física.

    VEJA O VÍDEO QUE EXPLICA A DIFERENÇA DA PONTA DE DEDO PARA O SENSOR DE GLICOSE.

    Para quem é indicado o sensor?

    Pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2 usam o sensor de glicose, principalmente aquelas que aplicam insulina diariamente e precisam de um controle mais rigoroso da glicemia. Além disso, crianças, adultos e idosos também podem se beneficiar da tecnologia, desde que consultem o médico regularmente para acompanhar os dados e fazer os ajustes necessários.

    Se em algum momento você notou uma diferença entre o número exibido no seu sensor e o valor mostrado pelo glicosímetro, não precisa se preocupar. Essa diferença acontece porque os dois medem a glicose em locais diferentes do corpo e com tempos de resposta diferentes. Ou seja, não é erro, e sim uma característica natural de cada método de monitoramento de glicemia.

    O importante é entender o funcionamento do monitoramento de glicemia com sensor e conversar com a equipe de saúde para ajustar o tratamento da melhor forma.

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    Marcelo Iezzi

    Editor-Chefe e Supervisor de Comunicação - Jovem, antenado e questionador, Marcelo convive com diabetes tipo 1 desde os 5 anos de idade. Natural de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, é jornalista e está sempre em busca de novos aprendizados. Atua na produção e edição de reportagens, roteiros e conteúdos que unem informação, sensibilidade e relevância. Também supervisiona a comunicação institucional do Um Diabético e contribui ativamente para o diálogo com a comunidade. Sua vivência com o diabetes traz ainda mais autenticidade e empatia para o conteúdo que produz.

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