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    Início » Controle da glicemia: qual é a diferença entre hemoglobina glicada e do tempo no alvo?
    Tratamento

    Controle da glicemia: qual é a diferença entre hemoglobina glicada e do tempo no alvo?

    Marcelo Iezzi21 de fevereiro de 2025Nenhum comentário3 Mins Read
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    Teste de glicemia, que impacta na hemoglobina
    Entre os principais indicadores desse controle estão a hemoglobina glicada (HbA1c) e o tempo no alvo (TIR, do inglês "Time in Range").
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    O controle da glicose no sangue é essencial para a saúde, especialmente para pessoas que convivem com diabetes. Entre os principais indicadores desse controle estão a hemoglobina glicada (HbA1c) e o tempo no alvo (TIR, do inglês “Time in Range”). Por isso, os índices ajudam médicos e pacientes a monitorar os níveis de glicose ao longo do tempo e a ajustar tratamentos para evitar complicações.

    O que é a hemoglobina glicada?

    A glicada é uma forma que se liga à glicose na corrente sanguínea. Esse processo, chamado de glicação, ocorre naturalmente e reflete a média dos níveis de glicose dos últimos dois a três meses.

    “O que é a glicação? A glicação é quando se ligam moléculas de glicose na parede da hemoglobina. Elas duram mais ou menos 100, 120 dias, que é o tempo de vida de uma hemoglobina. Então, quanto mais glicado, quanto mais glicose estiver na parede da hemoglobina, quer dizer que a pessoa tem um excesso de glicose na corrente sanguínea”, explica o endocrinologista Dr. Márcio Krakauer, membro da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

    Os médicos recomendam que a hemoglobina glicada esteja abaixo de 7%. Pois, caso contrário, valores mais altos estão associados a um maior risco de complicações, como, por exemplo, doenças do coração, neuropatia e problemas renais.

    HEMOGLOBINA GLICADA – UM EXAME FUNDAMENTAL PARA SABER COMO ANDA O TRATAMENTO DO DIABETES| Tom Bueno

    O que é o Tempo no Alvo?

    O tempo no alvo mede a porcentagem de tempo em que os níveis de glicose permanecem dentro de um intervalo considerado seguro. Geralmente, o alvo é entre 70 e 180 mg/dL. Quanto maior for o tempo dentro desse intervalo, melhor o controle da glicose.

    “Se você dá o nome de alvo de uma boa glicose de 70 a 180, o tempo no alvo nada mais é do que a percentagem de medidas que caem dentro deste alvo na medição de um sensor de glicose ou até de ponta de dedo”, explica Dr. Krakauer.

    Diferente da hemoglobina glicada, que mostra uma média a longo prazo, o tempo no alvo reflete o controle glicêmico em curtos períodos, geralmente de 14 dias. Isso permite não apenas ajustes mais rápidos e assertivos no tratamento da glicemia, mas também uma melhoria no controle diário.

    Ele reforça que os dois métodos devem ser usados juntos para um melhor acompanhamento. “Na verdade, o que a gente faz é somar as duas coisas para fazer o ajuste da glicose mesmo, que fica flutuando naquela pessoa”.

    Monitoramento contínuo

    O avanço da tecnologia trouxe sensores de glicose que medem os níveis continuamente. Eles analisam a glicose em um líquido intersticial, que é diferente da glicose medida diretamente no sangue. Mas que ainda assim, fornece informações valiosas.

    “Medindo a glicose de forma contínua através, na verdade, de eletricidade, um software consegue analisar”, explica Dr. Krakauer. Isso permite que pacientes e médicos acompanhem em tempo real os padrões de variação da glicose e ajustem o tratamento quando necessário.

    O controle adequado do diabetes depende da combinação de diferentes ferramentas de monitoramento. A hemoglobina glicada fornece uma visão de longo prazo. Por outro lado, o tempo no alvo mostra, de forma mais precisa, as variações diárias. Utilizando essas métricas de forma conjunta, é possível ajustar o tratamento e reduzir os riscos de complicações, garantindo uma melhor qualidade de vida para pessoas com diabetes.

    Diabetes hemoglobina glicada Tempo no Alvo
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    Marcelo Iezzi

    Editor-Chefe e Supervisor de Comunicação - Jovem, antenado e questionador, Marcelo convive com diabetes tipo 1 desde os 5 anos de idade. Natural de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, é jornalista e está sempre em busca de novos aprendizados. Atua na produção e edição de reportagens, roteiros e conteúdos que unem informação, sensibilidade e relevância. Também supervisiona a comunicação institucional do Um Diabético e contribui ativamente para o diálogo com a comunidade. Sua vivência com o diabetes traz ainda mais autenticidade e empatia para o conteúdo que produz.

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